A verdadeira ajuda não nasce da anulação de si, mas da presença íntegra, consciente de seus limites. Assim, a vida segue com mais verdade, sem a pretensão de consertar o mundo, mas com a coragem de viver aquilo que foi confiado a cada um. E nesse gesto simples e profundo, a alma encontra paz ao perceber que cumprir a própria vida já é uma contribuição suficiente e necessária para o bem maior. Quando damos conta da nossa existência estamos preparados para ajudar os outros.
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