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sábado, 7 de novembro de 2015

OUSADO

Enquanto João Wesley estava atravessando o Oceano Atlântico, fortes ventos apareceram. Ele estava lendo em sua cabine quando percebeu que os ventos estavam empurrando o navio para fora da sua rota, e ele respondeu em oração. Adam Clarke, um colega, anotou. “Soberano e eterno Deus… O Senhor segura os ventos em suas mãos e senta no oceano… ordene que esses ventos e essas ondas obedeçam ao Senhor, e que nos levem logo e de forma segura ao refúgio para o qual estamos indo.” Wesley, ajoelhado, se levantou, pegou seu livro e continuou a ler. Dr. Clarke foi para o convés onde encontrou os ventos calmos e o navio na rota. Wesley nem comentou sobre a oração respondida. Clarke anotou “Tão plenamente ele esperou ser ouvido que ele presumiu que foi ouvido.” Quão ousadas são as suas orações?

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

TERRA PROMETIDA

Você quer uma vida de Terra Prometida? Você deseja a plenitude de Dias de Glória? Então, obedeça aos mandamentos de Deus! O que é isso? Você esperava algo mais místico, exótico, ou intrigante? Você achou que a vida a nível de Terra Prometida nasceria de declarações exaltadas ou visões angelicais, momentos do topo da montanha, ou mensagens à meia noite do céu? Sinto muito em desapontá-lo. Obediência, escreveu C.S. Lewis, é a chave para todas as portas. Não pense por um momento que você pode dar ouvidos à voz errada, optar pela escolha errada, e escapar as consequências. Ao mesmo tempo obediência leva a uma cascata de bondade, não só para você, mas seus filhos, os filhos dos seus filhos, e seus netos. É a promessa de Deus em Êxodo 20:6 de mostrar “bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.” Enquanto obedecemos aos mandamentos de Deus, abrimos as portas para as bênçãos de Deus!
“Todas as coisas me são permitidas, mas nem todas são proveitosas. Todas as coisas me são permitidas, mas eu me deixarei dominar por nenhuma delas. Todas as coisas são permitidas, mas nem todas são proveitosas. Todas as coisas são permitidas, mas nem todas são edificantes.” (1Coríntios 6.12;10.23). Parece que há certa ironia de Paulo nessas palavras, certa insinuação de que a obsessão dos coríntios pela liberdade era, na verdade, sua grande escravidão. Eles tinham uma ideia muito ampla de liberdade. Derivada, porém totalmente distorcida, do próprio ensino de Paulo de que somente em Cristo é que somos verdadeiramente livres. Por quatro vezes o apóstolo menciona o lema dos coríntios: Todas as coisas me são permitidas, para então rebatê-lo. O que Paulo está lhes dizendo é que somente quando se libertarem de sua própria obsessão pela liberdade eles serão verdadeiramente livres. Em outras palavras, eles precisavam livrar-se de si mesmos. Podemos nos tornar escravos de nossos direitos e defendê-los a qualquer custo, ou sermos senhores deles, renunciando-os quando necessário, quando conveniente, quando edificante. Nem tudo o que temos a liberdade de fazer é de bom proveito. E alguém já disse que o alvo do cristão deve ser não o bom, nem o ótimo, mas o excelente. Na vida agitada que levamos, e com a escassez de tempo e recursos que temos, é preciso estabelecer prioridades, descartando tudo que é supérfluo, desnecessário, inútil, que nos faz perder tempo, que prejudica nossos relacionamentos, etc. Devemos priorizar tudo que traz proveito para nós, para a família, para a igreja, para o trabalho, para os estudos, etc. Nem tudo que temos a liberdade de fazer é edificante. Às vezes é até destrutivo. Se no mínimo é algo que não acrescenta nada, não soma nada, é uma liberdade que não vale a pena. Agora, se para construir a paz renunciamos a um determinado direito, isso, sim, é ser livre. Ou se fazemos uso dos nossos direitos somente para abençoar nossos irmãos, e nunca para derrubá-los, isso, sim, é ser livre. Pois, como diz o apóstolo, num jogo de palavras, eu tenho permissão para fazer qualquer coisa, mas nenhuma coisa tem permissão para me fazer seu escravo. A liberdade que temos em Cristo é para amar, para servir, para construir, para fazer o bem. Não existe liberdade para sermos egoístas, indiferentes, omissos, perdulários ou destrutivos.

