Se Deus é amor, não pode ser sádico. Quem ama jamais se mostra implacável, irredutível, vingativo.
O conceito da graça acaba com toda a lógica que concebe Deus exigindo sacrifício.
Ninguém precisa aprender a lidar com seus infortúnios como castigo ou maldição.
Sendo assim: cristianismo e masoquismo não combinam.
O Adão do Gênesis nunca existiu historicamente; ele é um mito literário. Não houve um pecado original que não nos tornou inimigos milenares de Deus.
Jesus nunca lidou com pessoas como se estivessem caídas, deformadas. Ele reconheceu a dignidade de homens e mulheres como pessoas que carregam a imagem de Deus.
Na complexidade de cada indivíduo guarda-se uma porção tanto de bondade como de maldade.
O sofrimento dos mais vulneráveis nunca, jamais, em tempo algum, deve ser tratado como juízo divino.
A lógica férrea da lei foi esvaziada na compaixão de Jesus Cristo.
Deus é amigo do bem e caminha solidário com todos os que promovem o bem. Deus não é um peso a mais sobre nossos ombros, mas, o ombro em que todos e todas podem descansar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário