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domingo, 26 de abril de 2015
PAI QUERO OUVIR TUA VOZ
“Mas quem me ouvir terá segurança, viverá tranqüilo e não terá motivo para ter medo de nada.” (Provérbios 1:33 – NTLH)
Uma vida segura, tranqüila e sem medo! Que mais alguém poderia desejar? De fato, nos dias instáveis, tumultuados e violentos em que vivemos, chega a ser utópico falar na possibilidade de uma vida longe destes infortúnios.
Quer no contexto da nossa vida pessoal, familiar, profissional, ou ainda no âmbito dos nossos relacionamentos e influências, sonhamos mesmo por uma vida segura, tranqüila e sem medo.
Mas, poderá tornar-se real este anelo? Claro que sim! E glórias a Deus por isso! Se dermos atenção à voz do Senhor, se ouvirmos os Seus conselhos, se seguirmos Suas diretrizes, certamente teremos uma vida plena e abençoada. O segredo é ouvir o Senhor.
Pai, quero ouvir tua voz, quero seguir-te e obedecer-te; quero viver-te. Ajuda-me em nome de Jesus. Amém.
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O DEDO DE DEUS
“Então os magos disseram ao faraó: Isto é o dedo de Deus.” (Êxodo 8.19).
Moisés e Arão já tinham feito a vara virar serpente (Ex.17.10) e os magos do Egito tinham feito o mesmo. Tinham transformado as águas em sangue e os magos tinham feito o mesmo (Ex.7.22). Tinham multiplicado grandemente as rãs do rio Nilo e os magos também haviam reproduzido essa façanha (Ex.8.7). Mas quando Moisés e Arão transformaram o pó de toda a terra do Egito em piolhos, os magos, que eram hábeis em ilusionismo e prestidigitação, disseram ao faraó: Isto não é mágica, é o dedo de Deus.
Até então, sua habilidade lhes havia permitido imitar os dois irmãos servos de Deus, pensando, talvez, que o que estes estavam fazendo era só ilusionismo. Mas agora reconhecem: o que está por trás de Moisés e Arão é o dedo de Deus, e contra ele não podemos fazer nada . E a partir desse momento os magos saíram de cena.
Aos adversários que o acusaram de expulsar demônios pelo poder de Satanás, Jesus perguntou: “Se Satanás está dividido contra si mesmo, como o seu reino sobreviverá? Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então o reino de Deus chegou até vós.” (Lc.11.18,20).
Dedo de Deus é uma metáfora para significar que Deus está exercendo pessoalmente o seu poder. Que ele é o Deus da promessa que desceu ao Egito para libertar o seu povo (Ex.3.8), que é o Deus da aliança que escreveu seu testemunho nas tábuas de pedra (Ex.31.18), que é o Senhor da história e juiz das nações que escreveu a sentença de Belsazar na parede do palácio, que é o Deus que aqui veio para libertar-nos do Diabo e destruir suas obras (1Jo.3.8).
sábado, 25 de abril de 2015
SENTA AQUI, VAMOS CONVERSAR
Tire sua máscara! Vamos falar a verdade. Vamos expor o coração e mostrar as sutilezas. Vamos abrir as portas, as janelas, vamos levantar os móveis. Vamos tirar o tapete, chacoalhar a poeira, tirar os cadeados. Vamos deixar a LUZ entrar. Entrar pra vermos o que temos e o que não temos.
Estamos decorados, limpos, bonitos ? Com flores na janela e enfeites coloridos. Com almofadas em um ambiente acolhedor ?
Ou cheios de poeira, com móveis desgastados. Cheios de entulhos com teias de aranha em um ambiente amedrontador?
Nosso coração é uma grande casa, cheia de cômodos. Tantos quanto torna-se difícil contar.
Há cômodos sempre visitados, Sempre cheios de gente, de vida, de alegria. Os cômodos mais aparentes: a sala de estar,a cozinha, estes, estão sempre limpos, afinal são os mais notados.
Mas há outros quartos que estão fechados a tanto tempo!
Tanto tempo que você se esqueceu que eles existem. Tanto tempo que só de pensar em abri-lo você já sente desconforto.
A semelhança daquele quartinho de bagunças que você tem nos fundos de casa. Fechados não trazem problemas. Não exalam cheiro, não mostram feiura, não revelam a verdade. Fechados não incomodam.
Mas fechados juntam bichos, sujeira, juntam doenças e geram tanta coisa desnecessária.
Não tem pra onde fugir se você se sentou aqui. Chegou a hora de abri-los. Pense nos seus quartos nesse instante. Quais foram as situações de sua vida que você trancou ? Quais foram os traumas que você sofreu ? Quais são os seus segredos?
Fingir que algo não existe não resolve a situação, apenas ADIA a sua resolução e de quebra te trava em muitas áreas da sua vida.
Você não pode ser o resultado do que te fizeram, você deve ser o resultado de como lidou com o que te fizeram. Pessoas são instrumentos de Deus para nos abençoar, mas muitas vezes podem ser usadas pelo inimigo para nos machucar.
Você deve sempre lembrar que a sua luta não é contra carne e sangue, mas contra o poder das TREVAS.
Satanás sabe que Deus trabalha pela instrumentalidade de pessoas, então se ele te fizer desconfiar delas, se isolar delas,porque em algum momento elas te feriram, ele terá conseguido te afastar de muitas coisas excelentes da parte de Deus.
Quando a mágoa se instala, pensamos em uma coisa: MATAR o ofensor. Como assim Val ? Eu não penso isso não! Tá bom, deixe-me te explicar.
