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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

CRENTES

Quase 9 entre 10 crentes dizem que são salvos, sim. Mas, com poder? Não. Como os filhos de Israel, saíram do Egito, mas ainda não possuem a Terra Prometida. Isso equivale a quase 2 bilhões de pessoas que se chamam Cristãos, se arrastando numa fração da sua potência. O que aconteceria se eles tivessem uma revisão? Como seria diferente o mundo se 2 bilhões de pessoas saissem do deserto? Quantos casamentos seriam resgatados? Quantas guerras seriam prevenidas? Se cada Cristão começasse a viver a vida da Terra Prometida, como seria diferente este mundo? Com a ajuda de Deus você pode fechar esta brecha entre a pessoa que você é e a pessoa que você quer ser, de fato a pessoa que Deus lhe criou para ser. A Bíblia diz que você pode viver de glória em glória. Você só precisa possuir a terra!

MAIS QUE VENCEDORES

Deus falou. Josué escutou e os Dias de Glória de Israel começaram. O rio Jordão se abriu. As muralhas de Jericó ruíram. A maldade foi chutada e a esperança reiniciada. Josué 21:43-44 diz “Assim o Senhor deu aos israelitas toda a terra que tinha prometido… e eles tomaram posse dela e se estabeleceram ali. O Senhor lhes concedeu descanso de todos os lados…” Que declaração abrangente. Nenhum homem de todos os seus inimigos ficou em pé contra eles! Talvez você precise de uma nova época. Você não precisa passar pelo rio Jordão, mas você precisa passar a semana. Você não está enfrentando Jericó, mas você está enfrentando rejeição e angústia. A história de Josué nos desafia a acreditar que Deus tem uma Terra Prometida para a gente tomar! Não são terras, mas o terreno do coração e da mente! Uma Terra Prometida de vida em que Paulo afirma que “somos mais que vencedores!”

O DONO É ELE

A situação econômica e financeira dos israelitas retornados do exílio era precária. É o que diz o profeta Ageu em 1.6: “Semeastes muito e recolhestes pouco; comeis, mas não vos fartais; bebeis, mas não vos saciais; vesti-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para colocá-lo num saco furado.” Em tempos assim, pratica-se o ditado popular: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. É disso que Ageu acusa seus concidadãos. Os judeus estavam cuidando primeiro de si mesmos e de suas casas; a reconstrução do templo estava abandonada há pelo menos dezesseis anos. E por essa razão eles não estavam sendo abençoados. Ouçamos o profeta: “O meu templo está em ruínas, ao passo que cada um cuida de sua própria casa. Por isso os céus retiveram o orvalho, e a terra reteve os seus frutos por vossa causa.” (Ag.1.9b,10). Às vezes nos esquecemos de que o dono do dinheiro e de tudo o mais é o Senhor, principalmente em tempos de escassez, quando há pouco que comer, beber e vestir. Então deixamos de buscar o Seu reino, para buscar o nosso (Mt.6.33). Agimos como donos e não como meros usuários. Abandonamos aquele que se fez pobre para nos enriquecer (2Co.8.9). Pense bem: aquele que nos deu o seu próprio Filho, não nos dará as outras coisas? (Rm.8.32). O dono é Ele, nunca se esqueça disso. Portanto, dê o seu dízimo, suas ofertas, seu tempo, seus talentos, sua vida. Na verdade, devolva a ele o pouco que pede de você de tudo aquilo você que recebeu dele. E use tudo para glorificá-lo. Outro profeta, Malaquias, diz que, então, as “janelas do céu se abrirão” (Ml.3.10). E Jesus disse que todas essas coisas (casa, comida, bebida, roupa) serão acrescentadas àquele que colocar o dono de tudo em primeiro lugar (Mt.6.33).

A INDIFERENÇA

“Naquele dia eu vou pegar lamparinas e revistar a cidade de Jerusalém. Castigarei todos os que estão tranquilos e satisfeitos, os que pensam assim: ‘O Senhor Deus não vai fazer nada; não vai salvar, nem castigar.’” (Sofonias 1.12 - NTLH). O profeta Sofonias era descendente do rei Ezequias e nasceu durante o reinado de Manassés. Este nome, que significa “Deus esconde”, foi-lhe dado, muito provavelmente, porque foi um bebê escondido da sanha assassina de Manassés (2Rs.21.16), o qual sacrificou até seu próprio filho em um altar pagão (Rs.21.6). Sofonias profetizou no início do reinado de Josias, quando imperava toda a sorte de pecados na sociedade judaica. Ezequias, bisavô de Josias, foi um rei piedoso que tentou erradicar a idolatria de Judá, mas após sua morte, seu filho, Manassés, reimplantou toda a impiedade e idolatria que tinha sido tirada pelo pai. É bem verdade que Manassés se arrependeu de seus pecados e tentou consertar a situação, mas seu filho e sucessor, Amom, voltou aos mesmos delitos, multiplicando-os. Após reinar por dois anos, Amom foi morto por conspiradores. Foi nesse quadro que Josias, filho de Amom, subiu ao trono, com apenas oito anos de idade, e que também Sofonias proclamou sua mensagem. Aliás, foi a pregação de Sofonias que inspirou a reforma religiosa promovida por Josias a partir do oitavo ano do seu reinado. Nessa época, Yaweh, o Deus de Israel, era tratado com profunda indiferença pelo povo de Jerusalém, como o diz o versículo acima transcrito. Mas o profeta adverte: “O grande dia do Senhor está perto e vem chegando depressa! Será um dia terrível, em que até os soldados mais valentes gritarão de medo. Será um dia de ira, um dia de aflição e angústia, de ruína e destruição, de escuridão e trevas.” (Sf.1.14,15 – NTLH). E se ouvirão por toda a Jerusalém gritos de dor, de desespero e de pedidos de socorro (v.10). E então, não haverá como o povo ficar indiferente ao Senhor. Hoje vemos a imensa maioria das pessoas tratar o Senhor com a mesma indiferença. Para elas, Deus é um personagem distante que nada tem a ver com sua vida cotidiana. Ele não faz nada, nem mal, nem bem. Gerações inteiras estão sendo formadas sem nenhuma noção de Deus. Mas a Palavra de Deus nos adverte que haverá um dia em que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Mas para muitos esse dia virá tarde demais.

