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domingo, 7 de junho de 2026

CULTURA

 Vivemos em uma cultura obcecada por números, conquistas, títulos, patrimônio, influência e aparência. Passamos boa parte da vida tentando acumular aquilo que acreditamos que dará sentido à nossa existência.


Mas e se estivermos respondendo às perguntas erradas?


Talvez, no final, Deus não esteja interessado em saber o quanto possuímos, mas o quanto compartilhamos. Não o quanto fomos admirados, mas o quanto amamos. Não o tamanho do nosso sucesso, mas a profundidade da nossa humanidade.


Um dia, nossas máscaras cairão. Nossos discursos perderão a força. Nossas justificativas deixarão de fazer sentido.


E então restará apenas aquilo que realmente fomos.


Será o amor.


Ou a falta dele.



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