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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

GERAÇÃO

“Porque primeiro vos entreguei o que também recebi: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; e foi sepultado; e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” (1Coríntios 15.3,4) “A fé está sempre a uma geração de distância do esquecimento. Por isso, a igreja depende da existência de mestres dedicados para continuar existindo.” (Bíblia de Estudo do Discípulo, Geográfica Editora, Sto. André, SP, 2011, p.1496). Então demos graças a Deus porque desde os primeiros dias da igreja ele tem levantado, a cada geração, homens e mulheres fiéis para, como Paulo, entregarem corretamente aquilo que também receberam. Paulo sabia perfeitamente da importância dessa cadeia de transmissão, pois diz a Timóteo, seu discípulo querido: “Tu, porém, meu filho, fortifica-te na fé que há em Jesus Cristo. O que de mim recebeste diante de muitas testemunhas, transmite a homens fiéis e aptos para também ensinar os outros.” (2Tm.2.1,2). A mesma tarefa deu a Tito, a quem deixou em Creta para organizar a expansão das igrejas naquela ilha e estabelecer presbíteros em cada cidade, os quais deveriam manter-se firmes na palavra fiel (Tt.1.59). Houve tempo em que estes homens e mulheres fiéis foram perseguidos até quase serem extintos, mas felizmente a verdadeira fé cristã foi preservada, e somos herdeiros dessa gente. Entretanto, muitas comunidades cristãs desapareceram da face da terra justamente por falta dessa continuidade. Estamos assistindo a uma onda crescente de templos vazios sendo ocupados com outras finalidades na Europa. Edifícios outrora dedicados à adoração cristã têm sido transformados até em bordéis. Cabe à nossa geração transmitir a tocha da pureza doutrinária cristã à geração que nos segue. É nossa responsabilidade entregar o que também recebemos, com toda a sua simplicidade. Precisamos, como João, passar a outros, o que vimos e ouvimos a respeito de Jesus (1Jo.1.1-4). Se faltar um elo nessa corrente de transmissão, isto é, se uma geração falhar, a fé se perderá. Pois a fé está sempre a apenas uma geração de distância da possibilidade de ser perdida.

NINIVE OU TÁRSIS

Deus disse a Jonas: "Vá depressa à grande cidade de Nínive". No entanto, Jonas fugiu. "Depois de pagar a passagem, embarcou para Társis" (Jonas 1.1-4) Nínive é a mão que precisamos estender. Társis é o julgamento que fazemos para não socorrer. Nínive é o preconceito que precisamos erradicar. Társis é o preconceito que persiste em nos acompanhar. Nínive é a renúncia que precisamos ousar. Társis é a teimosia a nos dominar. Nínive é o pedido de perdão que precisamos formular. Társis é o nosso coração endurecido, resistente a amar. Nínive é a confissão do pecado que precisamos fazer. Társis é o silêncio que, diante do erro, decidimos manter. Nínive é o pedido de socorro que precisamos gritar. Társis é a privacidade que insistimos em preservar. Nínive é o período de férias que precisamos fruir. Társis é o trabalho ao qual nos escravizamos, até nos consumir. Nínive é a autodisciplina que precisamos para fazer o que é bom. Társis é a vida desordenada totalmente fora do tom. Nínive é a pessoa que precisamos ser, que sabemos que precisamos ser e que sabemos que podemos ser. Társis é a pessoa que rejeitamos ser. Nínive é o vício que urge deixar. Társis é o prazer que caro vai nos custar. Társis é a fragilidade emocional que recusa a cura. Nínive é o desejo de vida plena que dura. Társis é a língua feroz e ferina. Nínive é o ouvido que se inclina. Társis é amargura. Nínive é doçura. Társis é desobediência que o pescoço endurece. Nínive é submissão que o coração enternece. Társis é ter olhos apenas para a rígida rotina. Nínive é caminho novo que se descortina. Társis é viver sozinho. Nínive é ser vizinho. Társis é lei que fracassa. Nínive é a maravilhosa e vitoriosa graça. Társis é ouvir a voz do desejo querido. Nínive é seguir o divino mandamento proferido. Társis é o medo que age. Nínive é coragem. Társis é o passado como destino e lembrança. Nínive é o futuro como sonho e esperança. Para onde estamos indo?