FÚTIL OU ÚTIL?

Herdamos de Adão, da sua natureza pecaminosa, um pensamento fútil, vazio, que não tem importância ou mérito. A pessoa fútil é superficial, tem um aspecto enganador, não inspira confiança e não tem constância em suas práticas. É frívola e leviana em suas atitudes e gestos. Ela está voltada para coisas – carro, casa, moda, objetos de decoração, adereços ou enfeites, relógios, celulares, smart-phones, tablets, perfumes, etc. Está mais voltada para a aparência do que para o coração. Mais com a estética do que com a ética, como a “prefeita ostentação”, Lidiane Leite, de Bom Jardim, Maranhão, que torrou o dinheiro da educação para utilizá-lo em viagens e outras despesas pessoais. Geralmente a pessoa fútil gasta dinheiro naquilo que não é pão, naquilo que não pode satisfazer o coração. Interage mais com máquinas do que com pessoas. Não tem sensibilidade. A pessoa fútil está interessada em novelas, em revistas de fofoca e de “celebridades”. Usa as redes sociais para postar fotos inúteis, contar vantagens e fazer comentários sem propósito. Gosta muito de aparecer. Vive a cata de novidades à semelhança dos filósofos de Atenas, na Grécia antiga (At 17.21). Na sua futilidade, o ser humano aprecia comentar a vida alheia e de forma negativa. Não tem maturidade para ouvir e nem para aconselhar as pessoas. É insuportável o papo da pessoa mergulhada na futilidade. Uma conversa sem graça, cheia de legalismo. A pessoa na futilidade torna-se o centro de si mesma. Não tem cruz. Mas em Cristo Jesus, o segundo Adão, que morreu na cruz por nós, deixamos a vida fútil para recebermos do Senhor a vida útil. Mas o que é ser útil? É servir, trazer benefício, facilitar e trabalhar para ajudar o próximo. A pessoa útil é proativa porque tem conteúdo, vida madura, vida de Cristo. Ela estende as mãos para ajudar com prazer, com alegria, com celebração. Ser útil é estar à disposição para servir em amor. Jesus sempre foi útil, pois “andava por toda a parte fazendo o bem” (At 10.38). Ele é o nosso modelo de utilidade, de diaconia efetiva e entrega incondicional. A pessoa útil está voltada para pessoas e não para coisas. O seu interesse é abençoar o próximo, é ajudá-lo na sua peregrinação cristã. Ela tem a capacidade de encorajar os que estão cansados. Sabemos que os religiosos judeus da parábola do Samaritano eram fúteis, mas o Samaritano era útil (Lc 10.25-37). A pessoa fútil pensa em si mesma e não no próximo. Ela quer salvar a sua pele. Mas a pessoa útil arrisca a sua vida para salvar a do próximo. Como o Samaritano, ela cuida do outro com amor. Dorcas era útil porque servia às viúvas, presenteando-as com roupas (At 9.39). É muito bom ser útil! É do cristão genuíno servir ao próximo com o amor e a solidariedade de Cristo Jesus. O cristão autêntico, nascido de novo, tem prazer em imitar o Mestre. Quem é fútil não muda positivamente o seu ambiente. Ela está focada no seu próprio umbigo, alimentando o seu narcisismo. Mas a pessoa útil é uma agente transformadora da sociedade. É carregada de sonhos. O seu prazer é contribuir para melhorar a vida das pessoas mais necessitadas. Exerce a utilidade na distribuição de dons, talentos e renda. A pessoa útil não multiplica para si, mas divide com os outros. Que cada um de nós seja útil para que haja mudança da cosmovisão que está posta neste mundo. Vamos mudá-la com a cosmovisão de Cristo Jesus, Senhor nosso. Que o Pai nos livre de uma vida fútil e nos conceda viver uma vida útil para abençoar as pessoas e glorificar o Seu grandioso nome!

