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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

OLHOS

 Quando Pedro tirou os olhos de Jesus, começou a afundar (Mateus 14:28–31). E essa não é apenas uma história sobre Pedro; é um retrato do nosso coração.


Enquanto seus olhos estavam em Cristo, Pedro caminhou sobre as águas. Mas, quando passou a olhar para o vento, para as ondas e para a força da tempestade, o medo ocupou o lugar da fé. Ele não afundou porque Jesus havia deixado de ser suficiente; afundou porque desviou o olhar daquele que o sustentava.


Nós fazemos o mesmo. Quando tiramos os olhos de Cristo, começamos a medir a nossa vida pelas circunstâncias, pelas perdas, pelo futuro, pelas pessoas e pelos nossos próprios recursos. E aquilo que parecia impossível de nos vencer começa a dominar o nosso coração.


A fé cristã não consiste em negar as tempestades, mas em contemplá-las sem perder de vista quem está conosco dentro delas. Jesus não prometeu ausência de ventos; prometeu sua presença.


Por isso, se eu e você tirarmos os olhos de Jesus, nós afundamos. Não porque a tempestade seja maior do que Deus, mas porque somos incapazes de permanecer firmes quando deixamos de olhar para aquele que é a nossa segurança.


“Fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da fé.” — Hebreus 12:2


Olhe para Cristo. Não para o tamanho das ondas. Não para a força do vento. Olhe para Cristo. Ele continua sendo suficiente.


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