FOFOCA

Falar mal dos outros, espalhar boatos e aumentar o que ouviu são práticas do que usa de maledicência. Você e eu somos tentados a comentar maldosamente a vida das pessoas. A nossa tendência adâmica é perniciosa, maliciosa e insidiosa. É impressionante o número de pessoas que se ocupa em comentar a vida alheia, em espalhar boatos e em rotular o próximo. Agimos desrespeitosa e inescrupulosamente. Somos maliciosos diante de comportamentos alheios. A Palavra de Deus diz: “Seis coisas o Senhor detesta, sim, sete que ele abomina: olhos arrogantes, língua mentirosa e mãos que derramam sangue inocente; coração que faz planos perversos, pés que se apressam a praticar o mal; testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia inimizade entre os irmãos”(Pv 6.16-19). A coisa é muito séria meus irmãos! Você e eu precisamos cuidar muito bem do nosso falar. Em muitas ocasiões jogamos palavras fora. Nós vulgarizamos a capacidade de comunicação dada por Deus. Não somos sábios em nossas posturas relacionais. Não sabemos ouvir. Prejudicamos os outros propositadamente. Julgamos implacavelmente o nosso irmão e certamente seremos julgados. A medida com que julgamos os outros seremos também julgados, pois este é o ensino de Jesus (Mt 7.1-5). A justiça de Deus é infalível. É o que o apóstolo Paulo nos ensina: “Não vos enganeis: Deus não se deixa zombar. Portanto, tudo o que o homem semear, isso também colherá” (Gl 6.7). Devemos nos “despir do velho homem, do nosso procedimento anterior à experiência com Cristo e a nos revestir do novo homem, criado segundo Deus em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4.22-24)). Um cristão genuíno não fica comentando maldosamente a vida dos outros. As pessoas maledicentes ou fofoqueiras serão julgadas pelo Senhor. O ensino de Tiago é direto: “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e o julga, fala mal da lei e a julga. Se julgas a lei, já não és cumpridor da lei, mas juiz. Há um só legislador e juiz, aquele que pode salvar e destruir. Mas quem és tu que julgas o próximo? (4.11,12). A nossa língua deve ser usada para salvação de vidas preciosas; a edificação da igreja e para a glória de Deus. A nossa palavra deve ser sempre temperada com sal para abençoar os que precisam de nós. As pessoas necessitam de palavras que trazem saúde e não as que adoecem. O coração do cristão genuíno não quer ganhar, mas oferecer, doar em amor. Devemos ser prudentes ao fazermos qualquer avaliação de comportamento. Tenha cuidado com quem conversa. Só compartilhe o seu coração com pessoas de sua inteira confiança. Infelizmente há muitos que gostam e se ocupam de falar da vida alheia. Como Jesus ensinou, devemos ser simples como as pombas e prudentes como as serpentes (Mt 10.16). Não se esqueça de guardar o seu coração, pois dele procedem as saídas da vida (Pv 4.23). Tiago nos ensina: “todo o homem deve estar pronto a ouvir, tardio para falar e tardio para se irar” (Tg 1;19). Não nos esqueçamos, como disse alguém, que há três tipos de pessoas neste mundo: as pequenas pessoas que comentam maldosamente a vida dos outros; as médias pessoas que falam de coisas, consumo e vantagens pessoais; e as grandes pessoas, que têm projetos, planos de ajudar o próximo a partir de um espírito de solidariedade à semelhança do Senhor Jesus Cristo, que andava por toda parte fazendo o bem (At 10.38). Que sejamos a cada dia grandes ´pessoas para a Glória de Deus, nosso Pai!

