O problema não está simplesmente em não ter frutos, mas em parecer frutífero sem realmente ser.
Jesus não amaldiçoou a figueira apenas porque ela não tinha frutos, até porque não era a estação própria. O que chamou a atenção foi a sua aparência: de longe, suas folhas anunciavam que ali haveria frutos, mas, ao se aproximar, Jesus não encontrou nada.
E isso também nos ensina sobre a vida espiritual: Deus não procura aparência, Ele procura essência. Não adianta parecer, anunciar ou demonstrar aquilo que, na verdade, não existe dentro de nós.
Que a nossa vida não seja apenas cheia de folhas, mas também de frutos. Porque aparência pode impressionar pessoas, mas é a essência que revela quem realmente somos diante de Deus.
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