É TEMPO DE SEMEAR E COLHER

João 4.31-38 Depois de dialogar com a mulher samaritana no poço de Jacó, o Senhor Jesus, diante da insistência dos Seus discípulos para comer, dá a eles uma grande lição ao dizer: “tenho uma comida para comer que não conheceis” (João 4.32). No verso seguinte, os discípulos revelam que não entenderam a palavra de Jesus. A seguir, no verso 34, Jesus fala da comida mais importante para aquele que O segue e O serve: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e completar a Sua obra”. Esta tem sido a nossa comida? Esta verdade é a que nos satisfaz plenamente? Ou estamos mais preocupados com o nosso estômago? Mesmo faltando quatro meses para a colheita do trigo (v.35), o Senhor Jesus os ordena a levantarem os olhos, a terem a visão dos campos prontos para a colheita fazendo uma comparação com as necessidades do homem morto em seus delitos e pecados. Devemos ver os campos e as cidades cheios de pessoas perdidas, sem salvação, que estão prontos para ouvirem o evangelho de Cristo e O receberem como Salvador e Senhor. Precisamos aproveitar todas as oportunidades para semearmos o evangelho de Cristo e colhermos vidas preciosas (v.35b). Quem colhe já recebe a recompensa e ajunta fruto para a vida eterna, para que se alegrem juntos o que semeia e o que colhe (v.36). Como é maravilhoso vermos vidas salvas, arrancadas das trevas e colocadas na luz (Cl 1.13,14). Os que estavam mortos reviveram e os perdidos foram achados (Lc 15.6, 9 e 32). Esta é a obra de Cristo Jesus na cruz e na ressurreição. Precisamos aprender com Jesus que há os que semeiam e há os que colhem. Paulo ensina: “Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus” (1 Co 3.6-9). Somos apenas servos que semeiam e colhem. A obra é de Deus. O milagre é dEle. Mas Jesus diz algo impressionante: “Eu vos enviei para colher onde não trabalhastes, e vós recebestes do trabalho deles” (João 4.38). Portanto, não é mérito nosso, mas do Senhor. Ele usa pessoas para prepararem o nosso caminho. Deve haver sempre disposição em nosso coração para a obediência e o trabalho comprometido. Não nos esqueçamos: É tempo de semear o evangelho no coração e de colher vidas. Precisamos pregar, testemunhar e usar outros meios lícitos para ganharmos vidas para Cristo Jesus, o Senhor e Salvador. O Senhor nos salvou para que levemos a Sua salvação a outros. Não podemos perder tempo. Que Ele, ao voltar, nos encontre trabalhando, semeando a semente do Seu evangelho nos corações para a Glória de Deus Pai.

CRER

“Vede o arrogante! A sua alma não é correta; mas o justo viverá por sua fé.” (Habacuque 2.4). A razão da existência do homem está na maneira como se relaciona com Deus, e a única maneira de ele se relacionar com Deus é pela fé; ele foi criado para crer. Na verdade, o homem é a única criatura que crê, e exercer a fé é uma escolha que ele faz. Se não a exerce, torna-se como outra criatura qualquer, apesar de toda a sua inteligência. Portanto, crer é o ato mais racional que o homem pode cometer, porque assim ele exerce a vida em toda a sua plenitude. Habacuque era um sujeito em estado de perplexidade. Primeiro pela prevalência da injustiça, violência e maldade de todo tipo na sociedade em que vivia. Segundo, porque tendo se queixado a Deus dessa situação, o Senhor respondeu-lhe que a punição desses pecados viria por meio da invasão babilônica. Tudo bem que os judeus deviam ser punidos por seus pecados, mas por que usar um povo ainda mais ímpio e pagão para executar o castigo? O Senhor respondeu-lhe, então, que ele devia apenas crer; persistir em sua fé na sabedoria, providência, justiça e vontade de Deus. A ideia aqui é de sobrevivência: aqueles que permanecessem fiéis às promessas de Deus ficariam de pé, constituiriam o povo remanescente do Senhor. É a mesma ideia que temos na citação que o autor da Carta aos Hebreus faz dessa passagem (Hb.10.36-39). Entretanto, nas citações que Paulo faz dela a ideia é de plenitude de vida, e não de mera sobrevivência. Em Gálatas 3.6-14, Paulo cita Abraão, chamando-o de “homem que creu” (v.9), e por isso ele viveu um relacionamento pleno com Deus (v.6). Em Romanos 1.17, Paulo diz que o verdadeiro relacionamento do homem com Deus começa na fé, continua na fé e termina na fé (e fé em Cristo). No decorrer dessa carta ele expõe a verdade de que a única maneira de viver verdadeiramente é pela fé em Cristo. “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com plenitude.” (Jo.10.10b).

terça-feira, 1 de setembro de 2015

FORTALEZA

“O Senhor é bom, uma fortaleza no dia da angústia; ele conhece os que confiam nele.” (Naum 1.7). A palavra angústia vem de uma raiz latina que cujo verbo significa “apertar” e o substantivo, “aperto”. Da mesma raiz deriva-se a palavra castelhana “angosto”, que significa “estreito”. Figuradamente, então, temos o sentido de sufocamento, opressão, emparedamento. O sentido original traz a ideia de caminhar numa trilha estreita, entre as paredes de um desfiladeiro, onde somente é possível a passagem de uma pessoa de cada vez. Ninguém deseja a angústia, mas às vezes ela vem; e às vezes é necessário passar por ela. Jeremias, o profeta angustiado, diz: “Mas não insisti eu contigo para que afastasses a desgraça? Tu sabes que não desejei o dia do desespero (....) Não sejas motivo de pavor para mim; tu és o meu refúgio no dia da desgraça.” (Jr.17.16,17 - NVI). O próprio Jesus sentiu-se angustiado: “”Agora a minha alma está angustiada; e que direi? Pai, salva-me desta hora? Mas foi para isto que vim, para esta hora.“ (Jo.12.27; ver também Mc.14.33). Contudo, no dia da angústia o Senhor é o nosso castelo forte, como diz Naum. E esta palavra está bem de acordo com o nome do profeta, cujo significado é “consolo” ou “consolação”. O autor da Carta aos Hebreus diz que temos em Jesus um sacerdote que se compadece de nossas fraquezas, pois foi aperfeiçoado por meio do sofrimento (Hb.4.15;2.10), o que foi profetizado por Isaías: “Em toda a angústia deles ele também ficou angustiado.” (Is.66.9). Angustiado por um espinho na carne, Paulo suplicou a Deus que o tirasse, mas o Senhor respondeu: “A minha graça te é suficiente, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” Diante disso, o apóstolo declarou: “Por isso eu me contento nas fraquezas, nas ofensas, nas dificuldades, nas perseguições, nas angústias por causa de Cristo. Pois, quando sou fraco, então é que sou forte.” (2Co.12.7-10). “Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.” (Sl.50.15).

