É evidente que em tudo o equilíbrio deve se impor. Não tem como focar somente no sentir, se a vida precisa também de argumentos e razões. Destacar o sentir, no ato educativo, é permitir que a vida se encontre com a serenidade. Nada está perdido. Por muito tempo o conteúdo era o mais importante. Ele continua sendo fundamental, mas o sentir tem uma contribuição especial para ofertar à vida. O cérebro vai cumprir melhor o seu papel se o sentir tiver o seu devido espaço. Somos o que pensamos, mas somos muito mais o que sentimos.
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