Ana orou tão desesperada que o sacerdote achou que ela estava bêbada.
Ela explicou, ele abençoou, e aí vem o detalhe que quase ninguém repara: ela se foi seu caminho e comeu, e o seu semblante já não era triste. Nada tinha mudado. Ela continuava sem filho, com a mesma rival provocando em casa e o mesmo marido sem entender. A resposta só veio meses depois.
Mas Ana comeu, levantou e parou de remoer no mesmo dia em que entregou. Ela tratou a oração como ouvida antes de ver qualquer coisa.
Pensar demais depois de orar é orar de novo sem acreditar na primeira vez.
1 Samuel 1:12-18 e Salmos 37:5
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