DESANIMAMOS

Mesmo sendo fortes, desanimamos. Desanimamos porque vivemos num mundo corrompido pelo pecado, o que faz com que, muitas vezes, lutemos e não vençamos. Uma derrota é um trampolim para o desânimo. Desanimamos porque, atacados a partir de dentro e também a partir de fora, nosso músculos chegam ao seu limite. Há atitudes tomadas ao nosso lado que nos vão sugando a energia, como a incompreensão em casa e a inveja no trabalho. Nosso corpo é frágil diante de tantos golpes recebidos. Desanimamos porque, tendo ouvido as promessas divinas, crido nelas e não as vendo se materializando em nossas vidas, duvidamos persistentemente de nossa própria fé, não mais retroalimentada para novos voos. Desanimamos porque exigimos demais de nós mesmos, tentando suportar um peso acima da capacidade de nossos ombros em os manter. Desanimamos porque nos cansamos, pelo excesso de compromissos ou pela dificuldade de parar e descansar um pouco. Desanimamos porque, sem perceber, nossa mente acabou desordenada por uma doença emocional não percebida. Desanimamos porque fizemos coisas certas pelas motivações erradas e agora perdemos o interesse em continuar fazendo as coisas corretas. É motivação errada, por exemplo, obedecer a Deus para merecer a sua bênção, agradecer um favor de uma pessoa para receber mais, agir em função apenas do resultado, ou agir como se tudo dependesse de nós. Desanimamos, sobretudo, porque perdemos a visão de Deus. Podemos perder tudo, mas não podemos perder a visão de quem Deus é. Assim, se queremos nos reencantar com a vida, a primeira tarefa é nos reencantar com Deus, retomando uma visão de Deus, como a Bíblia nos ensina, de um Deus cheio de amor para se importar conosco e pleno de poder para nos fazer realizar aquilo que precisamos realizar.

DEUS É AMOR

“Quem é Deus semelhante a ti, que perdoas a maldade e te esqueces da transgressão do remanescente da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque ele tem prazer na misericórdia.” (Miquéias 7.18). O significado do nome Miquéias é “quem é como o Senhor?”, e ele encerrou seu livro com uma doxologia que se inicia com um trocadilho com seu nome: “Quem é semelhante a ti?” A principal razão dessa pergunta não é tanto a grandeza e o poder do Deus Criador de todas as coisas, e nem as maravilhas que havia operado na história de seu povo, mas o fato de ser o Deus do perdão, que não retém a ira, mas tem prazer na misericórdia. O Deus de amor, que se mantém fiel às promessas do passado. As figuras poéticas usadas por Miquéias são poderosas: “pisarás as nossas maldades”, “lançarás todos os nossos pecados nas profundezas do mar.” (v.19). O contemporâneo de Isaías, que profetizou principalmente durante o reinado de Ezequias, havia pintado uma quadro desolador dessa época. Apesar da prosperidade material, a iniquidade havia permeado toda a nação: os líderes eram corruptos, os sacerdotes ensinavam por interesse e os profetas adivinhavam (“revelavam”, como diz hoje) por dinheiro. Quem poderia perdoar tanto pecado senão o Deus da graça? E é justamente este mesmo Deus da graça a nossa esperança hoje, diante da situação de miséria moral e espiritual em que vive a humanidade. O mesmo Messias que Miquéias profetizou que nasceria em Belém, mas que existia desde a eternidade (Mq.5.1), precisa ainda nascer nos corações de milhões e milhões de seres humanos que anseiam pela paz verdadeira, cujos pecados precisam ser lavados no seu sangue preciso. Nossos contemporâneos precisam saber do Deus de amor que deu seu Filho para nos resgatar condenação do pecado e dar-nos a vida eterna.

