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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O DNA DE DEUS

DESCOBRINDO O DNA DE DEUS EM VOCÊ “A prática do amor é arte de nos ligarmos a Deus de modo intenso... “A prática do amor é arte de nos ligarmos a Deus de modo intenso, sincero e primordial, não para obter algum benefício, mas por causa do Senhor mesmo e da vontade de ter comunhão com ele, em resposta ao seu amor” O amor é o mais poderoso Sentimento do gênero humano. Como tudo provém de Deus, que também sabe amar e gosta de amar (1Jo 4.7). Ninguém consegue conhecer plenamente as quatro medidas do amor de Cristo – “qual é a largura, e o comprimento, e a altura e a profundidade” (Ef 3.18). Elas fazem parte do insondável amor que ronda todos os atributos de Deus. Na verdade, não há nenhuma medida disponível para medir o amor, a sabedoria, o poder, a santidade, a misericórdia e a glória de Deus. São atributos maravilhosos demais e sobremodo elevados que não podemos atingir (Sl 139.6). O exemplo de cima Para chegar perto do conhecimento do amor de Deus, convém recordar que: 1. Deus ama – “Deus amou ao mundo de tal forma que deu o seu Filho unigênito.” (Jo 3.16.) 2.Deus faz declaração de amor – “Com amor eterno eu te amei.” (Jr 31.3.) 3. Deus prova o seu amor - “Dificilmente haverá quem morra por um justo. Talvez haja alguém que se atreva a morrer por um homem do bem. Mas Deus demonstrou seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, quando éramos ainda pecadores.” (Rm 5.7-8, na tradução da Comunidade de Taizé.) 4. Deus nos ama antes de ser amado – “Nós amamos porque ele nos amou primeiro.” (1Jo 4.19.) 5. No final das contas, Deus é amor – “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (1Jo 4.8.) O lugar privilegiado do amor 1. Na opinião de Jesus Os fariseus compilaram 1226 regras de comportamento (613 preceitos, 365 proibições e 248 mandamentos). Quando um doutor da lei perguntou a Jesus qual dessas regras deveria ser chamada de “o grande mandamento”, o Senhor respondeu de pronto que o amor de Deus “é o grande e primeiro mandamento”. Mesmo sem ser consultado a respeito do mandamento que deveria vir em seguida, Jesus adiantou: “O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22.34-40.) Para encerrar o assunto, o Senhor explicou: “Todas as mil e tantas regrinhas que vocês têm nascem destas duas leis e se cumprem se vocês lhes obedecer.” (Mt 22.40, BV.) 2. Na opinião de Paulo A mais bela apologia do amor é da palavra de Paulo e foi endereçada a uma igreja cujos membros viviam em ciúmes, contendas e divisões. Para ele, o amor é o “caminho que ultrapassa a todos” (1Co 13.1-13, EP) e é mais importante que o dom de falar em línguas, o dom de profetizar, a capacidade de fazer coisas espetaculares por meio da fé e a prática heróica da caridade desacompanhada de afeto. Apesar de grande importância da fé – sem ela “é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6) – e da esperança – que é a “âncora da alma” (Hb 6.19) –, das três virtudes teológicas (fé, esperança e amor), a maior delas é o amor (1Co 13.13). O mandamento do amor O amor é muito mais do que um sentimento espontâneo. Ele é uma obrigação. Não se pode esperar indefinidamente a vontade de amar. É preciso abrir o coração, forçar e cultivar o amor. É preciso remover as pedras que estão no caminho do amor. É preciso destruir seja lá o que for – tanto a antipatia inicial (aversão) como a apatia pessoal (impassibilidade) – para se achegar ao amor. Se tal coisa não fosse possível, os mandamentos do amor que estão nas Escrituras Sagradas seriam figuras de retórica. 1. É para amar a Deus com força total: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.” (Mc 12.30.) 2. É para amar o próximo com a mesma intensidade e sinceridade com que se ama: “Amarás teu próximo como a ti mesmo.” (Mc 12.31). O “próximo” é qualquer pessoa com qual nos encontramos. 