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segunda-feira, 25 de maio de 2026

EXTREMOS

 Dois extremos para se evitar no que diz respeito ao culto cristão: por um lado, o formalismo engessante, fruto de aridez espiritual, teologia racionalista e liturgias tradicionalistas sem nenhum fervor; por outro lado, o fanatismo religioso, fruto da intemperança e da credulidade ingênua, sempre disposta a dar vazão a qualquer experiência religiosa, sem o devido discernimento, ordem ou decência. O culto cristão deve manifestar fervor com temor, combinar unção com instrucão, aliar graça com conhecimento. Deve haver racionalidade, ainda que não racionalismo; liberdade, ainda que não anarquia. Nem culto sem fogo, nem culto com fogo estranho! Na dúvida, revisitar 1Coríntios 12 a 14 para o devido equilíbrio sempre fará bem.

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