CRISE

Desde Adão, a crise é constante. Fruto do pecado. Com a desobediência do velho Adão, tudo foi modificado no homem e na natureza de um modo geral (Rm 8.18-23). A crise é fruto de um conjunto de realidades perniciosas, tais como: o egoísmo, a megalomania (mania de grandeza), o orgulho, os interesses escusos, a ganancia, violência, corrupção, imoralidade, dependência química, as maldades, os ressentimentos, a injustiça social, o desperdício, a pobreza, má distribuição de renda, economia, as enfermidades e tantas outras coisas ruins. Vivemos num mundo em crise: de identidade, emocional, ambiental, energética, moral, social, institucional e relacional. A crise é resultado de elementos desagregadores. Mas ela nos traz lições preciosas: aprendemos a ser humildes, mansos, econômicos, responsáveis, solidários, sensíveis, ponderados. Aprendemos que temos limites. Que somos suscetíveis às circunstâncias. Para o povo chinês, a crise é oportunidade. Se fizermos uma leitura madura, cresceremos com ela. A crise nos leva a refletir sobre nossas limitações e fraquezas, nossa vulnerabilidade e nossa incapacidade de lidar com ela sem a ajuda do Senhor. Em Cristo, conseguimos lidar com a crise e crescer com ela. A crise é muito complexa, pois são vários os fatores implicados. Ela tem tentáculos. A crise não nos deve causar medo, mas confiança nAquele que tudo pode (Fil 4.13). A nossa reação à crise deve nos levar a olhar para o alto, onde Cristo está assentado à direita do Pai (Col 3.1-4). Diante da crise, somos levados pelos Senhor a considerar a irrelevância das coisas materiais e a relevância das coisas espirituais. Como devemos enfrentar e vencer a crise? Primeiro, considerar que o nosso Senhor está acima dela e controla todas as coisas; segundo, precisamos exercer a fé na suficiência de Cristo; terceiro, colocar a nossa confiança no Senhor (Sl 37.1-7); quarto, trabalhar com dedicação e excelência; quinto, descansar na fidelidade de Deus; sexto, ter uma postura de entusiasmo e otimismo; e sétimo, agir sempre com amor e solidariedade, testemunhando a nossa fé em Cristo Jesus para abençoar pessoas e glorificar a Deus, nosso Pai.

PECANDO

“Pecando dessa forma contra os irmãos e ferindo-lhes a consciência fraca, pecais contra Cristo.” (1Coríntios 8.12). Paulo dedica o capítulo 8 da sua Primeira Carta aos Coríntios a responder questionamentos a respeito da prática de alguns membros de comerem carne sacrificada aos ídolos. No capítulo 10 (VV. 14 a 30) ele volta ao assunto. O problema em Corinto é que havia crentes que se diziam tão maduros, que tinham chegado a tal nível de conhecimento, que não se sentiam afetados por coisas às quais outros crentes mostravam grande sensibilidade, como aquilo que dizia respeito à idolatria. Paulo começa dizendo que “o conhecimento dá ocasião à arrogância, mas o amor edifica” (1Co.8.1), pois, apesar de concordar com os maduros que “o ídolo nada é” (v.4) e que “não é a comida que nos recomendará a Deus; pois não ficaremos piores se não comermos nem melhores se comermos” (v.8), ele adverte a esses maduros que esse seu conhecimento os está levando a destruir “o fraco, teu irmão pelo qual Cristo morreu” (v.11). E isso é pecado não somente contra o irmão, mas também contra Cristo. No capítulo 10 Paulo reconhece de novo que o ídolo não é coisa alguma e que a comida é só comida, mas ressalta que por trás dos ídolos estão os demônios; a mesa onde tal comida é servida é a mesa dos demônios. E conclui: “Não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (1Co.10.21). Jesus acusa a igreja de Tiatira pelo mesmo pecado (Ap.2.20). Para Paulo, nenhum crente deveria comer alimento que soubesse ser oferecido a ídolos, a fim de não se tornar motivo de tropeço para judeus, para gregos ou para a igreja de Deus (10.32). O melhor dessa discussão, porém, são os princípios que Paulo que Paulo ensina. O primeiro deles é que a nossa motivação deve ser o amor, é melhor amar o irmão do que impor-lhe ou exibir-lhe nosso conhecimento e nossa maturidade. Quando amamos, buscamos não o nosso próprio bem, mas o dos outros (10.24). Outro princípio é: cuidado com as coisas que julgamos neutras. A comida deixou de ser simples alimento quando foi oferecida aos demônios. Por último, façamos tudo para a glória de Deus, pois se não resultar na glória de Deus é pecado.