Existem duas maneiras de matar uma pessoa:
• com as mãos ( DICA: nunca faça isso ok ? rs).
• no coração e na mente.
Bora pra segunda opção e como ela acontece.
Muitas pessoas dizem: Ah, eu já o perdoei, mas não quero nunca mais ver a cara do indivíduo.
Meu amigo (a), isso não é perdão, isso é assassinato. Você está anulando ele (a) dos seus pensamentos para não mais sofrer, o que NÃO significa que seu coração o tenha perdoado e esteja limpo para continuar adiante.
Talvez esse seu quartinho trancado, seja um quarto de morte.
Talvez você tenha aprisionado alguém em um de seus quartos internos como que dizendo : vou fingir que isso nunca existiu, não aconteceu, não vou lidar com isso. E plaft , fechou a porta atrás de você e talvez já façam tantos anos.
Mas você sabe o quanto esse peso extra, o quanto essa sujeira tem te atrapalhado de viver em plenitude.
Não é isso que Deus tem pra você!
Esse quarto tem uma chave, chama-se perdão!
Sem o perdão não iremos a lugar algum, sabe porquê? Porque Deus diz em Mateus que se não perdoarmos a divida
dos nossos irmãos Ele não perdoaria a nossa.
Perdoar é rasgar a divida, por mais difícil que seja. Perdoar é dizer a Deus: eu não tenho o direito de manter essa pessoa cativa, pois se eu sou pecador e recebi o Teu perdão, o mínimo que posso fazer é demonstrar misericórdia para com o meu próximo.
Perdoar é um mandamento, não um sentimento. Você não sente de perdoar e por isso o faz. Você simplesmente sabe que se não perdoar, o ofensor ficará te lembrando todo dia da ofensa em sua mente.
E tem uma coisa que eu não te contei, se você tem um quarto desses que eu estou dizendo, saiba que tem um visitante que regularmente visita esse seu quarto. O diabo… sim, Ele se alimenta da mágoa. Ele entra, come, bagunça mais um pouco e vai embora.
Em nome de Jesus decida perdoar hoje. Você não merece viver desta maneira. Lembre-se que guardar mágoa é tomar veneno esperando que o ofensor morra.
Abra esse quarto hoje em oração. Libere seu prisioneiro, se achar necessário vá até ele, ou faça uma ligação e diga a Ele: até hoje eu não te perdoava, mas eu entendi que eu estou ferindo a Deus, eu estou pecando contra Deus se eu não perdoar, por este motivo eu te peço perdão e te perdoo.
Isso só te trará vantagens, a PALAVRA de DEUS GARANTE! Limpe o seu quarto. Sonde cada pensamento imundo e arranque ele fora em nome de Jesus ! Deixe a LUZ do Senhor entrar, leia a biblia, cante hinos.
E que esse quarto a partir de agora seja um lugar para abrigar AMOR ao próximo .
Que você possa olhar pro Diabo depois de resolver essa situação e dizer: que tenho eu contigo ?! NADA! Sai fora!
Deus nos ajude a melhorar!
A GRATIDÃO
O homem, por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída. Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrina.
Os olhos da cor do céu brilharam quando viu determinado objeto.
Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesas azuis. "é para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?"
O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou: "quanto dinheiro você tem?"
Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse: "isto dá, não dá?"
Eram apenas algumas moedas, que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, eu quero dar este colar azul para a minha irmã mais velha. Desde que morreu nossa mãe, ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ela ficará feliz com o colar que é da cor dos seus olhos."
O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome, leve com cuidado.
Ela saiu feliz, saltitando pela rua abaixo.
Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de longos cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis, adentrou a loja.
Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim, senhora.
- E quanto custou?
- Ah, falou o dono da loja, o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o freguês.
A moça continuou: "mas minha irmã tinha somente algumas moedas. O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!"
O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e devolveu à jovem.
- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar - disse ele.
- Ela deu tudo o que tinha.
O silêncio encheu a pequena loja, e duas lágrimas rolaram pelas faces jovens, enquanto suas mãos tomavam o embrulho e ela retornava ao lar, emocionada.
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Verdadeira doação é dar-se por inteiro, sem restrições. Gratidão de quem ama não coloca limites para os gestos de ternura.
E a gratidão é sempre a manifestação dos espíritos que têm riqueza de emoções e altruísmo.
Sê sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento de ninguém.
Gratidão, como amor, é também dever que não apenas aquece quem recebe, como reconforta quem oferece.
PALAVRAS E AÇÕES
O filósofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das relações humanas. Diz o seguinte: Quem você é fala tão alto, que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Quantas vezes já pensamos a respeito disso? Quantas vezes já avaliamos o quanto nossas ações pesam no nosso cotidiano?
Muitas vezes, gostaríamos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando raciocínio lógico e perspicaz.
Doutras vezes exigimos do político, do chefe, do parente ações mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.
Indignamo-nos perante as injustiças sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletrônicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opinião.
Tudo isso é muito justo e o correto exercício de cidadania cabe a cada um de nós de maneira impostergável.
Porém, já refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes com nossas ações? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?
Ninguém tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda não se esforça por oferecer.
Se você recebe um troco a mais no caixa da padaria, e não se incomoda em devolver o que não lhe pertence, é furto.
Se você não se incomoda em subornar o policial quando está sujeito a uma multa, está fomentando a corrupção.
E se você falsifica documentações e recibos, a fim de forjar sua declaração de renda, está incorrendo em crime contra o Estado.
Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necessário uma análise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas ações são coerentes com nosso discurso.
Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se você deseja políticos mais honestos, que a honestidade comece por você.
Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consciências a qualquer preço, se assim tivesse condições.
Desta forma, se você anseia por relações sociais justas e direitos iguais para todos, comece por não exigir privilégios que não têm cabimento.
Quem não cumpre suas obrigações sociais, a partir da sua própria declaração de renda, não titubearia em forjar licitações, negociações ou desviar dinheiro público.
* * *
Se você sonha com governantes e homens de negócios que passem ao largo de conchavos e formação de quadrilhas de paletó, comece por você.
Só teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e ações.
Até lá, correremos o risco de estarmos como o filósofo previu: nossas ações falarão tão alto, que ninguém conseguirá escutar o que estamos dizendo.
UM NOME TRISTE
“Depois ele se deitou de novo com sua mulher, ela engravidou e deu a luz um filho. Ele o chamou Berias, pois tinha acontecido uma desgraça em sua família.” (1Crônicas 7.23).
Os nomes das pessoas na cultura israelita e semítica sempre tinham significado. Frequentemente se referiam a um acontecimento na vida dos pais ou da família, ou mesmo na vida da nação. Berias tem em hebraico um som parecido com o da palavra para “desastre”, “tribulação” ou “desgraça”. É um nome triste, e seu portador teve que carregar pelo resto da vida essa referência dolorosa. Imaginem quantas vezes ele teve que explicar a razão de um nome tão desagradável.
O cronista nos conta que a desgraça marcada pelo seu nome aconteceu na família de Efraim, um dos dois filhos de José, que se tornou cabeça de uma das tribos de Israel. Segundo a Nova Versão Internacional, “Ezer e Eleade, filhos de Efraim, foram mortos por homens da cidade de Gate, quando tentavam roubar os rebanhos deles. Efraim chorou muitos dias por eles e seus parentes vieram consolá-lo.” (1Cr.7.21,22).
Depois disso nasceu-lhe outro filho, como relata o v.23, acima transcrito, porém, em vez de sentir consolo e esperança, Efraim perpetuou sua tristeza, dando o nome de Berias a seu novo filho. Parece que Efraim era uma dessas pessoas que tendem a prolongar sua dor, mesmo quando é possível abreviá-la. Assim, constituem-se em eternas vítimas das circunstâncias. Nem mesmo uma grande alegria, como o nascimento de um filho, pode atenuar suas mágoas.
Não temos que “esticar” nosso sofrimento como se fosse um elástico. Em vez de “futucar” a ferida para sempre, deixemos que ela cicatrize. Aprendamos com Paulo, o apóstolo: “Sofremos pressões de todos os lados, mas não estamos arrasados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.” (2Co.4.8,9).
VOCÊ CONTRATARIA UM PESSOA COMO VOCÊ?
“A multidão dos homens apregoa a sua própria bondade,
porém, o homem fidedigno, quem o achará?” (Provérbios 20:6)
Você, que se conhece a fundo, que é quem mais sabe sobre sua competência, sua dedicação, por favor, nos conte uma coisa: se tivesse uma empresa, se administrasse uma empresa, você se contrataria? Gostaria de ser seu sócio?
Não dê uma resposta rápida nem uma “oficial”, preparada, “para inglês ver”. Reflita um pouco, seja sincero e honesto consigo mesmo e responda minha indagação. Se, após refletir, você continuar firme de que seria uma boa contratação, ótimo! Agora, se você não se contrataria, por que acha que alguém deveria fazê-lo? Ou você acha que, se for contratado, o tempo não irá revelar suas qualidades e defeitos?
Às vezes as pessoas conseguem uma indicação, uma oportunidade, e não a aproveitam. Muitas vezes, indicamos pessoas que julgamos conhecer para um emprego e percebemos que, em pouco tempo, aquela chance de trabalhar (ou voltar a trabalhar) não durou muito, que a vaga logo foi reaberta. A pessoa indicada não trabalhava corretamente, era preguiçosa ou incompetente, antipática ou até mesmo desonesta. Essa pessoa, claro, perdia o emprego e nós, por outro lado, ficávamos frustrados, além de ficar uma situação muito desconfortável com quem confiou em nossa indicação!
Do que adianta você ser apresentado por alguém, conseguir uma chance, um bom emprego, e não ser um bom profissional? Na verdade, a melhor apresentação de sua pessoa e de seu trabalho, quem faz, é você mesmo.
Lembro-me de que era professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde os professores ganhavam mal e, por isso, tinham a tendência de darem aulas ruins. Havia uma queda de rendimento generalizada, muitas faltas e atrasos. Eu continuava cumprindo meu trabalho. Chegava e saía na hora certa, dava uma boa aula, era exigente nas provas. Em uma de minhas turmas, acabei lecionando para o dono de uma universidade particular que, vendo meu trabalho, convidou-me para ser professor na universidade dele e ganhar mais. Assim, deixei meu emprego na UFF e fui para uma instituição particular. Obtive um progresso profissional porque estava fazendo o meu trabalho direito, estava sendo um bom profissional, mesmo que em condições, aparentemente, ruins.
Ao trabalhar da forma correta, você tem mais chances de manter seu emprego ou, até mesmo, de conseguir um melhor. Sendo um bom profissional, surgirão novas oportunidades e você passará a ter a opção de escolher a melhor, aquela que se adapta melhor às suas necessidades e demandas.
Sempre achei estranho o fato de pessoas buscarem profissionais no mercado e dizerem que está difícil achá-los. E, ao mesmo tempo, pessoas desempregadas dizerem que está difícil arrumar um emprego. Ora, deve haver alguma coisa errada! Como é que os donos das empresas estão reclamando que faltam bons funcionários; e estes, que faltam bons empregos? Sabe o que está errado? Falta de gente capacitada no mercado.