LIMITES

Em meio a tantas mudanças e dificuldades, muitos pais ficam perdidos sem saber como educar seus filhos. Incertezas e uma certa dificuldade sobre como educar os filhos, sempre houve em qualquer época. Hoje em dia, entretanto, quando a criança está exposta a todo tipo de influência e onde os pais, em muitos casos, acabam tornando-se ausentes, pelas exigências do trabalho, as coisas têm se complicado. Isso só aumenta as dúvidas e incertezas sobre como agir. Por terem passado por dificuldades ou errado muito na vida, muitos pais tentam poupar os filhos dos mesmos erros ou de dificuldades, sofrimentos e frustrações, superprotegendo-os e dando tudo que desejam, do bom e do melhor. Esquecem-se que, se hoje são cidadãos corretos e íntegros e possuem espírito de luta e perseverança, é porque tiveram que enfrentar os reveses da vida. Não percebem que ao agirem desse modo, estão educando os filhos para a insensibilidade e a irresponsabilidade social, além de, em muitos casos, torná-los incapazes de lutar pelo que desejam, especialmente se houver dificuldades a serem enfrentadas, conforme coloca o psicólogo e professor da Universidade Estadual de Marília, Raymundo de Lima. AUTORIDADE Por outro lado, dentro de uma visão moderna e equivocada de educação, e tentando não repetir o modelo extremamente rígido que receberam dos pais, muitos evitam uma intervenção autoritária na vida dos filhos, abrindo mão de toda autoridade que têm, o que para a psicóloga Cleuza Gomes dos Anjos, nada mais é do que uma fuga das responsabilidades educacionais. A falta de firmeza dos pais leva as crianças a imporem suas vontades. Acostumados, desde cedo, a ver todos seus desejos atendidos, a criança e o adolescente não aceitam ser contrariados. "É fundamental que os pais sejam referências e estabeleçam regras, limites e parâmetros de comportamento, para que a criança se sinta segura e protegida e se torne também uma pessoa segura, não adotando para si valores questionáveis ou perdendo o sentido de valor da vida", coloca. Ela explica que a criança é gerida por impulsos e sua vontade é promover o seu bem estar, satisfazendo desejos e curiosidades. Se os pais não impõem limites ou simplesmente apenas dizem "não faça isso", não tomando nenhuma atitude para impedir a criança de fazer o que quer, não estabelecendo limites concretos, ela fatalmente fará somente o que deseja. "Não é agir de forma autoritária, nem complacente. É estabelecer limites concretos, com firmeza, e mostrar para a criança o por quê da proibição", diz. Segundo Cleuza, a personalidade da criança é construída com base no seu temperamento, que nasce com ela e determina a forma como vai reagir aos estímulos do meio; e o seu caráter, que é aprendido e moldado pelas experiências vividas, principalmente nos primeiros anos. Daí a importância do papel dos pais na vida delas. "Esta é uma responsabilidade dos pais e não da escola. Mas o que se vê hoje são crianças que vivem com as empregadas e pais que delegam à escola a responsabilidade de educar", lamenta Cleuza. EQUILÍBRIO Para ela, o correto não é reprimir nem humilhar, e muito menos ser permissivo, mas manter o equilíbrio, buscando atender às necessidades da criança, para que se desenvolva de forma emocionalmente sadia. Cleuza coloca como necessidades básicas, além do alimento, do sono e do bem estar físico, o afeto positivo, a aceitação e valorização da criança e o estabelecimento de limites. Ela diz que a criança necessita ser tocada, se sentir amada, valorizada e aceita como ela é, para internalizar esses sentimentos. "Ela age como se fosse um gravador, adquirindo para si, como parte de seu caráter, tudo o que ocorre ao seu redor", afirma a psicóloga. Se a criança faz algo errado e é tratada de forma hostil pelos pais, em vez de serem corrigidas e orientadas de forma correta, aprendem a agir de forma negativa para receber esse tratamento hostil, desenvolvendo relacionamentos doentis com as pessoas. Da mesma forma, diz Cleuza, quando a valorização pessoal da criança não é bem trabalhada e desenvolvida, serão adultos inseguros, que exigem demais de si mesmos e que não valorizam o que fazem, achando que nada está bom o suficiente. "Volto a ressaltar a necessidade de haver equilíbrio. Não é elogiar tudo o que a criança faz, mesmo que seja uma tarefa de casa mal feita, nem também exigir da criança algo que está além do limite de sua idade. Estas devem ser elogiadas quando fazem as coisas bem feitas ou se esforçam para isso, mas muitos pais só se dirigem aos filhos para criticá-los. Por outro lado, há aqueles que ao elogiarem todas as atitudes dos filhos reforçam condutas erradas, como certas. Tem que se buscar um equilíbrio", reforça Cleuza. PRINCIPAIS ERROS O psicólogo e professor da UEM, Raymundo de Lima, aponta os principais erros cometidos pelos pais: • Excesso de conforto material, cuidados e mimos que resultam em uma fraqueza de caráter. • Superproteção que torna os filhos indefesos, dependentes e medrosos diante das pessoas, das situações do dia a dia e da vida. Para crescer de forma sadia, a criança precisa experimentar um pouco mais das frustrações e limites próprios da realidade. • Pais ausentes física ou emocionalmente desenvolvem nos filhos sentimentos de abandono, de indiferença e personalidade fria de sentimentos. • Filhos acostumados a submeterem seus pais a suas vontades, podem se transformar em pessoas egoístas, sem senso de limites às regras da civilidade, ao respeito às autoridades ou aos mais velhos. • Ausência de conversas sobre assuntos de família, política, religião e falta de diálogo sobre os problemas da criança, desenvolvem seres analfabetos quanto a temas de sobrevivência atual. • A preocupação de alguns pais em somente ter, em detrimento do ser, leva os filhos a desenvolverem o mesmo problema. Acabam se transformando em pessoas cegas para os verdadeiros valores da vida. • Da mesma forma, pais viciados em drogas, cigarro ou álcool, por mais que digam ser isso errado, com suas atitudes autorizam que seus filhos desenvolvam os mesmos vícios. BABÁS ELETRÔNICAS - Os riscos da "educação moderna". Sobrecarregar os filhos de atividades, supri-los de presentes ou deixá-los entregues às babás eletrônicas não são as melhores opções. A forma de educar os filhos sofreu uma grande mudança a partir da Segunda Guerra Mundial, quando a mulher, com o marido longe de casa, teve que assumir também o papel do homem como provedora da família. A conseqüência dessa situação pôde ser sentida com os jovens dos anos 60, segundo a psicóloga Cleuza Gomes dos Anjos. Hoje, trabalhar fora é uma opção para muitas mulheres e uma necessidade para outras. "É claro que a solução não é a mulher voltar a cuidar só do lar. As circunstâncias hoje são bem diferentes de antigamente. Mas é preciso melhorar a qualidade do tempo que os pais passam com os filhos". afirma Cleuza. Para ela, é fundamental que os pais reservem um tempo