A dor nunca teve a palavra final na história da redenção. Deus não desperdiça lágrimas; Ele as usa como instrumento de santificação. O sofrimento não cria a fé, mas revela onde ela está firmada. Quando tudo o que sustenta o coração é removido, Cristo mostra que sempre foi suficiente.
A cruz nos ensina que a glória de Deus muitas vezes chega pelo caminho da aflição. O Pai não poupou o próprio Filho (Rm 8:32), portanto, não promete uma vida sem dor, mas uma dor sem propósito jamais. Cada provação molda seus filhos à imagem de Cristo (Rm 8:29), produz perseverança (Tg 1:2–4) e prepara um eterno peso de glória (2Co 4:17).
Se a sua dor o levou aos pés de Cristo, ela já produziu mais fruto do que anos de conforto distante de Deus. A disciplina do Senhor não é rejeição, mas evidência de filiação (Hb 12:6). O Evangelho não promete escapar da cruz; promete que, depois dela, vem a ressurreição.
“A maior tragédia não é sofrer, mas sofrer sem que isso nos conduza a Cristo.”
“Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.” — Romanos 8:18
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