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sábado, 12 de setembro de 2026

ASSUSTA

 O que mais me assusta não é somente o pecado cometido.


É quando alguém tenta usar o púlpito para apagar aquilo que aconteceu fora dele.


Neste caso, existem relatos públicos de violência doméstica, prisão nos Estados Unidos, atendimento após agressões e deportação. A própria mulher veio publicamente contar o que viveu. (Instagram)


E aqui está a reflexão que precisa chegar também aos líderes:


antes de entregar um microfone, é preciso conhecer minimamente a história de quem está sendo colocado diante da igreja.


Uma pessoa que errou pode se arrepender? Claro que pode.


A graça de Deus não tem dificuldade em alcançar pecadores.


Mas existe uma diferença enorme entre arrependimento e construção de uma nova imagem.


Provérbios 28:13 ensina que quem encobre as suas transgressões não prospera, mas quem confessa e abandona alcança misericórdia.


Arrependimento bíblico não começa dizendo:

“Eu nunca fiz.”


Começa tendo coragem de dizer:

“Eu fiz. Eu errei. Eu assumo. E não quero mais ser essa pessoa.”


E isso também precisa servir de alerta para a igreja:


púlpito não pode virar esconderijo de reputação.


Restauração é bíblica. Perdão é bíblico. Transformação é bíblica.


Mas nenhuma dessas coisas exige apagar a dor de quem sofreu para preservar a imagem de quem feriu.


Que Deus nos dê líderes com amor, mas também com discernimento.


Porque antes de perguntar se alguém prega bonito, talvez seja necessário perguntar:


essa pessoa está realmente vivendo aquilo que prega?


E para você: arrependimento verdadeiro pode existir sem assumir responsabilidade?


Me conta nos comentários e compartilha essa reflexão.



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