Total de visualizações de página

terça-feira, 28 de julho de 2026

PECADO

 Jesus nunca teve dificuldade de se aproximar de quem estava quebrado, sujo pela vida, preso ao pecado ou carregando uma história que todos condenavam. O que fazia Jesus levantar a voz não era a fraqueza de quem reconhecia que precisava mudar, era a hipocrisia de quem conhecia a Palavra, ensinava santidade, cobrava dos outros, mas por dentro estava cheio de orgulho, maldade, vaidade e aparência. Os fariseus não eram ignorantes. Eles sabiam as Escrituras, oravam, jejuavam, davam dízimos e ocupavam lugares de respeito. O problema é que tudo isso virou uma capa. Falavam de Deus, mas não conheciam o coração de Deus. Corrigiam pecadores, mas não permitiam que a verdade corrigisse a vida deles. Por isso Jesus os chamou de guias cegos e sepulcros caiados. Bonitos por fora, mortos por dentro. E antes de apontarmos para eles, precisamos olhar para nós. Porque também é possível estar na igreja, carregar Bíblia, levantar as mãos, pregar, cantar, aconselhar e continuar escondendo um coração que não aceita correção. É possível defender a santidade em público e alimentar pecados em segredo. É possível parecer espiritual para as pessoas e estar longe de Deus. O perigo não é cair e reconhecer que caiu. O perigo é cair, criar uma aparência religiosa e começar a acreditar na própria mentira. Jesus acolhe quem confessa, perdoa quem se arrepende e restaura quem deseja mudar. Mas Ele sempre será duro com quem usa o nome de Deus para esconder aquilo que não quer abandonar. No fim, a pergunta não é se os outros acreditam na nossa santidade. A pergunta é: quando Deus olha para dentro, Ele encontra verdade ou apenas aparência? Mateus 23:27-28.

Nenhum comentário:

Postar um comentário