3. É para amar o cônjugue com amor sacrificial: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela.” (Ef 5.25.) A obrigação é também da esposa: “As mulheres idosas devem ser mestras do bem a fim de instruírem as jovens recém casadas a amarem ao marido e a seus filhos.” (Tt 2.3-4.) 4. É para amar o irmão em Cristo com dedicação e intensidade: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (Jo 13.34.) Paulo (Rm 12.10), Pedro (1Pe 1.22) e João (1Jo 3.18) bateram na mesma tecla de amor fraternal. 5. É preciso amar o inimigo e orar por ele: “Amai os vossos inimigos e orai pelo que vos persegeum.” (Mt 5.44.) Amor e comportamento O ser humano age em função do amor, seja ele qual for, o amor permitido ou o amor proibido. O amor está na frente de seus atos, dirigindoo e encorajando-o, tanto para o bem como para o mal. A Bíblia contém exemplos convincentes a este respeito. 1. Quando era jovem, Salomão amou ao Senhor (1Rs 3.3) e, por esta razão, andou nos preceitos de seu pai Davi e ainda construiu em sete anos o templo de Jerusalém, para o qual recrutou o serviço de 180 mil trabalhadores (30 mil cortadores de madeira no Líbano, 70 mil carregadores, 80 mil trabalhadores de pedra nas montanhas) e 3.500 capatazes, todos sob sua direção (1Rs 5.13-18). Quando era velho, o mesmo Salomão se apegou pelo amor às suas mulheres estrangeiras e, por esta razão, elas lhe perverteram o coração e ele construiu para as esposas idólatras vários santuários dedicados a deuses estranhos em Jerusalém (1Rs 11.1-8). Esses templos só foram derrubados mais de 300 anos depois, por ocasião de 18° ano do reinado de Josias, por volta do ano 623 a.C. (2Rs 23.13). 2. Judas amou o dinheiro e então criticou asperamente a homenagem de Maria a Jesus por causa dos trezentos denários (o valor do perfume) e entregou Jesus aos principais sacerdotes por causa de trinta moedas de prata (Jo 12.1-8. Mt 26.14-16). 3. Pilatos amou sua posição de governador (Jo 19.12- 16) e então passou por cima de seu senso de justiça (quatro vezes ele declarou em público: “Não vejo neste homem crime algum”) e por cima do dramático apelo de sua mulher (“Não te envolvas com este justo”) (Lc 23.4, 14, 15, 22; Mt 27.19). 4. Demas amou este mundo (“apaixonou-se”, na NTLH) e então abandonou o apóstolo Paulo (2Tm 4.10), depois de cooperar com ele no evangelho (Cl 4.14, Fm 1.24). Amor sob disciplina A capacidade de amar faz parte da constituição física e psíquica do ser humano. A necessidade de amar e de ser amado é tremenda e irresistível. Como a queda dividiu a raça humana entre o bem e o mal, a capacidade de amar foi duramente atingida. 1. Ama-se mais facilmente o que não se deve amar – o que pertence aos outros (seus bens, seu cônjugue etc.), o mundo é “o conjunto que nele há”, isto é “o sistema de rebelião e orgulho que busca destruir a Deus e seu governo” (A Bíblia de Genebra) ou “o conjunto de forças maléficas que se fecham para Deus e para Cristo e que procuram demover-nos de fazer a vontade de Deus.” (nota de rodapé de tradução ecumênica da Bíblia). 2. Ama-se mais dificilmente o que se deveria amar – aquele que nos amou primeiro, o próximo, o irmão em Cristo, o cônjugue, o inimigo. 3. Chega-se então à conclusão de que a prática do amor precisa estar sob disciplina. A capacidade de amar é espontânea, mas a direção do amor e a intensidade do amor são práticas que devem ser aprendidas e cultivadas. Colocando em prática: 1. Você já conhece a largura,o comprimento, a altura e a profundidade do amor de Cristo? 2. Qual é “o grande e primeiro mandamento?” 3. Qual é o “segundo mandamento?” 4. Você precisa aprender a amar pessoas e coisas que agora não ama? 5. Você precisa aprender a não amar pessoas e coisas que agora ama? PEDRO CESARIO NETO

