Você quer a unção de Deus, mas está disposto a abrir mão daquilo que Ele está pedindo?
Todos querem o azeite, mas poucos compreendem o que acontece antes de ele ser extraído.
A azeitona precisa passar pela prensa para liberar o azeite. E, na vida espiritual, existem processos que exigem renúncia, entrega e obediência.
A unção não é um título, uma posição ou uma manifestação de poder. É responsabilidade diante de Deus. É carregar um chamado que, muitas vezes, exigirá abrir mão da própria vontade para viver a vontade do Pai.
Jesus, no Getsêmani, nos ensinou que a maior expressão de entrega não está em fazer o que desejamos, mas em obedecer, mesmo quando isso nos custa profundamente.
“Todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.” (Mateus 26:39)
Há coisas às quais precisamos renunciar não porque sejam necessariamente ruins, mas porque já não cabem no propósito que Deus estabeleceu para nós.
O processo pode ser doloroso, mas não é inútil. A renúncia pode custar muito, mas a obediência produz frutos que nenhuma conquista humana pode substituir.
Não confunda o preço do chamado com a ausência de Deus. Às vezes, é justamente no lugar da entrega que nossa intimidade com Ele se aprofunda.
Porque, no Reino, não se trata de quanto conseguimos conquistar, mas de quanto estamos dispostos a entregar.
A unção nos custará tudo. Mas nada se compara ao privilégio de pertencer inteiramente a Ele.
E agora, uma pergunta para o seu coração:
O que você ainda está tentando preservar que Deus já lhe pediu para entregar?
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