Te ensinaram errado sobre o amor.
Disseram que o amor da sua vida seria aquele que acelera o seu coração, provoca borboletas no estômago e transforma tudo em uma montanha-russa de emoções. Mas, muitas vezes, aquilo que chamamos de intensidade é apenas ansiedade.
Com a maturidade, a nossa régua muda. Percebemos que amor não é viver na dúvida, no ciúme, na insegurança ou no medo constante de perder alguém. Amor envolve verdade, compromisso, fidelidade e paz.
A Bíblia nos ensina que o amor é paciente, bondoso e não busca os próprios interesses (1Co 13:4-5). O amor bíblico não é apenas aquilo que sentimos; é uma disposição de amar com fidelidade, mesmo quando os sentimentos oscilam.
O amor saudável não significa ausência de conflitos, mas significa ter alguém com quem enfrentar as tempestades sem transformar a própria relação em uma tempestade permanente.
E, para o cristão, existe algo ainda maior: nenhuma pessoa pode ocupar o lugar de Cristo. Não devemos procurar em alguém aquilo que somente Deus pode nos dar.
Por isso, talvez a pergunta não seja: “Essa pessoa acelera o meu coração?”
Mas: “Essa relação me aproxima de Deus, produz maturidade, verdade e paz?”
Não aceite o caos em nome da paixão. Procure um amor que possa caminhar com você em direção a Cristo.
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração.” — Provérbios 4:23
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