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terça-feira, 13 de outubro de 2026

ABSALÃO

 Absalão queria o trono do próprio pai, mas começou com abraços e beijos. Ficava à porta da cidade, ouvia as queixas do povo e dizia que aquelas pessoas tinham razão, mas que não havia ninguém da parte do rei para atendê-las. Depois, apresentava a si mesmo como solução: se fosse juiz, faria justiça. Diminuía Davi para conquistar a confiança que o povo tinha nele. A Bíblia diz que assim Absalão furtava o coração dos homens de Israel. A atenção tinha uma intenção: ganhar apoio para tomar o trono. Até que a conversa virou conspiração, Davi precisou fugir e o povo entrou em guerra. Uma ambição pessoal custou muitas vidas. Mas Absalão não terminou no trono. Durante a batalha, ficou preso pela cabeça nos galhos de uma árvore, enquanto o animal que montava seguiu adiante. Ali, Joabe o matou, apesar do pedido de Davi para que o tratassem com brandura. E então veio o choro: “Meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti!” O filho queria o lugar do pai no trono. O pai queria o lugar do filho na morte. Antes de procurar Absalão nos outros, examine o próprio coração. Você acolhe a dor das pessoas ou usa essa dor para colocá-las do seu lado? Precisa diminuir alguém para parecer melhor? Sente prazer quando sua conversa faz uma pessoa perder o respeito por outra? Denunciar injustiças é necessário. Alimentar a desconfiança para ganhar espaço é outra coisa. Absalão conquistou seguidores, mas o apoio deles não tornou sua intenção justa. Ainda há tempo de pedir ao Senhor Jesus que revele o que você esconde atrás das suas palavras. Não espere ferir quem o ama para descobrir que o lugar que desejava nunca valeu a dor que causou. 2 Samuel 15:1-6; 18:9-15,33.

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