para brincar, estudar e conversar com os filhos, orientando-os, estabelecendo um relacionamento afetivo que sirva de modelo para a criança. O grande problema, segundo ela, é que muitos pais, por se tornarem ausentes, com momentos familiares praticamente nulos, tentam compensar a sua falta com presentes. "Eles pecam duplamente. Ao não atender às necessidades afetivas do filho, este tende a se tornar uma criança problema. Sentindo-se culpados, os pais tentam suprir a criança com presentes, mas ao fazerem isso, reforçam o comportamento errado", diz. Outro erro apontado por Cleuza é preencher a agenda das crianças com inúmeros compromissos. "Isso pode trazer seqüelas profundas. A criança pode tornar-se uma pessoa compulsiva, que não para um minuto, ou negligente, que foge das responsabilidades, por não saber lidar com a ansiedade, nunca terminando nada que começa", afirma. INFLUÊNCIAS Ela alerta também para os riscos de deixar a criança exposta, de forma excessiva, às influências da televisão, do videogame. "Além de dar as coisas prontas e não deixar que a criança pense e dê margem a sua criatividade, a televisão ao prender a atenção desta, não deixa também tempo para que ela se movimente, impedindo o total desenvolvimento de sua coordenação motora", coloca Cleuza. Outro ponto ressaltado são os relacionamentos idealizados ou irreais que a criança estabelece, por não ter modelos reais. "Daí, o que ela vê na televisão passa a ser real e normal, o que é muito perigoso tendo em vista a violência contida mesmo nos desenhos animados. A criança vê o personagem como sendo concreto e transfere o que aprende para o relacionamento familiar e com os amigos". Já no caso do videogame, além do estímulo à violência e ao uso de estratégias escusas para vencer, Cleuza diz que os jogos podem gerar uma atitude compulsiva e obsessiva. "Aquilo, para a criança, é um desafio, ela quer vencer, superar a máquina, e neste processo, vai se repetindo mecanicamente, sem um limite", complementa. ESTRATÉGIAS DE MUDANÇA • Buscar ser um pai/mãe mais afetivo e presente. • Reforçar atitudes positivas, logo após o comportamento desejado, com presentes ou palavras. • Valorização da criança como ela é, dentro de seus limites e não como os pais desejam que seja. • Não esperar da criança atitudes de um adulto, mas buscar colocar-se na situação desta. Os pais devem caminhar junto com seus filhos e não arrastá-los, direcionando-os com base em suas experiências. • É preciso ter paciência e ir mudando as atitudes negativas por partes.
Quando ele entrou pela porta da igreja, pensei que era o homem mais belo e simpático que jamais tinha visto! Harry estava alojado numa base do exército próxima de minha cidade. Em nosso primeiro encontro, fomos assistir a uma demonstração aérea onde jogamos níqueis em vasos que seriam nossos se as moedas caíssem dentro. Ganhamos dois e comentamos, brincando, que os usaríamos em nossa casa quando nos casássemos e viajássemos como missionários para além-mar. Continuamos nos encontrando e nos apaixonamos mais e mais. Eventualmente Harry fez a “pergunta” e a febre matrimonial começou. O casamento se realizou na casa de meus pais. O organista tocou as primeiras notas do “Coro da Noiva” de Lohengrin e eu desci pela ala. Embora a meninazinha das flores começasse a chorar e recusasse a espalhar as pétalas de rosas, tivemos um casamento típico de livro de história. A cerimônia transcorreu sem um senão. O dia foi abençoado. Todos concordaram que foi um casamento pitoresco e romântico. Mas, depois das núpcias vem o casamento. A realidade começa Muitos casais descobrem que dentro de poucos dias após a lua-de-mel, a realidade chega rápida e profunda. Sim, o casal se sente empolgado e excitado com sua primeira casa, mas também precisa estar preparado para a desilusão que certamente se segue ao período idílico, uma queda do senso de felicidade e encanto, e do absorvente interesse que antes tinham um pelo outro. Daí a expressão, “A lua-de-mel acabou-se”. O noivo tem sintomas mais severos de desilusão do que a noiva. Noivos tendem a se ressentir da perda de liberdade, de suas novas obrigações na casa, e das preocupações financeiras. Mas as noivas sentem-se rejeitadas quando seus maridos as ignoram. As máscaras que cada um usou antes do casamento caem subitamente. O ego real com seu mau humor e gênio irascível aparece. O primeiro ano é usualmente o mais difícil na maioria dos casamentos, com a metade dos recém-casados admitindo problemas conjugais significativos. Muitos recém-casados descrevem um aumento dramático no número de argumentos que usam após do casamento e surgem a tendência, até então refreada, de ser críticos de seus parceiros, até então perfeitos, e o abalo no sentimento de confiança própria. Durante os primeiros 12 meses, o casal precisa enfrentar um maior número de problemas com o mínimo de experiência. Para dizer a verdade, o futuro do casamento depende do ajustamento que se processa durante este tempo. O tempo de aprendizado para um casal são as seis primeiras semanas depois do casamento. Gradualmente aprendem que precisam partilhar as coisas com seu cônjuge e que não podem obter 100% de seu interesse, afeição, tempo ou atenção. O empregador, os pais, os amigos e parentes, todos têm suas cobranças a fazer. Também durante essa fase de desilusão, a jovem esposa pode se chocar ao descobrir que seu marido, antes bem apessoado, acorda com mau hálito e uma barba irritante. Ele pode achar que a tendência dela em roubar-lhe o cobertor e seu ranger de dentes podem ser sinal de rejeição. Outros recém-casados descobrem penosamente quanto tempo, esforço e dinheiro são requeridos para manter um lugar onde viver. Ao passo que a maioria dos casais é bastante realista para compreender que para se manter uma casa é requerido tempo, não reconhecem quanto tempo e esforço são exigíveis para as compras, para cozinhar e manter uma casa com tarefas infindas. O que nos salva do desespero é que tendemos a sonhar com felicidade e não com labuta enfadonha. Se imaginássemos somente a rotina do casamento, nenhum de nós jamais se casaria! O fato de que seis dentre cada dez novos casamentos nos Estados Unidos fracassam prova que a desilusão começa cedo e depressa. Depois de adquirir alguma experiência, contudo, o casal reconhece que seu casamento vai sobreviver a despeito dos eventuais desacordos. Eles também aprendem que alguns argumentos são inevitáveis, e que podem ainda ser amigos e amantes embora não concordem em todos os pontos. Aprendem também que mesmo que não possam resolver cada problema, isso não significa o fim do casamento. Nesse ponto, podem ficar menos ansiosos sobre aborrecimentos que surgem e reconhecer que isso acontece mesmo nas melhores relações. Cada ano que passam juntos faz com que o casal aumente sua chance de permanecer casados. Ao atingir o quinto aniversário, a possibilidade de divórcio decresce de ano para ano

