Fizeram uma reunião às escondidas e planejaram algo contra Daniel. Não porque ele fosse desonesto, não porque tivesse errado, não porque houvesse corrupção nele. Pelo contrário. O problema de Daniel era justamente a sua fidelidade. Quando procuraram defeitos, não encontraram. Quando tentaram achar brechas, não conseguiram. Então decidiram transformar a vida de oração dele em motivo de acusação. E isso dói, porque mostra que, às vezes, não é o seu erro que incomoda as pessoas… é a sua integridade.
Daniel descobriu que o decreto já estava assinado. Ele sabia que havia homens torcendo pela sua queda, esperando o momento de vê-lo destruído. Mesmo assim, não fechou as janelas, não mudou sua essência, não negociou sua fidelidade. Ele continuou se ajoelhando diante de Deus. Que força é essa? É a força de quem entende que perder a presença de Deus é pior do que enfrentar a cova.
Talvez você também esteja sentindo o peso de ter sido alvo de gente que sorriu para você, mas por trás se levantou contra a sua vida. Talvez o que mais doeu não foi a luta, mas saber que havia pessoas planejando em silêncio a sua dor. Mas hoje o Senhor Jesus manda te dizer: a reunião deles não cancela o propósito de Deus. A maldade deles não muda o que o céu escreveu ao seu respeito. A cova não será o seu fim. Vai ser o cenário do testemunho que Deus ainda vai te dar.
E eu te pergunto: se descobrisse hoje tudo o que fizeram contra você, ainda conseguiria continuar de joelhos diante de Deus?
“Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, três vezes no dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.” Daniel 6:10
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