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sábado, 6 de junho de 2026

CRUZ

 A igreja que nasceu aos pés da cruz não era conhecida por seus prédios, sua influência ou seus recursos. Era conhecida pelo amor. 


Enquanto o mundo acumulava para si, os discípulos repartiam. Enquanto a sociedade erguia muros, eles construíam pontes. Eles entenderam que o Evangelho não consiste em possuir mais, mas em amar mais.


A tragédia da igreja de Laodiceia não foi a falta de riqueza, mas a abundância sem dependência de Deus. Eles diziam: “Estou rico e não preciso de coisa alguma”, mas Cristo revelou que eram pobres, cegos e nus diante da eternidade. O maior perigo não é ter bens; é permitir que os bens tenham o coração. Não é prosperar; é prosperar sem a presença de Deus.


Vivemos dias em que muitos conhecem o valor das coisas, mas esqueceram o valor das pessoas. Defendem posições, mas abandonam irmãos. Protegem patrimônios, mas negligenciam almas. Acumulam tesouros na terra enquanto o céu procura corações rendidos.


Jesus não morreu por propriedades, instituições ou números. Ele derramou Seu sangue por pessoas. Cada alma vale mais do que todo o ouro deste mundo. Quando a igreja perde essa visão, ela se torna rica aos olhos dos homens e pobre aos olhos de Deus.


Que o Senhor nos livre da frieza de Laodiceia. Que nossa fé não seja medida pelo que possuímos, mas pelo quanto amamos. Porque no fim, não seremos lembrados pelos bens que juntamos, mas pelas vidas que tocamos para a glória de Cristo. Afinal, uma igreja cheia de recursos sem amor é apenas uma organização religiosa; mas uma igreja cheia do Espírito e do amor de Deus é um reflexo vivo do Reino dos Céus. ✝️🔥

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