Uma geração não abandona Jesus de uma vez.
Geralmente, acontece aos poucos.
O avô dizia: “A igreja é essencial.”
O pai cresceu ouvindo isso, mas começou a tratá-la como opcional.
O filho percebeu que dava para viver sem congregar e concluiu que era desnecessário.
Até que chega o neto e pergunta:
“Quem é Jesus?”
Essa frase deveria assustar mais famílias do que assusta.
Porque aquilo que uma geração tolera, a próxima pode normalizar — e a seguinte talvez nem saiba que perdeu.
Não estamos falando de simplesmente cumprir uma agenda religiosa aos domingos. Igreja não salva ninguém. Jesus salva.
Mas existe algo poderoso em uma casa onde os filhos veem os pais orando, abrindo a Bíblia, servindo, congregando, adorando e colocando Cristo no centro das decisões.
A fé que não é ensinada intencionalmente corre o risco de desaparecer silenciosamente da rotina familiar.
Deuteronômio 6 ensina que as palavras de Deus deveriam ser ensinadas aos filhos dentro de casa, no caminho, ao deitar e ao levantar.
Ou seja: o Evangelho não pode ser apenas uma lembrança dos avós.
Se queremos uma geração que conheça Jesus, precisamos apresentar Jesus a ela.
Não terceirize para a igreja aquilo que também precisa acontecer dentro da sua casa.
Talvez o maior legado que você deixe para seus filhos não seja aquilo que ficará na conta bancária, mas o Nome que permanecerá na memória deles.
“Uma geração louvará as tuas obras à outra geração.”
— Salmos 145:4
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