A MENTE PARTE II

Na vida a gente tem que tomar decisões quanto ao que queremos ser, e como queremos comunicar. Você quer ser um bom comunicador ou um mau? Lembre-se de alguma coisa; comunicação realmente é a expressão da sua personalidade. Como você gostaria de ver as coisas; isso seria dependente do que os resultados que você deseja obter. Vamos dar um exemplo aqui: você tem um cara que tem vindo a fazer tudo o que ele vem fazendo há algum tempo, não importa quanto tempo que foi, em seguida, ele comete um erro, e, provavelmente, faz com que este erro de vez em quando. Agora, eu posso vê-lo desta forma - ele faz esse erro de vez em quando; ou seja, apenas de vez em quando, ele sopra. Portanto, eu posso decidir o que dizer a ele, de vez em quando você bagunçar as coisas. Se eu decidir dizer isso, eu estou voltando sua atenção, assim como a minha atenção, sobre o fracasso. O fracasso foi ampliada e glorificado, entretanto é só de vez em quando ele erra, e não o tempo todo. Se você diz que ele mexe-lo de vez em quando, então isso imediatamente nos permite saber que ele provavelmente está no sítio certo na maioria das vezes. Isso é o que parece, então porque não dar-lhe o crédito para fazer certo na maioria das vezes, ao invés de glorificar as falhas que acontecem apenas de vez em quando. Quando você opta por focar os aspectos negativos dessa forma, ele diz algo sobre sua personalidade, mais do que ele faz, o que você está falando. Isso mostra que você não está indo para ser uma pessoa feliz, porque sua comunicação revela seus processos internos - as imagens e pensamentos que você processam dentro de você. Sua mente trabalha nas falhas dos outros mais do que os seus sucessos e que vai afetar o seu sucesso. Mesmo se você tivesse sido muito bem sucedido, você vai começar a trazer algum retardo para a sua velocidade de sucesso; algo vai dar errado, se ele já não estiver errado. Então, você precisa parar em suas trilhas e dizer: 'Eu tenho o controle sobre os processos de minha mente, e sobre o meu futuro. Eu quero tomar o controle; Eu quero fazer uma mudança, e determinar a qualidade da minha personalidade. " Você vai ter que processar algo diferente em sua mente. Veja como importante, mas isso é simples. ATITUDE Nosso próximo ponto é a atitude. Lembre-se que é a partir da definição da mente, que já discutimos. Vamos recapitular o que dissemos sobre a mente no que diz respeito a atitudes. Em nossa definição da mente, que disse: "A mente é a faculdade de raciocínio e os pensamentos de um homem; que detém o poder de reconhecimento, imaginação e valorização; ele é responsável por processar sentimentos e emoções, resultando em atitudes ". Nós já falamos sobre a transformação de sentimentos e emoções, mas o que dizer "o resultado de atitudes? Em primeiro lugar, é importante para nós reconhecer que somos responsáveis ​​por nossas atitudes; mas o que é atitude? A atitude é a disposição para agir de forma determinada pelos processos mentais de nossos sentimentos, emoções, crenças ou raciocínio. Isto significa que os processos de nossos sentimentos, mente, emoções, crenças e nosso raciocínio, determinam nossas atitudes. O que nós processar dentro de nossas mentes sair em nossas atitudes, pois somos responsáveis ​​por nossas atitudes. Somos responsáveis ​​por nossa maneira de agir e por isso que responder a forma como fazemos: são todas as atitudes. A mente é o centro de processamento de informações da pessoa humana. Lembre-se de nossa definição do cérebro e suas semelhanças com isso, mas isso é diferente porque a mente é espiritual. A mente ser o centro de processamento de informações da pessoa humana, recolhe e processa todas as informações recebidas através do sistema nervoso do homem exterior, e através dos sentidos espirituais do homem interior - o espírito humano. A interpretação e eventual divulgação de informações da mente, determina o comportamento e atitude humana. A mente recolhe e processa as informações e, em seguida dissemina informação. Esta informação passa por seu sistema nervoso, e através de seu corpo em ação. O que quer sair do que você tem em sua mente? Você faz uma escolha diária. A realidade emocionante da mente é que o seu conteúdo e os processos podem ser gerenciados . Isso significa que o conteúdo e os processos da mente podem ser reorganizados e reprogramado. Aquele que é nascido de novo nasce depois de Deus, e tem a vida ea natureza de Deus. O seu espírito recebeu a própria natureza do seu criador, e isso significa que você tem um