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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Na caminhada da vida, aprendi que nem sempre temos o que queremos. Porque nem sempre o que queremos nos faz bem. Foi preciso sentir dor, para que eu aprendesse com as lágrimas. Foi necessário o riso, para que eu não me enclausurasse com o tempo. Foram precisas as pedras, para que eu construísse meu caminho. Foram fundamentais as flores, para que eu me alegrasse na caminhada. Foi imprescindível a fé, para que eu não perdesse a esperança. Foi preciso perder, para que ganhasse de verdade. Foi no silêncio que me escutaram com clareza. Pois sem provas não tem aprovação. E a vitória sem conquista é ilusão. E a maior virtude dos fortes é o perdão.
A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração; Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para lhes mostrar que sou diferente do que elas pensam; Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar; Calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas; ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; ouvir a todos que só precisam desabafar; Amar os que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão; Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; a alegrar quem precisa; a pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); a aproveitar cada instante de felicidade; a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;

terça-feira, 25 de setembro de 2018

"Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha?" Jeremias 23.29 O que é o fogo? É a Palavra de Deus, que vive e arde em nós. O fogo também é uma representação dos sofrimentos do Cordeiro. Nós também somos conduzidos através daquilo que Jesus passou e sofreu. Este é o caminho da humilhação. Jesus se humilhou tanto que até assumiu a forma de servo. Por isso, Deus Lhe deu um nome que está acima de todo nome. O fogo é um fogo purificador que cai sobre nós por meio da entrega total e voluntária: "...para que o valor da vossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do que ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo." Através da vinda do próprio Senhor Jesus teremos nossa última purificação. Todas as nossas obras passarão pelo fogo quando estivermos diante do Tribunal de Cristo, e então se queimará tudo que for terreno, passageiro, tudo que for pecaminoso. Apenas permanecerá o holocausto – a entrega total – aquilo que não é consumido pelo fogo, aquilo que para o Senhor é "ouro, prata, pedras preciosas".
"Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu a água que estava no rego." 1 Reis 18.38 Pouco se fala sobre o holocausto completo sobre o altar, e sobre o fogo que surgiu e passou por todos os obstáculos que normalmente resistem ao fogo (pedra, terra e água) porque o holocausto perfeito se encontrava no altar. Hoje em dia, os obstáculos são grandes: mentalidade terrena, representada pela terra; obstinação, representada pelas pedras; fraqueza, representada pela lenha. Até a água, que é um elemento contrário ao fogo, que neste caso representa o não querer, não é impedimento para o fogo, porque o holocausto está presente. Se a entrega voluntária (oferta de manjares) estiver ligada à entrega completa (holocausto) então também é capaz de permanecer no altar. A entrega voluntária e a entrega total nos unem ao altar de Deus, como está escrito: "...adornai a festa com ramos até às pontas do altar." Dessa maneira, somos ligados ao Senhor, ligados ao lugar em que Ele vem ao nosso encontro.