A conclusão é que se você for uma pessoa preparada, confiável e dedicada, terá emprego e oportunidades. As empresas precisam cada vez mais de profissionais com um perfil correto, honesto, produtivo, comprometido, assertivo... Ao agrupar o maior número de boas qualidades, mais útil será, e é isso que o mercado de trabalho busca.
Cabe lembrar que essas características exigidas pelo mercado profissional não lhe serão atribuídas apenas porque você as colocou em seu currículo ou afirmou possuí-las em uma entrevista. Elas lhe serão atribuídas quando as outras pessoas disserem a seu respeito coisas que o qualifiquem como tal ou quando o seu trabalho e a sua atuação diária as comprovar. A obtenção dessa credibilidade e reconhecimento público leva tempo e requer paciência e superação de situações difíceis.
Seu desafio, então, é, a partir de agora, tornar-se alguém que você mesmo contrataria, se já não é o caso. Trabalhe arduamente para se transformar em um excelente profissional, lembrando-se da lição de Provérbios 14.23: “Todo trabalho árduo traz proveito, mas o só falar leva à pobreza.”
BUSCAR SEUS OBJETIVOS OU ESPERAR EM DEUS
Esta é uma pergunta que todo crente enfrenta mais cedo ou mais tarde. Muitos acreditam que por entregarem a Deus os desejos do coração não é preciso se esforçar para conseguir o que almejam. Outros acreditam que Deus apenas abençoa quem trabalha ou, então, que Deus não se importa com questões pessoais. Mas, afinal, qual é a atitude que a Bíblia recomenda? Devo esperar pacientemente no Senhor, e não fazer nada, ou devo ir à luta e buscar o que desejo?
A resposta não é simples... mas precisamos entender como Deus trabalha. Se lermos a Bíblia de capa a capa, encontraremos situações muito diferentes: algumas vezes Deus mandou o povo guerrear (Juízes 20.34, 2Samuel 17.11), noutras vezes disse que o povo não deveria fazer nada e só esperar o livramento (II Reis, cap 19) e, ainda outras vezes, Deus mandou o povo lutar, mas reduziu o número de soldados de Israel (Juízes, cap 7). Algumas vezes Deus fez o alimento literalmente chover sobre seu povo (Êxodo 16:4), mas noutras o alimento precisou ser pescado, ainda que miraculosamente (Lucas 5:1-11).
Se você reparar, Deus não tem uma fórmula pronta, nem única, para cuidar de seus filhos, mas sempre cuida deles. Aí surge a questão: quando eu devo trabalhar... e quando esperar?
A resposta quem dará é o próprio Deus, que fala conosco de formas variadas, como por exemplo, através da oração, da leitura da Bíblia e dos seus profetas. O Espírito Santo não só intercede por nós mas também nos orienta, se dermos liberdade para Ele. Quanto mais estivermos em comunhão com Deus, mas fácil será ouvir Suas orientações.
É importante perceber que Deus age em parceria com o homem. Ele faz a parte dEle... e nós devemos fazer a nossa. Para saber qual é a nossa parte, o primeiro passo é ler sua Palavra, pois ela dá as orientações e princípios gerais.
A Bíblia nos manda trabalhar, nos esforçarmos, termos bom ânimo, fazer tudo da melhor forma que pudermos, fazermos tudo com o coração. Também nos manda sermos honestos, seguirmos o exemplo de Cristo e não fazermos ao próximo nada que não gostaríamos que fizessem conosco. Manda os empregados trabalharem com dedicação e "não por vista", como se estivessem trabalhando para Jesus... e manda os patrões agirem do mesmo modo.
Não existe nenhuma base bíblica para o crente "jogar" tudo para Deus e ficar dormitando, mas, ao contrário, a preguiça é severamente criticada. Todas as vezes que Deus quis que o povo não fizesse nada, apenas esperasse, essa ordem foi dada de modo direto, claro e expresso. Para Moisés, por exemplo, Deus disse: "Por que clamas a mim, Moisés? Diga ao povo de Israel que marche!" (Êxodo, cap 14) Quando marchamos, com fé, em direção aos mares da vida, Deus opera Seus milagres! Jesus dizia para lançarmos a rede, que os peixes viriam!
Assim, por exemplo, se você quer passar no vestibular, tirar boas notas, conseguir um emprego ou passar em um concurso, a orientação bíblica é se marchar, pescar... ou seja, se esforçar, sabendo que Deus estará fazendo a parte dEle. Não tenha ansiedade (Filipenses 4.6): quando Deus nos manda guerrear, "É ele que treina as minhas mãos para a batalha" (2Samuel 22.35), quando nos manda aguardar, Ele é aquele que trabalha enquanto dormimos (Sal 127.2). O Salmo 127 deixa claro que precisamos guardar a cidade e construir nossa casa, mas que precisamos de Deus para que nossos projetos tenham sucesso. (No mesmo sentido, Proverbios 10.22 e Deuteronomio 8.17.)
A Bíblia indica que há uma grande diferença entre fé e irresponsabilidade, entre confiança e imobilismo. A atitude para alcançar a vitória envolve fé e trabalho, confiança e esforço.
Há uma história, que foi contada no filme Desafiando Gigantes, que fala de dois fazendeiros que precisavam desesperadamente de chuva para conseguir plantar suas sementes e alimentar suas famílias. Os dois oraram pedindo chuva a Deus, mas apenas um deles foi arar a terra. Qual dos dois era um homem de fé? Ora, o que foi arar a terra é que era um homem de fé!
