Não fomos chamados para reproduzir o mundo, mas para refletir Cristo.
Há uma diferença profunda entre ser influenciado e ser transformado. Todos nós somos moldados por aquilo que admiramos, ouvimos e contemplamos. Por isso, a pergunta não é apenas “quem tem influenciado minha vida?”, mas: “para quem essa influência está me tornando semelhante?”
Paulo escreve: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” (1 Coríntios 11:1). O apóstolo não aponta para si mesmo como destino, mas como alguém que aponta para Cristo. A verdadeira influência cristã não cria discípulos de personalidades; cria pessoas cada vez mais parecidas com Jesus.
Jesus também declarou: “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração.” (Mateus 11:29). O centro da maturidade cristã não é parecer bem-sucedido, poderoso ou admirável aos olhos dos homens. É carregar o caráter daquele que negou a si mesmo, tomou a cruz e obedeceu ao Pai até o fim.
Talvez a maior evidência de uma boa influência espiritual não seja quantas pessoas admiram você, mas quantas pessoas, ao olhar para você, sentem desejo de conhecer mais profundamente a Cristo.
No fim, todos estamos sendo formados por alguma coisa. Que Cristo seja o modelo, a medida e o destino da nossa transformação.
“E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem.”
— 2 Coríntios 3:18
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