DISCERNIMENTO

Devia haver, mas não há uma escola que nos ensine a viver e muito menos a morrer. Quando nos damos conta, nosso tempo está perto do fim. Nem todos temos a percepção do óbvio: que a vida é curta. Nossa infância foi ontem, com memórias ainda cheias de cores diante de nós. Nos dias de hoje, temos decisões a tomar que alcançarão nossas vidas amanhã e nos próximos anos. Como decidir? Não há curso que nos ensine. Algumas decisões são fáceis e são fáceis as decisões que não cobram um preço. Difíceis são as decisões que implicam em riscos. Podemos até saber que precisamos diminuir o tempo dedicado ao trabalho, mas também reconhecemos que, no final do mês, o dinheiro chegará em menor quantidade. Poderemos viver com menos? Eis o dilema: ganhar dinheiro não é a coisa mais importante, mas não temos coragem de diminuir o ritmo e a receita. Podemos até saber que deslizamos por hábitos que não geram em nós uma vida com qualidade, mas -- perguntamos -- se mudarmos, o que virá depois? Sempre fizemos assim: vale a pena fazer diferente? Decidir demanda discernimento. Toda decisão é comandada pela coragem. Nossas escolhas precisam ser gerenciadas pela sabedoria. Onde aprendemos? Quase sempre estamos sozinhos. Talvez possamos contar com um conselheiro. Contemos! Geralmente um livro pode nos sugerir uma rota. Leiamos! Certamente a razão nos ilumina. Pensemos! Quando juntamos esses recursos à oração, o discernimento, a coragem e a sabedoria se aproximarão de nós. Por isto, a prece do poeta bíblico tem que ser a nossa: -- Senhor, ensina-nos a aproveitar a vida! Ensina-nos a viver bem e sabiamente!
“Todo atleta exerce domínio próprio em todas as coisas. Os atletas o fazem para alcançar uma coroa perecível, nós, porém, uma coroa que não se acaba.” (1Coríntios 9.25). A organização Atletas de Cristo tem feito um trabalho admirável entre os profissionais do esporte de todas as modalidades no nosso país. Informa-se que há pelo menos sete mil atletas de Cristo inscritos na organização, incluindo os que atuam em outros países. Porém, há um sentido em que todos os cristãos são atletas de Cristo, pois todos estão envolvidos numa corrida e numa luta espirituais, que requer deles preparo adequado. Paulo usa como ilustração a prática esportiva para ensinar os coríntios porque eles estavam muito familiarizados com ela. De dois em dois anos realizavam-se em Corinto os Jogos Ístmicos, os quais aconteciam em honra a Poseidon, o deus dos mares, rios, lagos e fontes, e constavam basicamente de corridas a pé ou em carros movidos a cavalos, e de lutas de boxe. Muitos meses antes dos jogos, era possível ver, por toda a cidade, atletas treinando arduamente para a competição. Assim como esses atletas alcançavam um extenso domínio sobre seu corpo e sua vontade, somente para ganhar uma coroa de ramos de pinheiro que logo murcharia, os leitores de Paulo também deveriam, e muito mais, submeter-se à mais completa disciplina moral e espiritual, pois a coroa com que seriam premiados jamais murcharia. A corrida do cristão tem um alvo certo, que exige concentração total e a sua luta principal é contra si mesmo (vv.26,27). O autor da Carta aos Hebreus também compara a vida cristã a uma corrida que acontece num grande estádio, em que a multidão de espectadores são os heróis da fé do passado. Nessa corrida, para ficarem mais “leves” e mais “rápidos”, os atletas devem se livrar de tudo que é “peso” desnecessário, e também do assédio do pecado. Seus olhos devem estar fixos em Jesus, o Autor e Consumador da fé. Para vencer a corrida é necessário nunca se deixar dominar pelo cansaço ou desânimo. (Hb.12.1-3). “Uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória.” (Fp.3.13b,14a).