Deus tem planos de paz, de bem, prosperidade e alegria para seu povo, mas quer que seus filhos sejam pessoas maduras, íntegras, experimentadas e exemplos de conduta. Ele nos manda termos bom ânimo e nos esforçarmos. Assim, quer seu objetivo seja familiar, nos estudos, nos esportes, na vida pessoal, a recomendação bíblica é conciliar a fé e o trabalho.
José trabalhou na casa de Potifar e na prisão, Moisés conduziu uma caminhada de quarenta anos pelo deserto; Davi, antes de enfrentar Golias, já havia "treinado" sua mira em um leão e um urso e assim por diante. Nenhum herói da fé ficou parado... e nem você deve ficar. Marche... e Deus irá na frente abrindo o mar das dificuldades.
Assim, se você tem sonhos, faça uma parceria com Deus. Confie em Jesus... e faça sua parte!
WILLIAM
HOJE EU POSSO ESCOLHER
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a deus pela oportunidade da experiência.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso gastar os minutos a me lamentar ou ficar feliz por ter o dia de hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser vivido da maneira que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma às idéias e utilidade às horas. Tudo depende só de mim."
Nesta mensagem atribuída ao saudoso Charlie Chaplin, astro de Hollywood que encantou o mundo no tempo do cinema mudo, encontramos motivos de reflexões.
Sem dúvida, a vida é feita de escolhas...
O tempo todo estamos fazendo escolhas, elegendo o que fazer e o que não fazer, o que pensar e o que não pensar, em que acreditar e em que não acreditar.
A vida está sempre a nos apresentar opções. E as escolhas dependem exclusivamente de nós mesmos.
Não há constrangimento algum. Somos senhores absolutos da nossa vontade, no que diz respeito às questões morais.
Se é verdade que às vezes somos arrastados pelas circunstâncias, é porque optamos anteriormente por entrar nesse contexto.
Assim, antes de optar por qualquer das opções que a vida nos oferece, é importante pensar nas conseqüências que virão em seguida.
Importante lembrar que não estamos no mundo em regime de exceção. Todos estamos na terra para aprender. E as lições muitas vezes são mais simples do que pensamos.
Não imaginemos que as coisas e circunstâncias desagradáveis só acontecem para nos atingir. Elas fazem parte do contexto em que nos movimentamos junto a milhares de pessoas que vivem na terra conosco.
***
Olhe, em seu jardim, as flores que se abrem e nunca as pétalas caídas.
Contemple, em sua noite, o fulgor das estrelas e nunca o chão escuro.
Observe, em seu caminho, a distância já percorrida e nunca a que ainda falta vencer.
Retenha, em sua memória, risos e canções e nunca os seus gemidos.
Conserve, em seu rosto, as linhas do sorriso e nunca os sinais da mágoa.
Guarde, em seus lábios, as mensagens bondosas e esqueça as maldições.
Conte e mostre as medalhas de suas vitórias e encare as derrotas como uma experiência que não deu certo.
Lembre-se dos momentos alegres de sua vida e não das tristezas.
A flor que desabrocha é bem mais importante do que mil pétalas caídas.
E um só olhar de amor pode levar consigo calor para aquecer muitos invernos.
Seja otimista e não se esqueça de que é nas noites sem luar que brilham mais forte nossas estrelas.
CIRCULO VICIOSO
Se o Filho os libertar, vocês serão, de fato, livres. (João 8:26) A liturgia da quarta-feira de cinzas é um “convite à penitência, à humildade, a ter diante dos olhos a própria condição de mortal, mas não para cair no desespero, muito pelo contrário, para poder acolher exatamente nesta nossa mortalidade, a inimaginável proximidade de Deus, que, além da morte, abre as portas para a ressurreição, ao paraíso finalmente reencontrado”. (Papa Bento XVI) A quarta-feira de cinzas é o dia que se inicia a quaresma - 40 dias até o domingo de Páscoa. Pela tradição, o período da quaresma tem como objetivo ser um tempo no qual as atividades e hábitos pecaminosos são abandonados. A quarta-feira de cinzas é o início deste período de arrependimento. A Bíblia contém inúmeras narrativas de pessoas usando “poeira e cinzas” como símbolo de arrependimento. Se alguém se sente movido pelo Senhor a observar a quarta-feira de cinzas ou a quaresma, o importante é que o faça sob a ótica bíblica. É boa coisa se arrepender de atividades pecaminosas, mas nada que fizermos nos libertará do pecado. Mesmo que o observemos com rigor, quando terminar esse ritual cairemos novamente em transgressões. É o círculo vicioso do pecado. Os judeus confiavam cegamente nas tradições e nas cerimônias religiosas. A esperança deles estava depositada na ascendência e na obediência à Lei de Moisés e à tradição oral dos antigos. Eles sentiam-se espiritualmente livres do pecado porque se consideravam nação santa, uma raça eleita por Deus. Jesus discordou deles ao afirmar que eles eram escravos do pecado e não filhos de Deus e que só por meio dele, Jesus Cristo, poderiam encontrar a verdadeira liberdade espiritual. O ritual de “poeira e cinzas”, e sua tradição, se tornaram inócuos quando da morte de Jesus Cristo, porque naquele momento ele levou os nossos pecados no seu corpo sobre a cruz a fim de que morrêssemos para o pecado e vivêssemos uma vida correta. Por meio dos ferimentos dele nós somos libertos, quando genuinamente arrependidos. Portanto, o melhor que temos a fazer agora é confiar no poder redentor do sangue de Jesus Cristo. Esta é a única maneira de ficarmos livres dessa escravidão que assola a humanidade desde a queda no Jardim do Éden. Aquele que é liberto por Jesus Cristo não vive pecando. (1 João 3:9)
sexta-feira, 24 de abril de 2015
A CARREIRA DE UM ESCOLHIDO
Gostaria de iniciar esta mensagem fazendo uma pergunta. O que é uma carreira?
