O culto verdadeiro não termina quando a música acaba.
Adoração não é apenas aquilo que fazemos dentro de um templo, diante de uma congregação ou ao som de uma canção. Adoração é a resposta de uma vida inteira à graça de Deus. Paulo nos lembra: “apresentem o corpo de vocês como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês” (Romanos 12:1).
Cantamos no domingo, mas adoramos na segunda-feira quando escolhemos a santidade em vez do pecado. Adoramos quando ninguém está olhando. Quando perdoamos. Quando dizemos a verdade. Quando recusamos aquilo que desagrada a Deus. Quando continuamos obedecendo mesmo quando não sentimos vontade.
O culto que agrada a Deus não é medido pelo volume da nossa voz, mas pela entrega da nossa vida. Podemos levantar as mãos no templo e, ainda assim, manter o coração distante. Podemos cantar sobre rendição e continuar governando a própria existência como se Deus não fosse Senhor.
Cristo não morreu para produzir espectadores emocionados aos domingos, mas um povo redimido que pertence a Ele todos os dias.
“Porque dele, por meio dele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre.”
Romanos 11:36
Que a nossa segunda-feira seja a continuação do culto que oferecemos no domingo. Porque, para quem foi alcançado pela graça, a vida inteira se torna altar.
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