Quando olho para mim, vejo limites, contradições e pecados que não consigo resolver.
Vejo mãos fracas demais para se erguerem sozinhas e um coração que, muitas vezes, se inclina mais ao medo do que à fé.
Mas quando olho para Cristo, tudo muda.
Nele não encontro instabilidade, encontro fidelidade.
Não encontro acusação, encontro justificação.
Não encontro incerteza, encontro promessas que não falham.
A minha salvação nunca esteve ancorada na minha força, na minha constância ou na minha capacidade de permanecer fiel. Ela está firmada na obra perfeita de Jesus, consumada na cruz e confirmada na ressurreição.
Se a salvação dependesse de mim, eu já estaria perdido.
Mas porque depende de Cristo, estou seguro.
“Porque estou certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus.” (Fp 1:6)
Olhar para si é ver o abismo.
Olhar para Cristo é ver a ponte.
E enquanto meus olhos estiverem fixos n’Ele, não vejo como me perder — porque Ele não perde aqueles que o Pai Lhe confiou.
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