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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Muitos de nós agem como se Deus não existisse. Contudo, Ele está "de olho" nos nossos gestos. Descobri que tem muita gente por aí que é "híbrida". (?!!?) O quê? Você não sabe o que é isso? Vou explicar: trata-se de gente que tem diferentes formas de agir a depender do lugar onde está e das pessoas com quem lida. Por exemplo: no ambiente de trabalho, sou solícito e educado. Já, em casa, no aconchego do lar, sou estúpido, respondo mal as pessoas, demonstro insatisfação e impaciência. Outro exemplo: eu pago a prestação da minha nova televisão de plasma (caríssima, por sinal), mas não honro minhas dívidas com o condomínio onde moro e, ainda por cima, faço algo proibido pelas normas: aproveito que é feriado, que o prédio está vazio, e uso a água para lavar o meu carro. Mais um: na minha casa, quando eu uso o vaso sanitário, dou a descarga e jogo o papel no cesto de lixo. Mas, se estou em um shopping center, aí, eu uso o banheiro de um jeito diferente: além de eu não dar a descarga, se por um acaso erro a mira e jogo o papel higiênico no chão, lá mesmo eu o deixo. Seja honesto: você já agiu como um "híbrido"?... Eu já. Afinal, não sou perfeito... Mas aí é que está: aprendi com a Igreja que ser cristão não tem hora nem local determinado. Em suma: eu não posso ser cristão só diante de estranhos ou dentro da igreja. Em outros termos: eu tenho a obrigação de sê-lo na hora em que acordo - evitando descontar nos outros o meu mau humor, só porque é "segunda-feira" -, dentro do ônibus - dando o meu lugar a alguém bem mais velho do que eu -, no supermercado - posicionando-me na fila certa, e não tentando ludibriar, indo para o "Caixa até 10 Volumes", quando estou com 15 ou 20 mercadorias. E mais: devolvendo o troco a mais que, por descuido, o garçom me deu. Acho engraçado. A gente quer fazer pose para os outros, ficamos todos muito preocupados com a opinião alheia, esforçamo-nos para causar uma boa impressão nas outras pessoas... ... Dessa forma, quando alguém "nos vigia", ou seja: está olhando para nós, aí a gente trabalha "com disposição", "com a cara boa", somos "ágeis", "eficientes"... Mas, se ninguém vê, aí então, somos "molengas", não fazemos direito, "empurramos o serviço com a barriga", murmuramos, deixamos as coisas mal feitas... ... É que a gente se esquece de que tem alguém que literalmente não sai do nosso pé: Jesus Cristo, Nosso Senhor. Só porque não o vemos, não significa que Ele "evaporou", ausenta-se ou simplesmente não existe. Se temos FÉ e sabemos que é verdade quando Ele disse aos apóstolos: "Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo" (Mt 28, 20); então temos a obrigação de agir com isso em mente. Não são a nossos pais, maridos, esposas, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, chefes, clientes... Que temos que agradar. Ainda que todas essas pessoas nos julguem mal, não entendam as nossas escolhas, interpretem com malícia nossas atitudes, demonstrem desprezo ou ingratidão para com nossos gestos, nada disso importa, se Deus sabe que fazemos tudo para agradar a Ele em primeiro lugar. Eu tenho a certeza de que Deus não tira os Seus olhos de mim. E você?
Aprender O Que é A Liberdade Na sociedade de consumo, alguns pensam que quanto mais são as possibilidades de escolha, mais livres nós somos. De acordo com essas pessoas, a liberdade está associada ao dinheiro: quanto mais rico alguém é, mais livre é. Mas a liberdade é mais profunda; está relacionada com a paz interior do ser, a uma consciência pura, e mais ao que somos e não tanto ao que possuímos. Para nós, os crentes, ser livres é viver duma maneira coerente com nossa nova condição de filhos de Deus que desejam fazer o que agrada a seu Pai. O Senhor não quer que sejamos escravos do mal. Uma liberdade assim não depende dos demais, nem de nossas riquezas, por isso nada pode tirá-la de nós. Como pode um cristão viver sua fé livre de seu “eu”? Se esforçando e tentando melhorar? Não, a liberdade do crente não se ganha senão que se recebe pela fé. “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou” (Gálatas 5:1). Ele nos libertou do pecado para que fizéssemos a vontade de Deus. Paradoxalmente alcançamos a liberdade quando renunciamos fazer nossa própria vontade (escrava do pecado) e confiamos em Deus. O “eu” deixa de ser o centro para dar lugar a Deus. O Senhor Jesus nos deu um exemplo perfeito duma vida assim: encontrou Sua perfeita satisfação na livre obediência a Seu Pai, até dar-se a Si mesmo, por amor a Seu Pai e por cada um dos que depositam sua confiança nEle.

