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domingo, 26 de julho de 2026

JESUS

 “Mas afinal, quem seria eu sem Jesus?”


Essa pergunta expõe a maior ilusão do coração humano: acreditar que pode existir plenamente sem Cristo. A Escritura afirma que, por natureza, não somos apenas pessoas imperfeitas, mas mortos em nossos delitos e pecados (Ef 2:1). Sem Cristo, não apenas nos falta direção; falta-nos vida.


O evangelho não apresenta Jesus como um complemento para melhorar nossa existência. Ele é a própria fonte da vida. “Porque nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17:28). Toda virtude verdadeira, toda esperança eterna e toda paz que resiste às tempestades encontram sua origem nele.


Quando Pedro afundou nas águas, não foi a força de sua fé que o sustentou, mas a mão poderosa do Salvador. Assim também acontece conosco. Não somos preservados pela intensidade da nossa devoção, mas pela fidelidade daquele que prometeu completar a boa obra que começou em nós (Fp 1:6).


A Bíblia nos lembra que a salvação é inteiramente obra da graça. Deus não olhou para pecadores capazes de se salvar, mas para mortos que precisavam ser vivificados. Cristo não veio apenas oferecer uma oportunidade; veio efetivamente resgatar o seu povo, pagando na cruz o preço completo da redenção.


Sem Jesus, restam culpa, condenação e morte. Com Jesus, há perdão, reconciliação, adoção e esperança eterna. A maior tragédia não é enfrentar tempestades neste mundo, mas atravessar a eternidade sem aquele que tem autoridade sobre o mar e sobre a alma.


“Quem seria eu sem Jesus?” A resposta bíblica é humilhante: um pecador perdido. Mas, pela graça soberana, em Cristo somos feitos filhos de Deus, não por mérito, mas por misericórdia.


“Sem mim nada podeis fazer.” (João 15:5)


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