AMAR A DEUS

AMAR A DEUS “Amai a Deus sobre todas as coisas...” é o PRIMEIRO mandamento da Lei de Deus e corinhos das igrejas estão repletos de declarações de amor ao Senhor muitas vezes tão melosas quanto as que as mulheres fazem aos namorados, noivos ou maridos; deixando-me com a sensação de o amor a Deus, ali, ser puro SENTIMENTO da alma. Foi depois de observar muitas dessas declarações feitas por irmãos (principalmente irmãs!) que comecei a ficar desconfiado daquilo NÃO poder ser amar a Deus de verdade! (Principalmente, porque que não SENTIA, em mim, aquelas emoções tão decantadas em prosa e verso). E isso me inquietou bastante a ponto de perguntar ao Senhor o que era amá-Lo. Então, Senhor me respondeu exatamente isto: “Quem FAZ a minha vontade, este é quem me ama”! Aí estava a resposta: FAZER! Nem precisava ter perguntado, porque isto já está bem claro na Bíblia, em Mateus 7: 21: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas AQUELE QUE FAZ a vontade de meu Pai, que está nos céus”! Então, compreendi que as pessoas vivem confundindo emoções (sentimentos da alma) com o verdadeiro AMOR (= fazer a vontade de Deus). Não adianta passar dias e noites se derretendo aos pés do Pai, DECLARANDO amor a Ele se, nem por um segundo EXECUTA o que Ele manda! Por exemplo, Jesus, antes de subir, deu a seguinte ORDEM aos irmãos: “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados”, Marcos 16: 15-18. Muitos irmãos VÃO e até PREGAM o Evangelho a toda criatura; mas, não FAZEM tudo o mais que o Senhor lhes ordena naquele versículo! Arranjam mil e uma desculpas para esconderem suas incredulidades ou vergonha de se exporem! Eles são, exatamente, os que só ficam nas letras mortas, diante da necessidade urgente dos que os buscam, agrilhoados e feridos pelo diabo! As igrejas regurgitam de pessoas que agem exatamente como eles: FALAM, FALAM, mas, não praticam um só ponto do que Deus deseja: libertar, curar, dar VIDA aos escolhidos. Tais irmãos se auto-enganam com religiosidades, procurando aparecer como pios, mas, NÃO SÃO nem pios nem santos; mesmo que passem horas e horas aos pés do Senhor; esta é a conclusão bíblica a respeito! E o importante a ressaltar é que eles, muitas vezes, reclamam porque o Senhor não os ajuda, nem os ouve! “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós”, (Lucas 6: 38). DAR é se fazer algo. Estas pessoas querem RECEBER de Deus, mas, não querem DAR um só passo de fé, em defesa daqueles que Deus ama e lhes envia em busca de SOCORRO! Que Deus lhes abra os olhos! MARANATA!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

AS SETE FACES DO AMOR DE DEUS

AS SETE FACES DO AMOR DE DEUS 1. Amor sem interesses. (Não pelo que somos; que temos; ou que fazemos) 2. Amor sem discriminação. (Deuteronômio 10:17) 3. Amor sem falsidade. (Hebreus 13:8) 4. Amor com fidelidade. (II Timóteo 2:13); 5. Amor compromissado. (Números 23:9); 6. Amor com intensidade. (Jeremias 31:3); 7. Amor sacrificial. (João 3:16) A declaração do amor de Deus em Isaías 43 A prova do amor. Vs.2 O preço do amor. Vs.3,4 Os olhos do amor. Vs.4 A declaração do amor. Vs.4 ( Jer 31:3) Deus é amor e tem se manifestado aos homens de diversas maneiras: Através de sua criação, da provisão, da saúde, e da vida. O amor de Deus foi personificado e provado na pessoa e na obra de Jesus Cristo, que veio e morreu pelos nossos pecados. Romanos 5:8,9 O amor de Deus nos dá a verdadeira razão de viver em um mundo de paz, fraternidade, sem ódio, sem violência. Você já pensou quanto você é especial, amado e valorizado por Deus? Você tem correspondido a esse amor de Deus em sua vida? Deus ama porque é Pai e seus propósitos para nós são sempre os melhores e os maiores. Feche seus olhos por um momento e contemple apenas com seu coração, o Pai amoroso que te atrai para seus braços. Junto a Ele há plenitude de amor, de esperança e de vitória. Abra seus olhos agora e contemple aqueles que o rodeiam. Lembre-se que assim como você, eles também são alvos desse amor ilimitado e infinito. O amor de Deus é assim, grandioso, em seu coração não há limite de lugares, todos são bem vindos. Não há exclusividade, mas há um lugarzinho especial dedicado a cada um de nós, onde os entrelaçados laços de afetos são estabelecidos do coração de Deus para o nosso. Sabe você não pode ficar de fora. Venha e mergulhe nas águas desse amor, envolva-se e deixe que todo o teu ser seja tomado e aí, você aprenderá e decidirá a amar como Ele ama.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

