A vida é breve.
Depois que já não estiver por aqui, deixo um conselho: descubra outra palavra para descrever amor (o substantivo sofreu desgaste enorme pelo mau uso), mas ame.
A vida é breve.
Depois de minha partida, peço que guarde uma ideia: Deus não vive no céu, rodeado de conforto. Deus nasceu no abrigo de animais - nunca há espaço para Deus nas hospedarias convencionais.
“Sempre” é advérbio forte, portanto, lembre-se sempre: o reino dos céus está em nós e em nosso meio.
A vida é breve.
Em algumas décadas, quando sobrarem poucos de nós, continue ávido por transcender - vá além da sobrevivência. Não se contente com o vinho novo da contenda; queira se inebriar com o Espírito da caridade, da benignidade, da amizade,
Guarde: ficamos mais parecidos com Deus ao nos humanizarmos. Fuja da cobiça de sentar em tronos, de controlar poderes e ou de desfrutar riquezas — Deus se esvaziou em Cristo se esvaziou e devemos ter a mesma atitude.
A vida é breve.
No futuro (que se aproxima cada dia mais desembestado), deixe afetos na retina da alma.
Ninguém, nada e nenhum lugar devem ter primazia sobre as pessoas.
Faça como Deus: valorize proscritos e esquecidos.
A vida é breve.
Segure o instante, viva o agora.
O conceito de “Carpe Diem”
não inspira liberdade irresponsável, mas convida a um compromisso com a existência, momento a momento. Portanto: CARPE DIEM.
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