Se você realizar uma pesquisa, encontrará muitos conceitos. Entretanto, todos os conceitos encontrados possuem basicamente o mesmo significado, ou seja, a mesma rota.
Segundo o dicionário Aurélio a palavra carreira tem o significado de: Corrida veloz / Profissão/ Rota, percurso habitual de navios, trens, aviões.
A Wikipédia diz que carreira é um “caminho estreito” ou um “espaço percorrido com velocidade”.
A muitas outras definições, inclusive em sites empresariais que define carreira como um “objetivo profissional”.
O objetivo deste estudo é procurar entender conceitos de uma carreira ministerial. Afinal, o maior pregador da palavra de Deus no novo testamento; Paulo, em 2 Tm 4:7 afirmou ter concluído a sua carreira.
Talvez, Paulo, possa ter sido o único ministro da palavra de Deus que pode ter o privilégio de ter concluído a sua carreira. Uma carreira não é comprada. Você não ganha uma carreira de alguém.
Os maiores consultores empresariais do mundo diz que para obter uma carreira de sucesso é preciso ter competências diferenciadas. Citarei 05 passos para uma carreira profissional segundo Bryan Tracy.
• Metas Claras;
• Tenha autocontrole;
• Assuma riscos;
• Confie em você;
• Faça o que ama.
Ao estudar o que levou o Ap. Paulo a concluir sua carreira, você observará que o mesmo tinha comportamentos que o diferenciava dos demais. Um dos concelhos citado acima de Bryan é obter metas claras, Paulo declara ser um homem que viveu seu ministério com metas bem definidas; “prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus” (Fl 3:14).
Paulo tinha um alvo, tinha uma meta bem clara de onde queria chegar. Na linguagem empresarial chamamos alvo de Target. É através do Target que todos os processos empresariais são definidos, como: Marketing – Logística – Processos de RH, entre todos outros. Resumindo, não se faz projetos sem antes ter definido o Target, ou seja, o alvo.
Outro comportamento observável do Apostolo Paulo é o desejo de alcançar a recompensa. Muitos almejam uma carreira de sucesso pela recompensa, ou seja, o que ela pode te proporcionar.
Para Paulo, obter uma carreira de sucesso ministerial lhe proporcionaria “o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”.
Qual tem sido o seu Target ministerial? Qual o prêmio que deseja alcançar com a sua carreira?
Ao responder estas perguntas, talvez consiga identificar se o caminho de sua carreira ministerial esta correto.
Outro comportamento observável de Paulo o qual podemos identificar nos concelhos de Bryan é o autocontrole.
Este comportamento é identificado quando o Apostolo cita os dons do Espírito Santo. (1 Cor 12: 4-11). Do mesmo jeito que para obter sucesso em uma carreira profissional demanda ferramentas e conhecimentos, que normalmente são adquiridos através de Faculdade, MBA e treinamentos, para obter sucesso em uma carreira ministerial é preciso obter os dons do Espírito Santo. Os dons do Espírito lhe proporcionarão competências para tomar decisões nos diferentes cenários de sua carreira. Segundo Paulo, os dons são distribuídos segundo a vontade de DEUS. Entretanto, ele aconselha buscar pelos melhores dons (1 Cor 12:31).
Assim como buscamos as melhores faculdades e os melhores cursos que servem para nos ajudar a cumprir a carreira profissional, é na pessoa do Espírito Santo que encontramos todas as competências necessárias para concluir uma carreira ministerial com sucesso. Só através dos dons do Espírito que conseguiremos concluir a carreira e alcançar a tão aguardada recompensa.
Há mais uma competência observável na vida do Apostolo que, para mim, foi fundamental para o seu sucesso ministerial, esta recompensa é a de “recomeçar”.
Muitas pessoas não conseguem obter o tão esperado sucesso profissional, pois não conseguem identificar o seu propósito. Qual a carreira seguir? Quais os cursos devem fazer? Em qual empresa devo trabalhar? São perguntas que todos fazem em algum momento, principalmente, aqueles que querem seguir uma carreira.
Quando Paulo teve um encontro com Jesus, ele foi muito confrontado. Antes, ele acreditava que Jesus era seu inimigo, que os seguidores do mestre deviam ser presos ou morrer. Não há nada pior do que dedicar tempo, recursos, sonhos, em algo que não tem sentido. Paulo estava cumprindo o que ele achava que era o certo. Todos nós, em algum momento de nossa carreira, seremos confrontados. Será que estou fazendo o que é certo? Será que estou no caminho certo? É isso que Deus quer de mim? Perguntas como essas ecoam na mente de todo homem que buscam uma carreira ministerial.
Paulo, ao perceber que tudo que ele estava fazendo não era coerente com a verdade, ele deixou tudo para trás e focou somente em seu propósito, Cristo Jesus. “… mas uma coisa eu faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante”. (Fl 3: 13).
Como consultor e coach, meu trabalho é fazer com que meus clientes, os quais desejam alcançar resultados pessoal ou profissional, concentrem-se suas habilidades e força no que é possível fazer hoje. A palavra “passado” não é mencionado em minhas sessões de coaching. O ontem passou, ele não contribuirá mais para o seu sucesso. Paulo tinha a capacidade de focar no hoje, pois o mesmo entendia que o seu objetivo ministerial só seria alcançado se ele trabalhasse com este paradigma e não pensasse no que ele poderia ter feito ontem.