COLETIVIDADE

“Vós sois o corpo de Cristo e, individualmente, membros desse corpo.” (1Coríntios 12.27). A igreja é uma unidade; coletivamente somos o corpo de Cristo. Mas é também uma diversidade, pois o corpo tem muitos e diversos membros, individualidades autônomas e independentes. As modernas ciências biológicas produziram, nas últimas décadas, um vasto conhecimento do corpo humano, mas já há dois mil atrás o Espírito Santo inspirou o apóstolo a escolher essa analogia para ensinar aos crentes coríntios a serem mais coletividade sem renunciar à individualidade, a serem mais uma unidade sem esquecer a diversidade. A unidade da igreja é obra do Espírito Santo, “pois todos fomos batizados por um só Espírito para ser um só corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres” (1Co.12.13). E a individualidade dos membros também é obra do Espírito, e é amplamente usada por ele, que dá a cada um o seu dom conforme sua sábia escolha, não para benefício o seu próprio benefício, mas para o benefício comum (1Co.12.4-11). Não há lugar na igreja para o isolamento, egocentrismo e exaltação pessoal. O que acontece com um membro afeta toda a igreja, queiramos ou não (1Co.12.26). O corpo humano é um organismo extremamente integrado. Por exemplo, tudo que os olhos vêem, transmitem imediatamente ao cérebro, que processa a imagem de acordo com as memórias previamente registradas, daí derivando comandos para os demais órgãos, e os próprios olhos, agirem. Assim, se o que está à frente é um obstáculo, a ordem é para evitar ou transpor o obstáculo. O corpo humano é um sistema globalizado, e por isso uma simples unha encravada ou um dente cariado pode provocar uma infecção generalizada. Um simples remédio para dor de cabeça pode afetar todos os outros órgãos. Na igreja há amplo espaço para as individualidades, que, aliás, são mesmo absolutamente necessárias, assim como o corpo humano tem absoluta necessidade dos olhos, dos ouvidos, dos pés e das mãos. Mas a individualidade precisa respeitar suas funcionalidades, isto é, precisa ocupar exatamente o seu próprio lugar e fazer exatamente a sua parte. O indivíduo não pode ser omisso, por um lado, nem pretender ser mais do que deve ser, por outro lado. Quando isso ocorrer, teremos de fato uma coletividade e uma unidade (1Co.12.12-26).

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

VOCÊ CONSEGUE ESPERAR, OU ACHA QUE MERECE TUDO IMEDIATAMENTE?

“Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Vede que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até receber as primeiras e últimas chuvas.” Tiago 5:7 Sabe irmãos, a impaciência é fruto do orgulho. Uma pessoa orgulhosa parece não poder esperar por qualquer coisa com atitudes adequadas. Talvez vocês nunca haviam lido essa frase, mas prestem atenção: “a paciência não é a habilidade de esperar é a habilidade de manter uma boa atitude enquanto espera. A Bíblia não diz: “seja paciente se você esperar”. Ela diz: “seja paciente enquanto você espera”. Esperar é parte da vida. Muitas pessoas não esperam bem e no entanto, gastam mais tempo em suas vidas esperando do que recebendo. O que estou querendo dizer é que se pedirmos algo a Deus em oração e, então esperamos pela sua manifestação, quando ela chega nos regozijamos. Entretanto, como somos pessoas direcionadas a atingir um objetivo que deve ter sempre alguma coisa pelo que lutar, alguma coisa pelo que esperar, quando pensamos assim, percebemos que gastamos mais tempo esperando do que recebendo. Por isso, decidam usufruir o tempo de espera, não apenas o tempo de receber. Aproveitem onde estão enquanto estamos a caminho de onde estamos indo. Percebam: É impossível usufruir a espera se você não sabe como esperar pacientemente. E por último, humilhe-se e espere no Senhor. Quando você for tentado a se tornar frustrado e impaciente, recomendo-lhe que comece a dizer: “Senhor amo a tua vontade e o teu tempo, não quero estar na Tua frente nem atrás de Ti. Ajuda-me a esperar pacientemente em Ti.”

