Até quando vai a sua fé? E até onde ela vai?
É fácil responder quando os filhos estão bem, o casamento está em paz, a saúde não assusta e as contas estão pagas.
Mas e quando você é aquela mãe que fecha a porta do quarto e chora por um filho?
Quando você olha para o seu casamento e não sabe se ele sobreviverá?
Quando chega uma notícia sobre a saúde de alguém que você ama e, por alguns segundos, parece que o chão desapareceu?
Eu já vivi um desses momentos.
Quando meu marido recebeu um diagnóstico de câncer, eu tive medo. Eu cria em Deus, mas tive medo.
E isso me ensinou algo que nunca mais esqueci: ter fé não significa nunca tremer.
No Salmo 13, Davi pergunta quatro vezes: “Até quando?”
Ele não esconde a angústia. Não finge força. Não espiritualiza a dor.
Mas o mesmo homem que começa perguntando “Até quando?” termina declarando:
“Eu, porém, confio na tua misericórdia.”
Talvez hoje você não consiga fazer uma oração bonita.
Talvez sua fé esteja cansada.
Então diga apenas:
“Deus, eu não sei até quando. Não sei até onde isso vai. Mas eu ainda estou aqui.”
Não use a dor deste capítulo para escrever antecipadamente o final da sua história.
Agora eu quero saber de você:
Até quando vai a sua fé? E até onde ela vai quando aquilo que você mais ama já não está nas suas mãos?
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