CRISTÃOS QUE NÃO CRESCEM

“Irmãos não sejais como crianças no entendimento. Quanto ao mal, contudo, sede como criancinhas, mas adultos quanto ao entendimento.” (1Coríntios 14.20). Na avaliação de Paulo os membros da igreja de Corinto eram cristãos que não cresciam. Ainda na parte inicial da primeira carta que lhes escreveu, disse que não pôde alimentá-los como a adultos, tendo que dar-lhes “leite a beber”, como se faz com as crianças. “Crianças em Cristo” foi a expressão que usou para qualificá-los, pois ainda eram carnais. Infelizmente não tinham alcançado o “status” de pessoas espirituais, não haviam amadurecido na fé (1Co.3.1-3). Mais à frente o apóstolo menciona novamente a figura da infância, no seu magistral poema sobre o amor (1Co.13.11). A analogia aqui se aplica em outro sentido, mas percebemos que Paulo a usou também para insinuar a infantilidade dos coríntios pela maneira como cuidavam de seus relacionamentos. Eles davam muito maior importância ao fato de possuir dons espirituais do que ao amor que deviam uns aos outros. O versículo acima transcrito está inserido num longo trecho da carta, que o apóstolo produziu para demonstrar o erro da igreja em concentrar-se na busca e na prática do dom de línguas. Por essa razão Paulo os acusa de infantilidade, pois, com respeito aos dons espirituais, estavam sendo como as crianças, que se deixam atrair pelo espetáculo, pelo brilho, pelo movimento, pela agitação. Nesse sentido, um dom como o de profecia não era tão importante para eles. Com a primeira carta de Paulo aos coríntios aprendemos que cristãos que não crescem são os que vivem segundo padrões humanos (1Co.3.3,4), que se deixam dominar por partidarismos, inveja, discórdia, orgulho pessoal, relativismo moral, intolerância, mundanismo, intemperança, libertinagem, egocentrismo, falta de comunhão, desamor e exibicionismo pessoal. Por faltar-lhes maturidade, falta-lhes também bom senso para priorizar aquilo tem mais valor e que se reflete em um bom testemunho da sua fé.

domingo, 8 de novembro de 2015

CAVALOS

"Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória" (Provérbios 21:31). Winston Churchill sabia que o fato de ser reconhecido publicamente não era nenhuma prova de sucesso. Certa vez, após encerrar uma palestra para 10.000 pessoas, um amigo perguntou: Winston, não é impressionante o fato de 10.000 pessoas terem vindo para ouvi-lo falar?" Churchill respondeu: "Na verdade, não. 100.000 viriam para ver mina ruína."( leis da liderança – Murdoque) Quase sempre estamos lutando por aplausos e notoriedade. Queremos ser reconhecidos, queremos provocar admiração, queremos ser distinguidos no meio de muitos, queremos ser o centro das atenções e enchemo-nos de orgulho quando nos dizem: "Você é o melhor!" mas devemos nos perguntar sempre: Seria isso uma prova de que alcançamos sucesso? Seria esse o motivo maior de nosso empenho em busca da realização pessoal e da felicidade? Valeria a pena passar por cima de tudo e de só para alimentar nossa vaidade? Ser uma pessoa de sucesso, vitoriosa, é muito mais do que isso. Ser um vencedor é estar de bem com a vida, em paz conosco e com Deus, em harmonia com a nossa família e com todos que conosco se relacionam. Os aplausos podem ser falsos ou passageiros e podem preceder momentos de insatisfação e frustrações. Pois a vida é uma sequência fatos. O melhor aplauso pode vir em um momento de fracasso, da boca da esposa: "Querido, tudo se resolverá. Eu estarei sempre ao seu lado". Pode vir através do abraço de um filho: "Papai, eu o admiro e, mesmo que não tenha dado certo agora, você conseguirá. Eu amo você em qualquer situação". Pode vir de um verdadeiro amigo: "Uma queda pode ser o princípio de grandes conquistas. Siga em frente. Você é e será sempre um exemplo de vida para mim". Ser um vencedor é ter Jesus no coração. Na hora dos acertos Ele está conosco; na hora dos tropeços Ele está também; nas conquistas nos abraça e nas derrotas nos consola. Ele, em qualquer circunstância, está ao nosso lado. Segurando Sua mão,o sucesso tão sonhado estará garantido. Foi assim com Pedro quando negou o mestre e se achou incapaz de superar o fracasso, recebeu dos discípulos o recado do mestre e mesmo não dando crédito indo pescar recebeu a visita do mestre, eles passaram a noite toda e não pescaram nada mas Jesus preparou peixe frito e pão na praia. Portanto mesmo que imaginemos que não tem solução devemos nos lembrar que a vitória não é pelos nossos méritos mas pelo Senhor que está conosco sempre, pois com Cristo as nossas vitórias serão sempre impressionantes. Esta é a razão porque não temos motivo para desanimar diante de uma grande batalha, pois mil cairão ao teu lado, dez mil a tua direita mas tu não serás abalado. Deus nos abençoe!

