Tem um tipo de amor que dá vontade de morar dentro dele. Aquele que conhece nossas manias, nossos defeitos, nossos dias difíceis e, mesmo assim, continua olhando para a gente como se tivesse encontrado algo raro.
É quem percebe o cabelo lavado, a roupa mais alegre, o sorriso diferente. Quem nota quando estamos mais quietas e entende, sem muita explicação, que talvez a gente só precise de colo, carinho, silêncio ou até de uma massagem no fim de um dia pesado.
Amar também é aprender os detalhes.
É saber quando o abraço precisa durar mais. É estar presente nos dias de sol, mas principalmente nos dias escuros, quando a nossa melhor versão não aparece.
Porque qualquer pessoa consegue admirar a nossa luz. Bonito mesmo é encontrar alguém que conheça nossas imperfeições e ainda assim não faça delas a parte mais importante de quem somos.
Esse amor pode estar numa amiga, na família ou no amor da sua vida.
Naquela pessoa que percebe o que quase ninguém percebe. Que admira seu sorriso. Que conhece suas fases. Que sabe quando você precisa de cuidado e, mesmo assim, continua escolhendo ficar.
Tem amores que impressionam.
E tem amores que descansam a alma.
Eu prefiro os que descansam.
Os que fazem a gente entender que não precisa ser perfeita para ser profundamente amada.
“Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito.”
Colossenses 3:14
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