espírito excelente. No entanto, isso não significa que você vai andar em que a excelência; você tem que fazer a escolha de fazê-lo. As melhores coisas do nosso espírito são expressos através da mente. A Bíblia diz em Neemias 08:10 10 Então disse-lhes: Ide, comei as gorduras, e bebei as doçuras, e enviai porções Então lhes para quem não têm nada preparado . Não é este maravilhoso; com efeito, diz ele, aproveitar o dia e ajudar os outros a aproveitar o dia. Isso é exatamente o que isso significa. Então ele diz , "... porque este dia é consagrado ao nosso Senhor: não vos entristeçais; para a alegria do Senhor é a vossa força. " Note-se que a Escritura diz: '' 'não se arrepender; para a alegria do Senhor é a sua expressão strength.The, 'nem vos sorry' não está devidamente prestado em Inglês; o hebraico é 'âtsab', e que significa fazer ou processo. Então, o que a Palavra está dizendo aqui é, não fazer ou dor processo, tristeza, desgosto ou preocupação. Atsab significa também a esculpir, ou fabricar. Portanto, não esculpir ou fabricar dor. Não processar dor ou tristeza, porque a alegria do Senhor é a vossa força. Seja forte e não fraco; prosperar e não ser um fracasso; não fabricar ou esculpir dor ou desprazer. Não deixe que isso aconteça, porque ele vai te destruir. A alegria do Senhor é a vossa força, e Deus quer que você seja forte caso contrário ele não vai usá-lo. Lembre-se de que Ele disse a Josué: "uma coisa que desejo de ti, seja forte e muito corajoso" (Josué 1: 9). E agora Neemias diz-nos que esta força está na alegria do Senhor. Portanto, se Satanás quer ter a certeza que desagradar a Deus, ele vai ir atrás de sua alegria; ele vai parar de ser alegre e você vai começar a culpar todos em torno de você para os seus sentimentos e as suas emoções. Você vai ter uma atitude, e quando você vai continuar com esta atitude, você vai ficar mais fraco espiritualmente. A razão para a sua fraqueza é que você deixar de ir a sua alegria, a alegria do Senhor é a vossa força. Recusando-se a processar a dor e sofrimento não significa que você está negando sua existência, significa apenas que você não deixe que eles tenham domínio sobre você ou tomar posse de você. Deus disse a Josué, eu estou com você, onde quer que vá, e eu não vou deixar você. Glória a Deus! Ele disse que, assim como fui com Moisés, assim serei contigo, e ninguém será capaz de ficar contra você todos os dias de sua vida (Josué 1: 5) . Então Ele disse, apenas uma coisa que eu preciso de você: ser forte e muito corajoso. Como é que ele ia ser forte? - A alegria do Senhor é a vossa força. A alegria do Senhor é expressa em cantar, rir, e por meio de expressar palavras de louvor a Deus. É expresso em que a harmonia de amor que você tem com seus irmãos e irmãs em Cristo, falando positivos, palavras encorajadoras e mexendo com elas. Essa é a alegria do Senhor! Recuse-se a me debruçar sobre a dor, desprazer, ou preocupação; recusar todos os negativos. A Bíblia diz em Filipenses 4: 6: Tenha cuidado para nada; mas em cada coisa pela oração e súplica com ações de graças sejam as vossas petições conhecidas diante de Deus. Nós já estabelecido que as melhores coisas dos nossos espíritos são expressos através da mente. Provérbios 4:23 diz: 23 guarda o teu coração, com toda a diligência; pois dele procedem as fontes da vida. Isso significa que guarda o teu coração, com toda a diligência. A Bíblia diz em 23 Acima de tudo, guarda o teu coração, porque tudo que você faz dela decorre . Isso significa que você tem que guarda o teu coração, com tudo o que tenho, porque dele procedem as fontes da vida. Lembre-se, sua mente é a porta de entrada para o seu espírito humano, por isso, se você estiver indo para guarda o teu coração, onde é que você vai ficar? Na sua mente. Portanto, montar guarda sobre a sua mente; guardará os vossos pensamentos e seu pensamento. Isso é o que diz a Palavra. O versículo 24 e 25 do mesmo capítulo diz: 24 Mantenha a boca livre de perversidade; manter talk corrupto longe de seus lábios. 25 Os teus olhos olhem para a frente; fixar o olhar diretamente antes de você . Isso significa que não se desviem. Os teus olhos olhem em frente. Deus falou para a sua vida, talvez sobre o seu trabalho, ou sua família; pode ser sobre o seu casamento, filhos ou finanças; não importa o que é, não perca o que Deus tem dado a você. Falar a Palavra de Deus e olhar para a frente, como diz a Palavra. Recuse desvio e não falam perversidade; não digo as coisas erradas, que estão fora do que Deus disse a respeito de você.