LIBERTAÇÃO Todos, seria a resposta mais correta, porque a Palavra de Deus diz em I João 1:8-10: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” E completa em I João 3:8-9 “ Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer que é nascido de Deus não comete pecado, porque a sua semente permanece nele e não pode pecar porque é nascido de Deus” Se partirmos do princípio de que todo homem à partir da queda original carrega a natureza adâmica, por isso é propenso ao mal, já seria o suficiente para dizer que ele necessita ser liberto, porque o pecado nos traz cativos ao diabo. Existem três níveis de libertação: 1. Libertação do nosso espírito no momento em que nascemos de novo (só feita pelo Espírito Santo) – ver Efésios 2:1-3 e João 3:6 2. Libertação da alma – ver Hebreus 12;1 e I Coríntios 10:4-5 3. Libertação de enfermidade física – ver Lucas 13:10-17 “A cruz é o centro de tudo. Também nela, Cristo levou todas as maldições:“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar, porque está escrito: ´Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro ”.(Gálatas 3:13). Se o texto em apreço está claro, quando diz que Cristo se fez maldição em nosso lugar, porque tratamos do tema: “quebra de maldições No que tange à maldição, a mesma coisa. O profeta disse: Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento (Isaias 5:13). Prince diz ainda: “Se nós permanecermos ignorantes, será nosso o custo. Perderemos muito de toda a provisão que Deus nos oferece através do sacrifício da morte de Jesus na cruz”. A ignorância nos fará pagar um alto preço, já que Deus nos faz responsáveis por tudo aquilo que deixou escrito em sua Palavra. Quantas vezes o diabo tem nos impedido de enxergarmos as promessas de Deus para nós, e passamos a viver como miseráveis! O apóstolo Paulo escreveu: “Bendito o Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo”.(Efésios 1:3). O texto está claro: Deus nos abençoou com todas as bênçãos. Fico a pensar se pelo menos uma boa parte dos crentes espalhados pelo mundo tem ao menos 50% dessas bênçãos. É bem provável que não. Mas, qual é o problema? O problema é que o apóstolo diz que as bênçãos estão nos lugares celestiais. É necessário que aprendamos meios eficazes dentro da Palavra de Deus, para transportarmos o que é nosso dos lugares celestiais para o mundo material. A confissão apropriativa é com certeza um das formas que Deus providenciou para isso, para experimentarmos em nossa vida os benefícios que foram alcançados para nós em esperança, somos salvos “ (Rm 8:32), “ ainda não se manifestou o que haveremos de ser” (I João 3:2). Nesta vida atual desfrutamos de Cristo à medida em que o abracemos por meio das promessas.” CONCLUSÃO: RM CAP 8 VERS 1 Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

o arrependimento

A desobediência aos mandamentos de Deus causa em nós um sentimento de tristeza, mas Jesus Cristo preparou uma forma de sermos perdoados. Ter fé em Jesus Cristo faz-nos querer viver uma vida justa. Quando pecamos e buscamos nos arrepender, reconhecemos e sentimos profunda e sincera tristeza pelo que fizemos de errado. Deus sabia, quando criou a Terra, que nós não seríamos perfeitos, então Ele providenciou um meio para que pudéssemos sobrepujar nossos pecados. A capacidade de nos arrepender é, de fato, uma de nossas maiores bênçãos. Para nos arrepender, precisamos reconhecer e sentir tristeza pelo nosso erro, fazer o possível para reparar os danos que possamos ter causado e abandonar o comportamento pecaminoso. O arrependimento pode ser difícil e requer muita honestidade, mas a alegria e a liberdade que sentimos quando abandonamos nossos pecados fazem o esforço valer a pena. Por Cristo ter sofrido por nossos pecados, podemos ser perdoados quando nos arrependemos. É por isso que a Expiação é tão importante para todos nós. Cremos que a Expiação de Cristo nos dá a capacidade de nos arrepender e ficarmos limpos do pecado. Dizer que precisamos nos arrepender de nossos pecados pode parecer uma punição, mas a real punição é a culpa, a tristeza e o desapontamento que sentimos quando pecamos. Então, o arrependimento é o oposto da punição, porque ele nos permite tornar-nos limpos aos olhos de Deus e remover os sentimentos de culpa que sentimos após fazer más escolhas.

domingo, 3 de novembro de 2013

SALA

Em uma sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: - Professora, o que é o amor? A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse: - Quero que cada um mostre o que trouxe consigo. A primeira criança disse: - Eu trouxe esta flor, não é linda? A segunda criança falou: - Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção. A terceira criança completou: - Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha? E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou: - Meu bem, porque você nada trouxe? E a criança, timidamente, respondeu: - Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe? A professora agradeceu, pois ela fora a única criança que percebera que só podemos trazer o amor no coração. “Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Todas as criaturas em desgraça têm o mesmo direito a ser protegido”. - São Francisco de Assis

sábado, 2 de novembro de 2013



"Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma" - Tiago 1.2-4.
"Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar" - 1 Coríntios 10.13.

Você tem o coração sincero diante de Deus. Está no olho de um enorme furação, vê desafios a superar por todos os lados. Que cansaço! Mas não pense em desistir. Deus é justo e nunca te abandonou. Conhece sua estrutura mais do que você próprio se conhece. Então, se sente que a oposição está muito forte e nota que é difícil ir à frente, não se assuste. Conhecedor de quem é você, o Senhor permite tamanho enfrentamento porque sabe que sua força é bem maior do que o mal que deseja vencê-lo.

O crente só experimenta derrota quando desiste de lutar. Continue. A vitória é sua, em nome de Jesus!










































AGRADAR

Na dinâmica da existência humana e dos relacionamentos, convivemos com uma enorme variedade de expectativas sobre nós. Há expectativas gerad...