Pecado não perdoado

“Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo.” (Gálatas 6.14) Em Gênesis 32.6-7a lemos: “Quando os mensageiros voltaram a Jacó, disseram-lhe: ‘Fomos até seu irmão Esaú, e ele está vindo ao seu encontro, com quatrocentos homens’. Jacó encheu-se de medo e foi tomado de angústia”. Não surpreende que Jacó ficou com medo e angustiado quando seu irmão veio ao seu encontro acompanhado de quatrocentos homens, pois para ele Esaú personificava uma culpa de 20 anos. Jacó o havia traído, enganado, e então fugido para a casa de seu tio Labão, na Mesopotâmia. Agora ele estava regressando para casa, carregado de muitas bênçãos. A antiga culpa o reencontrou e ele ficou muito amedrontado. Posso imaginar que entre os leitores deste texto também estão pessoas que observaram que o pecado age como um bumerangue. Um pecado não perdoado sempre volta sobre nossa cabeça. Poderíamos dizer também: Esaú era o irmão gêmeo de Jacó e gêmeos têm uma caraterística especial: eles são inseparáveis, eles acabam voltando a se encontrar – uma imagem de carne e sangue. Aqui na terra a carne e o sangue não podem nos abandonar e nos dão muitas preocupações. E nós, filhos de Deus, muitas vezes ficamos amedrontados porque a carne quer pecar. Por meio dessa dificuldade foi que Jacó teve a experiência em Peniel: “Vi a Deus face a face” (Gênesis 32.30). Veja bem! Muito daquilo que nos acontece – nem sempre, mas muitas vezes – é consequência de pecados que não foram perdoados e sobre os quais não houve arrependimento. Você é infeliz no casamento? Onde está a causa? Deus é o culpado? Não, é você! Vocês não casaram no Senhor. Talvez você tenha se divorciado e casou novamente contra a orientação da Palavra de Deus. Arrependa-se disso! Jacó tomou decisões erradas. Os versos 7-8 dizem: “Jacó encheu-se de medo e foi tomado de angústia”. Primeiramente ele tentou pôr a salvo a metade de seu efetivo: “Então dividiu em dois grupos todos os que estavam com ele, bem como as ovelhas, as cabras, os bois e os camelos, pois assim pensou: ‘Se Esaú vier e atacar um dos grupos, o outro poderá escapar’”. Para Jacó, no entanto, tudo isso foi em vão. Ele, com todo o seu ser e com todas as suas posses, precisou ser confrontado pelo juízo de Deus. Filho(a) de Deus, por que você ainda tenta se assegurar contra o juízo de Deus? Você não conseguirá se livrar do seu inexplicável medo se não for confrontado(a), com tudo o que você possui e com todo o seu ser, diante do juízo do Gólgota – o juízo sobre o seu pecado – para que também você consiga se libertar de tudo. A graça só se torna efetiva após a humilhação. A segunda decisão desesperada de Jacó foi a procura pela graça junto de Esaú, sem se humilhar. Ele mandou que seus servos informassem a Esaú: “Tenho bois e jumentos, ovelhas e cabras, servos e servas. Envio agora esta mensagem ao meu senhor, para que me recebas bem” (verso 5). E Esaú? Ele por acaso respondeu: “Meu querido irmão, está tudo bem, você está perdoado”? Não! Jacó não recebeu resposta alguma, mas os servos informaram: “Fomos até seu irmão Esaú, e ele está vindo ao seu encontro, com quatrocentos homens” (verso 6). Posteriormente, depois que Jacó se humilhou perante Esaú e se curvou sete vezes diante dele, lemos: “Mas Esaú correu ao encontro de Jacó e abraçou-se ao seu pescoço, e o beijou. E eles choraram” (Gênesis 33.4). A graça só se torna efetiva após a humilhação. A graça de Deus não é algo barato; ela é um dom imerecido para aqueles que o demonstram curvando-se e humilhando-se. Humilhando-se do quê? Do pecado e da culpa! Meu irmão, minha irmã, que vive com medo e dificuldades, com medo diante da vida e diante da morte, que está infeliz em seus negócios, em seu casamento, que está com medo do Esaú que se aproxima ameaçadoramente, venha e se humilhe sob a poderosa mão de Deus, e ele lhe exaltará. Curve-se diante dele com arrependimento. Jacó se curvou depois sete vezes, cujo significado é: total e completamente. No entanto, ele toma mais uma decisão inútil. Ele tentou substituir a humilhação por meio de uma conquista. Ele preparou um grande presente para o seu irmão: “Depois de passar ali a noite, escolheu entre os seus rebanhos um presente para o seu irmão Esaú: duzentas cabras e vinte bodes, duzentas ovelhas e vinte carneiros, trinta fêmeas de camelo com seus filhotes, quarenta vacas e dez touros, vinte jumentas e dez jumentos” (Gênesis 32.13-15). Um presente gigantesco! “Porque pensava: ‘Eu o apaziguarei com esses presentes que estou enviando antes de mim; mais tarde, quando eu o vir, talvez me receba’” (verso 20). No entanto, nem com esse presente ele conseguiu realizar a reconciliação. Foi necessário que ele se curvasse. – Você, que talvez sinta ser muito justo e piedoso, você acha que com sua justiça e piedade consegue a reconciliação com Deus? De modo algum! Somente aquele que confirma a sua própria falência junto à cruz do Gólgota, em Jesus Cristo, encontra a graça do Senhor.

AGRADAR

Na dinâmica da existência humana e dos relacionamentos, convivemos com uma enorme variedade de expectativas sobre nós. Há expectativas gerad...