Vivemos em uma cultura obcecada por números, conquistas, títulos, patrimônio, influência e aparência. Passamos boa parte da vida tentando acumular aquilo que acreditamos que dará sentido à nossa existência.
Mas e se estivermos respondendo às perguntas erradas?
Talvez, no final, Deus não esteja interessado em saber o quanto possuímos, mas o quanto compartilhamos. Não o quanto fomos admirados, mas o quanto amamos. Não o tamanho do nosso sucesso, mas a profundidade da nossa humanidade.
Um dia, nossas máscaras cairão. Nossos discursos perderão a força. Nossas justificativas deixarão de fazer sentido.
E então restará apenas aquilo que realmente fomos.
Será o amor.
Ou a falta dele.
Nenhum comentário:
Postar um comentário