Cristo é novidade de vida. Paulo disse em 2 Cor 5:17 “Portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!”
Há habilidade de “começar de novo” é algo tremendo. Seu sucesso ministerial depende esta habilidade.
O que você precisa fazer para iniciar hoje um novo ciclo em sua vida? O que você precisa fazer hoje para ir de encontro com o seu objetivo? O que precisa fazer para cumprir o seu desígnio?
Não importa se tudo que você fez até ontem foi errado. Comece hoje a trabalhar no que é certo.
Ainda existe outra competência, ou melhor, outro processo de transformação o qual Paulo passou, e que contribuiu com o seu sucesso ministerial e a sua recompensa. Este processo de transformação não esta relacionado a comportamentos ou habilidades, este processo somente Jesus pode te proporcionar: “NASCER DE NOVO”. Segundo Jesus, nem as habilidades em gestão, ou competências de liderança pode te levar para o céu se não passar pelo novo nascimento.
Certo homem chamado Nicodemos, homem que tinha um profundo conhecimento das escrituras, uma autoridade entre os Judeus, perguntou para Jesus o que era necessário para ver o REINO DE DEUS. Jesus responde: “NASCER DE NOVO” (João 3:3).
Para obter um sucesso ministerial é necessário morrer para o pecado. Paulo quando encontrou com Jesus obteve um novo nascimento. Todas as competências e revelações que Paulo obteve em sua carreira ministerial foi resultado de um novo nascimento.
Quando JESUS disse a Nicodemos que ninguém poderá ver o Reino de Deus sem passar pelo novo nascimento, ele também se referia ao Espirito Santo de DEUS. Os dons do Espírito Santo estão diretamente ligados ao seu novo nascimento.
Além de suas competências observáveis, Paulo era cheio do Espírito Santo, pois o reino de DEUS era muito claro para ele. O sucesso ministerial de Paulo deve-se ao seu novo nascimento em Cristo Jesus.
Nascer de novo é morrer para o pecado.
Faça uma reflexão agora: “Ainda existe alguma área de sua vida o qual você precisa nascer de novo”? Lembre-se: A recompensa do homem espiritual estará sempre no céu. Para isso, você precisará terminar a sua carreira, fazendo justamente o que lhe foi proposto..
POSICIONE-SE COMO LÍDER
Você já ouviu aquela famosa frase: Por mais que você faça em favor as pessoas, elas nunca estarão satisfeitas?
Com certeza, esta frase é uma grande verdade, e todos aqueles que exercem uma posição de liderança precisa compreendê-la e aceita-la em seu ministério. Se você já passou por cenários o qual esta frase se tornou uma realidade em seu ministério sabe do que estou falando. Agora, se você ainda não passou por momentos assim, pode ter a certeza que ainda passará.
Em 1Samuel 30, a bíblia narra um cenário como este o qual o personagem foi nada menos do que o rei Davi. “Ao chegarem a Ziclague, Davi e seus soldados encontraram a cidade destruída pelo fogo e viram que suas mulheres, seus filhos e suas filhas tinham sido levados como prisioneiros. Então Davi e seus soldados choraram em alta voz até não terem mais forças. As duas mulheres de Davi também tinham sido levadas. Davi ficou profundamente angustiado, pois os homens falavam em apedrejá-lo; todos estavam amargurados por causa de seus filhos e de suas filhas. Davi, porém, fortaleceu-se no Senhor, o seu Deus”.
Davi precisou administrar duas situações. Primeiro: A dor de saber que a sua família foi levado ao cativeiro pelo inimigo. Segundo: A ingratidão de seus liderados.
A bíblia diz que os soldados de Davi queriam apedrejá-lo pela atual situação. Estes soldados, muito provavelmente, foram aqueles que chegaram até a Davi em dificuldades, endividados e descontentes, como é registrado em 1 Samuel 22, quando Davi refugia-se em Adulão. Mesmo depois de terem recebido apoio, treinamento, cuidados especiais, dedicação, alimento de seu líder, aqueles soldados, diante de um cenário adverso, queriam matar Davi.
Uma coisa é certa; alguém sempre será o culpado por determinadas situações, e este alguém sempre será o líder.
Este tipo de situação é normal em qualquer ambiente social, inclusive, dentro das igrejas. Agora, o que é preciso entender, é que o líder, diante deste cenário, precisa tomar uma posição! Davi nos deixa muito claro qual é o posicionamento do líder quando passar por momentos como este. A bíblia diz que Davi, diante desta situação fortaleceu-se no Senhor, o seu Deus.
A motivação do Líder sempre será no Senhor. Nada tem a capacidade de te motivar a permanecer focado em seu chamado ministerial do que o seu Deus. Se o líder olhar para o lado, para as pessoas que o seguem, muito provavelmente, irá encontrar motivos para abandonar o seu chamado, pois algumas pessoas possuem o comportamento da ingratidão em seu DNA.
Davi se motivou no Senhor, em seus propósitos, e em seu chamado. Davi sempre soube que ele seria o Rei de Israel. A única coisa que Davi queria, era buscar em seu Deus uma resposta para aquela situação. O Senhor respondeu a Davi “Persiga-os; é certo que você os alcançará e conseguirá libertar os prisioneiros”. (1 Samuel 30.8).
Diante desta história, podemos perceber que Davi viveu o que todos os líderes viveram ou viverão em seu ministério. Entretanto, Davi fez o que nem todos os líderes fazem; “Encontrar a sua motivação ministerial em Deus, e não em pessoas”.
