Algumas experiências terminam, mas continuam organizando a forma como a gente ama, confia e se aproxima de quem chega depois.
Sem perceber, você começa a negociar demais para não perder ninguém, interpreta silêncios como ameaça, tenta ser indispensável e chama de cuidado o medo de ser deixado outra vez. O problema é que, quando uma ferida antiga passa a dirigir relações novas, o passado continua ocupando um lugar que já não deveria ter.
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