Ana me ensinou que não é a dor que define o fim, é a postura que você decide sustentar dentro dela. Ela não transformou a frustração em desculpa, não se acomodou naquilo que faltava e não viveu girando em torno daquilo que ainda não tinha. Enquanto muitos param no cansaço, Ana permaneceu. E existe algo que pouca gente quer encarar: não é só sobre orar, é sobre permanecer no lugar certo até que algo mude dentro de você, antes mesmo de mudar fora.
E quando a resposta veio, ela revelou um nível de maturidade que falta em muitos: ela não se apegou ao milagre. Ela devolveu. Porque quem entende o agir de Deus não transforma a resposta em posse, transforma em propósito. Ana não queria apenas receber, ela estava pronta para entregar. E isso expõe algo muito sério… você quer a resposta para aliviar a sua dor, ou está preparado para viver o propósito que vem depois dela?
“Por este menino orava eu; e o Senhor me concedeu a petição que eu lhe fiz. Pelo que também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver.”
1 Samuel 1:27–28
Por qual situação você tem orado e hoje você toma posse da resposta?
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