Um limite não precisa ser aprovado pelo outro para ser legítimo.
Nem todo limite precisa vir acompanhado de uma longa explicação. Às vezes, você já pensou, já avaliou e sabe que aquela resposta é “não” — mas, quando percebe o desapontamento do outro, começa a duvidar de si mesma.
Talvez você tema a cara fechada, a crítica ou a possibilidade de alguém se afastar. Então, para preservar a relação, tenta suavizar tanto a resposta que acaba deixando uma porta aberta para insistências. Mas acolher o sentimento de alguém não significa abrir mão da sua própria decisão.
Um limite respeitoso não é falta de amor. É também uma forma de reconhecer o que você consegue oferecer sem se abandonar no processo. E, se a culpa aparece, vale olhar com carinho para o que ela está tentando proteger: o vínculo ou o medo de não ser aceita?
Você pode considerar o outro e, ainda assim, permanecer fiel ao que precisa. Clareza também pode ser cuidado.
Se fez sentido pra você esse vídeo deixa seu comentário e já me segue para mais conteúdos sobre saúde emocional, fé e transformação interior.
Nenhum comentário:
Postar um comentário