OS FRUTOS DA ESPERA

Tudo nos conformes? Espero que sim. Graças a Deus o sol apareceu aqui em Curitiba hoje, deu pra esquentar o esqueleto, rs. Hoje eu ia escrever sobre a Depressão e como ela atinge os jovens, os adultos, até crianças dentro e fora da igreja, contudo duas pessoas me inspiraram a escrever sobre Os Frutos da Espera. Sabe quando você era pequeno e brincava lá fora e sua mãe gritava: – Meenino, vem comer. E você respondia: – Já vou Mãe, espera um pouco, você sabia que aquela espera não iria demorar, você só estava terminando de guardar os brinquedos e ela compreendia sua resposta. Agora continua colocando sua imaginação pra funcionar, se você pediu pra sua mãe ou pro seu pai uma bicicleta no Natal e passou o Natal e você não ganhou, e eles chegam até você e pedem pra ESPERAR e com aquele jeito autoritário você responde: – Eu não quero esperar, eu quero agora. Se identificou né, agora pensa em Deus dizendo pra você, Meu filho, Minha Filha, Espera, Guarda o seu coração, eu tenho preparado pra ti uma pessoa segundo meu coração, que te ame, te respeite, que ande segundo meus conselhos, que seja reto(a), sincero , humilde de coração, ai lá vem nós, filhos ingratos, birrentos, falando de qualquer jeito com Deus como se ele fosse seu irmão mais novo, Esperar pra que isso, se Deus é meu Pai, dono do Céu e da Terra, que conhece as coisas antes mesmo delas virem a existir porque ele não pode trazer hoje a pessoa certa pra mim?! Vou responder com a história dessas duas pessoas, pode ser? Apertem os cintos e Let’s Go. Uma tarde ensolarada de sábado, Eduardo ora em seu quarto. ” Senhor, eu decidi esperar pela mulher que o Senhor escolheu pra mim, eu sei que pode demorar pra ela aparecer, contudo a sua palavra diz que a um tempo determinado pra todas as coisas, não quero apressar, não quero errar, não quero que meu coração sofra e fazer sofrer o coração de outra pessoa, coloco minha vida, meus sonhos em tuas mãos.” E Deus honra o clamor de Eduardo, sem que ele saiba, no silêncio de suas orações nas madrugadas, Deus estava moldando o coração e o caráter de Rebeca a alguns quilômetros de distância. E algo sobrenatural acontece. Rebeca é uma linda moça que mora em uma cidade conhecida no país, de olhar profundo, palavras sinceras, sofreu, teve o coração ferido pelas lutas da vida e um dia, Deus aparece a ela dizendo: “ Filha minha, eu coloco um ponto final em seu sofrimento e de hoje em diante as coisas serão na base da Espera.” Ela poderia ter dito, eu não quero, eu não vou mais me apaixonar por ninguém, mas ela acreditou, teve fé e decidiu esperar. Alguns anos se passaram e na maneira sobrenatural do Deus Todo Poderoso, o cordão de 3 dobras começa a se unir, Deus o centro do relacionamento, a dobra mestra do cordão une Rebeca e Eduardo num amor sublime e incomparável, algo que distância, medo , sofrimento, dor, não abala. Deus podia ter unido Rebeca e Eduardo antes da espera, antes do propósito contudo a Espera produz alguns frutos, e a Bíblia afirma: Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. João 15.2 Primeiro Fruto da Espera – Intimidade maior com Deus Segundo Fruto da Espera – Confiança em Deus Terceiro Fruto da Espera – Deus te dá algo melhor do que você pediu Quarto Fruto da Espera – Glorificação do nome do Senhor através da sua vida. Jovem, não vos conformeis com esse mundo, coloque no seu coração o desejo e a certeza de esperar, Deus irá honrar. P.s: Rebeca e Eduardo são nomes fictícios para não expor as reais pessoas.* Agradeço de coração aos verdadeiros Eduardo e Rebeca, tem sido uma benção em minha vida estar ao lado de vocês nessa espera, continuem firme, Deus irá honrar de novo o compromisso de vocês. Abração Fiquem com Deus e continuem orando por nós.

DEUS NÃO PROMETEU FACILIDADES, PROMETEU CONQUISTAS.