Talvez, você que esteja lendo este artigo, passa estar passando por momentos semelhantes a este o qual Davi passou, e tem pensado em desistir de seu chamado ministerial por causa das pessoas ingratas que te seguem. Tenho uma palavra de Deus para você! Sua motivação vem de Deus. É nele que você precisa se fortalecer, é Ele que você precisa servir. Não importa o que você tenha feito em favor as pessoas as quais te seguem, elas sempre exigiram mais de seu líder. Ainda bem, que você serve um Deus que não é limitado, Ele sempre terá alimento para você. Basta se posicionar e buscar ao seu Deus. Davi sabia que o mesmo Deus que esteve com ele quando o mesmo derrubou o gigante Golias, também iria ajuda-lo nesta situação.
Levante-se e posicione-se como um líder diante desta situação. Existe um Deus que sempre te ajudou em seu ministério, e Ele está te esperando!
Que Deus abençoe tremendamente o seu ministério.
RELIGIÃO
Estou cansado de religião que vive um relacionamento superficial e interesseiro. Formam-se grupos com objetivos comuns sem pensar na unidade da Igreja de Jesus. Sinto-me estafado com tanta hipocrisia, com a falta de sinceridade, maledicências, fofocas nos relacionamentos dentro da comunidade da graça. O Senhor abomina os que promovem discórdia entre os irmãos (Pv 6.19). Infelizmente temos na comunidade de Cristo pessoas voltadas para a satisfação dos seus caprichos carnais. A religião enfatiza coisas e não pessoas. Cargos e não cargas. Sentimento como padrão aferidor e não a Palavra de Deus revelada na História e em nossa experiência de conversão, de novo nascimento.
Estou cansado da religião de aparência e não do coração, do interior. Nos interesses pessoais e não do Corpo de Cristo. Vivemos um tempo de superficialidade sem precedentes. Há mais interação com as máquinas do que com as pessoas. Os relacionamentos têm sido descartáveis, pois obedecem ao principio do utilitarismo, de atender nossas razões e nossos interesses mais diversos, especialmente carnais. Sinto-me pesado com tanta maldade no coração das pessoas que se dizem crentes, mas que agem como incrédulos. Tanto julgamento temerário (Mt 7.1-5). É impressionante como a religião valoriza o exterior em detrimento do coração, das entranhas. Vivemos num tempo de ajuntamento solene sem vida e sem relacionamentos qualitativos.
Não tem havido profundidade nas relações fraternais. Temos nos tornado um bando de gente perdida nos próprios interesses. Estamos acorrentados aos padrões do mundo. Vivemos um tempo de individualismo. Raramente nos encontramos para olharmos nos olhos e falarmos a verdade em amor. Experimentamos um tempo de frieza espiritual e frieza emocional. Não temos tempo para nos importar com o nosso irmão e com o nosso próximo. Fazemos um reducionismo de nossos encontros ao templo, às reuniões formais. Perdemos o referencial de comunhão, fraternidade, desprendimento e liberalidade dos irmãos primitivos (At 2.42-47; 4.32-37).
Estou cansado de religião, pois não há desejo intenso de obedecer às orientações do Senhor Jesus. Temos respondido de forma negativa ao agravo; não amamos os nossos inimigos; não caminhamos a segunda milha; tornamo-nos insensíveis às necessidades do próximo; não abençoamos os que nos amaldiçoam; não oramos pelos que nos perseguem (Mt 5.38-48). Reagimos negativamente os que nos ofendem. Não temos paciência uns com os outros. Tornamo-nos monstros em nossas relações, pois as vivemos instintivamente.
Somos implacáveis com os que erram como se não errássemos também. Agimos sem graça e misericórdia. À semelhança dos escribas e fariseus, acusamos as pessoas com muita facilidade. Vemos os defeitos nas pessoas e nos esquecemos dos nossos. Há pouquíssima disposição em servir ao próximo. Não somos imitadores de Deus como filhos amados e não temos andado em amor como Cristo nos amou e a Si mesmo se entregou por nós como oferta e sacrifício a Deus com aroma suave (Ef 5.1,2).
Sim, estou cansado de religião sem vida, sem renuncia, sem misericórdia, sem paixão, sem dedicação, sem compromisso, sem coração aquecido e sem amor. Uma religião que não prioriza os valores do Reino de Deus. Que não age como o samaritano e não olha para Jesus, mas para o homem.
Descanso no Evangelho de Cristo que serve, socorre em amor, encoraja, levanta o abatido, alivia os cansados e oprimidos, renova as forças dos desvalidos, acolhe em amor o maltrapilho, vive com sinceridade, serve com o amor de Cristo Jesus, prega a verdade com intrepidez e ousadia, ora intensamente pelos perdidos, investe no Reino de Deus, não faz acepção de pessoas, vive a simplicidade do evangelho; busca a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor; busca e nutre relacionamentos saudáveis; visita os órfãos, as viúvas, os doentes, os encarcerados e os pobres. Descanso na diaconia do evangelho de Cristo. Recreia as minhas entranhas ver os crentes vivendo em profundo amor que tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta, o amor que jamais acaba (1 Co 13.4-8). O evangelho de Cristo é o da Sua igreja. É o evangelho da comunhão, da fraternidade e da unidade em Cristo Jesus. É o evangelho de Cristo, que veio buscar e salvar o perdido para sair de uma vida solitária para uma vida solidária. É o evangelho da aceitação, do perdão e da festa para a Glória de Deus Pai (que é amor, 1 João 4.8), que nos ama com um amor furioso.
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