Olá, amados! Quero compartilhar algo muito especial com vocês, quero compartilhar sobre as batalhas em nossas vidas. Hoje parei para pensar que Deus nunca nos prometeu facilidade, muito pelo contrário, nos prometeu aflições, perseguições em meio a vida. João 16:33 ” Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” Eu queria poder dizer que tudo será fácil e lindo, que tudo virá na mão, mas isso não é verdade! Deus diz que nós teríamos aflições aqui no mundo, e nós as temos! Sempre escuto que tudo para o crente é mais difícil, que o crente é sempre perseguido, e essa é outra verdade. CALMA! Jamais será a minha intenção te fazer desistir! Muito pelo contrário, eu quero que você saiba que Deus está junto contigo e isso tudo é promessa! Não vitória sem luta, amado! Talvez você se sinta só e desanimado, mas saiba que Deus está aí com você! Chore irmão, clame a Deus e abra teu coração! Nada melhor do que falarmos ao Pai! Seja completamente dependente de Deus, completamente! Deus luta junto conosco e prepara tudo! Tenha fá! Ore e clame! Porque nosso Deus é um Deus de resposta, Deus de perto! Não desanime na sua luta! Deus NUNCA abandonou seu povo, nunca! E não irá te abandonar! Veja só o que Deus te prometeu: “Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:10-12). “Tudo posso naquele que me fortalece” ( Filipenses 4:13) “Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” (João 15: 6,7) “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.” (1 Coríntios 15:57, 58) Amado, TUDO! Se alguém disse que você não podia fazer algo, pode repreendê-lo em nome de Jesus, porque em DEUS você pode fazer tudo, mas sem Ele NADA podeis fazer! Amado, é pequeno, mas espero que tenha falado ao teu coração como falou ao meu!

A FORÇA VEM DE DEUS

“Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.” (Provérbios 21:31) Acredito que que a maioria das pessoas já falaram ou ouviram alguém dizer as seguintes frases: “Passei no vestibular por causa do meu esforço”; “Eu comprei um carro importado porque tenho muito dinheiro”; “Consegui aquele emprego por causa da minha boa formação”; etc. A princípio, pode-se concluir que essas frases estão corretas, porém, as coisas não são dessa forma… Vejamos o que muitos livros de autoajuda/motivação dizem o seguinte: “Você é capaz de fazer tudo aquilo que deseja, porque a força reside em seu interior”. Ora, é necessário muito cuidado como essas frases, porque dá a entender que há uma independência do homem em relação a Deus. Isso me lembra um princípio pregado em muitos ramos do ocultismo: “O homem não precisa de Deus, porque ele é um deus.” Ora, não estou dizendo que não devemos fazer esforço ou que o mesmo é inválido (tal como está escrito: “Prepara-se o cavalo para o dia da batalha,”), mas acredito que há algo acima de nossos próprios méritos: a providência divina (como diz a conclusão do versículo: “porém do SENHOR vem a vitória”.). É necessário aniquilar a soberba e o espírito autosuficiente e reconhecer a soberania de Deus em nossas vidas. Devemos, como cristãos, manter a humildade preservada em nossos corações. Portanto, não podemos ser daqueles que batem no peito e bradam: “Eu sou cara! Eu conseguirei X pelos meus próprios méritos!”, mas daqueles que dizem: “Senhor, ajuda-me, porque sou dependente de ti. Se é da tua vontade, vai dar tudo certo.”.

UM OLHAR SOBRE A CRUZ

Os primeiros cristãos estavam certos quando escolheram como seu símbolo a cruz onde Jesus foi executado. Eles poderiam escolher a manjedoura onde Jesus nasceu, mostrando como Deus se torna como um de nós; o barco onde Jesus ensinava, indicando como podemos pensar como ele pensou; o pão que Jesus multiplicou para as multidões, por mostrar seu interesse pelas necessidades humanas; a toalha com que Jesus lavou os pés dos discípulos, por seu convite à humildade; o túmulo vazio onde Jesus ressuscitou, demonstração de sua vitória sobre a morte; o peixe que Jesus comeu com os discípulos antes da ascensão; a pomba que noticiou a plenitude do poder do Espírito Santo aos primeiros seguidores do Caminho, confirmando a promessa que fizera; o trono em que Jesus está assentado ao lado do Pai. "Qualquer um desses poderia ter sido um símbolo apropriado da fé cristã". No entanto, os primeiros cristãos escolheram a cruz, para pôr em evidência a indiscutível "necessidade e centralidade da morte de Jesus". (John Stott. Porque sou cristão. Viçosa: Ultimato, 2004, p 36.)

SUB-PASTORES

Esta é a nossa designação. Não somos pastores, mas sub-pastores. Submissos a autoridade do Supremo Pastor, bispo de nossas almas. Jesus é o Bom Pastor, que deu a Sua vida pelas ovelhas, por nós (João 10.14,15). Ele é o nosso modelo de líder do rebanho, de cuidado excelente. Somos sub-pastores a serviço do Pastor. Trabalhamos para Ele. Somos conduzidos por Ele e para a Glória dEle. Todos os dias devemos tributar glória ao Senhor Jesus, nosso Pastor amado (1 Pe 5.4). A honra, a dignidade, o louvor e a sabedoria são dEle. Vivemos dEle, sob Ele, por Ele e para Ele. Somos sub-pastores escravos, debaixo do poder de Jesus de Nazaré (1 Co 4.1). Temos plena alegria em ministrar em nome do Salvador. Temos consciência da envergadura da missão que recebemos de Cristo Jesus. Devemos fazer sempre o que Ele manda (João 15.13,14). A nossa satisfação é obedecê-lo. Dignificá-lo. A nossa vida não é mais importante do que o ministério que recebemos do Senhor Jesus (At 20.24). Devemos levar o consolo, o alívio e o encorajamento de Jesus às pessoas aflitas, angustiadas e cansadas (Is 50.4). Que privilégio o fato de sermos sub-pastores! Aqui está o nosso contentamento e a motivação para a nossa caminhada de serviço abnegado. O Senhor Jesus descreve em João 10 os traços do autêntico pastor de ovelhas. Nas suas cartas a Timóteo e a Tito, Paulo discorre com profundidade a envergadura do ministério pastoral. Aos pastores de Éfeso, o velho apóstolo, a caminho de Roma, dá um forte testemunho do seu ministério pastoral-evangelístico. Ele possuía uma profunda convicção do chamado e do sofrimento por Cristo. Estava disposto a morrer pelo Senhor (Atos 20.17-38). A atividade pastoral do Senhor no Salmo 23 é preciosíssima. Há uma suficiência no Pastor desse salmo e uma insuficiência nos sub-pastores. Jay Adams diz: “O refrigério da alma, o repouso, a paz de coração e mente, continuam sendo necessidades básicas das ovelhas de Deus, e os ministros do Evangelho, como sub-pastores, não podem esquivar-se de sua responsabilidade de suprir a essas necessidades. Não podem delegar essa responsabilidade a um psiquiatra. Portanto, um ministro tem de considerar a confrontação noutética (exortação) como parte indispensável de sua responsabilidade pastoral”.[1] Que o sub-pastorado nos encha de gozo e motivação no trabalho da igreja de Jesus. Devemos imitar João Batista que disse em relação a Jesus: “que Ele cresça e eu diminua”; e “não sou digno de desatar as Sua sandálias” (trabalho de um escravo). Somos apenas servos inúteis, ainda que façamos muito. Cresçamos na dependência do Supremo Pastor. Que na condição de servos sejamos encontrados servindo com o amor de Cristo Jesus. Como sub-pastores, vivamos sob o governo e autoridade dAquele que deu a Sua própria vida por nós! Que era, que é e que há de vir!

sábado, 7 de novembro de 2015

COMO DEIXAR O PECADO SE GOSTO DELE.

Você pergunta: Parece algo meio maluco, mas ao mesmo tempo eu odeio e amo o pecado. Antes de pecar parece que esqueço toda a dor que sinto após ter pecado e desagradado a Deus. Parece que o prazer que o pecado me proporciona me faz ficar cego. É tão gostoso que no momento que eu o prático eu o amo, mas depois me vem no coração um ódio terrível por aquele pecado que cometi e por mim mesmo. Como vencer isso e resolver essa situação em minha vida? Caro leitor, apesar de você achar essa situação que você descreveu como meio “maluca”, saiba que isso é mais comum do que você imagina. Aliás, na própria Bíblia, o apóstolo Paulo falou algo sobre isso, quando declarou: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto” (Romanos 7:15). Dessa forma, creio que vale a pena refletirmos um pouco sobre algumas verdades bíblicas sobre o pecado e nossa relação com ele, a fim de compreender melhor a nossa situação e lutar com as armas certas contra isso. Como vencer o pecado se eu gosto dele? Como vencer o pecado? (1) O pecado tem uma característica muito poderosa que o faz ser muito eficaz para derrubar o ser humano, mesmo aqueles que têm Deus: Ele atua fortemente dando certos prazeres aos sentidos humanos. O prazer, sabemos, é algo que faz parte da vida humana. Temos prazer em comer, em beber, em se relacionar com outros, em realizar coisas, etc. No entanto, o pecado perverte os prazeres legítimos que Deus nos deu, e os deformam para que virem prazeres pecaminosos. Por exemplo, Deus criou o sexo para ser exercido dentro do casamento de forma saudável. O pecado usa o sexo indiscriminado para fazer as pessoas pecarem. Esse é o “amor” que o pecado quer que tenhamos para com ele. É uma atração que ele gera para trazer as pessoas para sua arapuca: “Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:15). (2) Mas por que caímos nas armadilhas do pecado mesmo sabendo que são armadilhas? Essa era a pergunta do apóstolo Paulo. Ele buscava entender esse comportamento maluco. Mais à frente ele ensina que “a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si” (Gálatas 5:17). Na realidade existe uma batalha acontecendo na vida de cada pessoa. Aqueles que não amam a Deus já vivem totalmente na carne, mas aqueles que professam Jesus como Senhor de suas vidas, travam agora uma batalha, a batalha da carne contra o Espírito. É a batalha do pecado que quer atuar em nossa vida, contra o Espírito, que deseja que sejamos santos. Daí aquele sentimento de grande dor e ódio do pecado quando pecamos, quando permitimos que a carne vença. (3) A solução para essa questão? A solução passa por aquela velha história do lobo bom e do lobo mau, onde um discípulo diz a seu mestre que tem dentro dele um lobo bom e um logo mau. O mestre, sábio, mostra ao discípulo que aquele que ele mais alimentasse seria o que prevaleceria. Paulo ensina algo parecido: “Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (Gálatas 5:16). Não existe mágica nessa guerra. Quando andamos no Espírito, isto é, quando temos comunhão com Deus e estamos focados nos caminhos do Senhor, ganhamos uma capacidade de dizer não ao pecado, ainda que ele seja atrativo. A distância de Deus provoca o efeito contrário, o pecado se torna algo que desejamos mais do que Deus, aí ele nos atrai e nos devora como um inimigo implacável. (4) Apesar de muitos se sentirem dominados pelo pecado em alguns momentos, até mesmo achando que não conseguem vencê-lo, a Palavra do Senhor é clara sobre a capacidade que Deus nos deu de vencermos o pecado, pois ele nunca é maior que as nossas forças. Ele só é maior quando abrimos mão da resistência que devemos exercer diante dele: “Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar” (1 Coríntios 10:13).

BENÇÃO

Obediência leva a bênção. Desobediência leva a perda. Lembra-se da parábola de Jesus dos dois construtores, na qual cada um construiu uma casa? Um construiu na areia, barata e de fácil acesso. O outro construiu na rocha, cara e de difícil acesso. O segundo projeto de construção exigiu mais tempo e recursos, mas, quando as chuvas da primavera transformaram o riacho num dilúvio, adivinhe qual construtor desfrutou de uma bênção e qual experimentou perda? Segundo Jesus em Mateus 7:24, o construtor prudente é “quem ouve estas minhas palavras e as pratica”. Ambos os construtores ouviram os ensinamentos. A diferença entre os dois não foi conhecimento ou ignorância, mas obediência e desobediência. Segurança vem na medida em que colocamos os princípios de Deus na prática. Só somos tão fortes quanto a nossa obediência.

OBEDIENCIA

Lembre onde você está! Como filho de Deus, você está na Terra Prometida. Não greofraficamente, mas espiritualmente. Esta é a terra de graça e esperança e liberdade e verdade e amor e vida! O diabo não tem jurisdição sobre você. Ele age como se tivesse. Ele anda com bravata e traz tentação, mas na medida em que você lhe resiste e vira para Deus, Tiago 4:7 diz que ele tem que fugir. Vozes lhe esperam hoje. Na sua rua, na escola, na Internet. Elas lhe esperam. Você não pode eliminar a presença delas, mas você pode se preparar para o chamado delas. Você tem o Espírito do Deus vivo habitando em você. Você é dEle. Decida agora o que você dirá naquela hora. Escolha obediência! E enquanto você assim decidir, você pode esperar bênçãos. As bênçãos de uma consciência limpa, uma boa noite de sono, e a bênção do favor de Deus.