DEUS NÃO DESISTE DE VOCÊ

Deus não desistiu de você, portanto fique em pé e prossiga de onde você parou. “Assim, aquele que julga estar firme, cuide-se que não caia!” 1 Coríntios 10:12 Em nossa longa caminhada muitas vezes os tombos fazem parte de uma vida em busca de santidade, mas um coração sincero o Senhor nunca desprezará. Se você tombou, tropeçou, Deus sabe que você precisa dele. Não esqueça, você serve a um Deus de amor e Ele quer saber se você está disposto a se arrepender do que fez. Em 1 João 1:9 está escrito “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” O Senhor te perdoa, Ele te ama e deseja você perto dele não tenha vergonha nem medo. E a força para você continuar e prosseguir vem de Deus. Josué 1:9 nos diz: “Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.” Você não caiu, apenas tropeçou! Continue andando para frente. O cristão não volta, segue para o alvo. Lembre-se de Filipenses 3:13 “Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisa que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante.”

O QUE É MAIS IMPORTANTE?

“Porque o reino de Deus não consiste em comer e beber, mas em justiça, paz e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14.17). O que é mais importante? O que comemos e bebemos, ou a justiça, a paz e a alegria no Espírito Santo? O que divide a igreja, ou o que a unifica? O que a edifica, ou o que a destrói? Ser pedra de tropeço, ou ser pedra de passagem? Estas eram as questões que Paulo estava propondo à igreja de Roma e, pela sua atualidade, está propondo a nós também, igreja do século 21, na passagem de Romanos 14.13-23. “Embora Paulo afirmasse sua liberdade em Cristo, ele ressaltava a necessidade de ser sensível à consciência alheia. Nossa consciência pode não ser violada por um determinado ato, mas esse ato pode ser considerado imoral por indivíduos que tenham outro nível de maturidade ética. Na mente deles pode-se estabelecer uma confusão moral. Então devemos viver cedendo aos ditames da consciência alheia? Sim, quando o nosso objetivo é ajudar os outros na compreensão do Reino de Deus, e a honrá-lo. Não, quando nossa renúncia limita ou altera nosso próprio senso de maturidade em Deus.” (Bíblia de Estudo do Discípulo, p.1464). Por um lado temos espíritos legalistas. Para usar o adágio popular, são aqueles “que procuram chifres em cabeça de cavalo”. Por outro lado, temos espíritos libertários, que “gostam de esticar a corda, para ver onde ela rebenta”. Entretanto, como ensina Paulo, a virtude está no equilíbrio. Por isso diz: “A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus. Feliz é aquele que não se condena naquilo que aprova.” (v.22). Isto é, evite que sua maturidade o leve longe demais. O mais importante é seguir alguns princípios simples que Paulo estabelece aqui: 1. Não seja pedra de tropeço, mas pedra de passagem; 2. Não renuncie à sua “maturidade”, mas, por amor ao próximo, não se apegue a ela; 3. Não faça perecer aquele irmão “imaturo” pelo qual Cristo morreu; 4. Não transforme em prioritário aquilo que não é prioritário (beber vinho não é prioritário, construir a paz é); 5. Seja como Jesus, que não buscava agradar a si mesmo; 5. Não dê motivo para que aquilo que é bom seja tido como mau.

domingo, 1 de novembro de 2015

CASAMENTO

Gênesis 2:18; 21-24 “18 Então o Senhor Deus declarou: ‘Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda’”. “21 Então o Senhor Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne. 22 Com a costela que havia tirado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher e a trouxe a ele. 23 Disse então o homem: ‘Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada’. 24 Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne”. Mateus 1:24 “Ao acordar, José fez o que o anjo do Senhor lhe tinha ordenado e recebeu Maria como sua esposa”. Palavras chave: Auxiliar e corresponder Reflexão: A declaração de Deus no primeiro versículo em destaque é muito clara e por si já nos dá o padrão do Senhor para o relacionamento matrimonial, obviamente, entre homem e mulher. O casamento sendo instituição sagrada e concebida pelo próprio Deus é de todo muito saudável não somente para o homem, que parece ser o maior beneficiado no texto em questão, como também para a própria mulher que desfrutará da companhia do marido. Longe de ser uma união de interesses individuais, o casamento é dádiva de Deus porque parte da vontade soberana de Deus ao declarar que “não é bom que o homem esteja só”, Deus então planeja acabar com a temporária solidão dando a este homem uma das maiores bênção, a mulher. Que é na verdade uma obra de complementação daquilo que estava incompleto até que ela, a mulher, passasse a existir. Deus não faz nada pela metade. A necessidade do homem de se relacionar foi dada por Deus e por ele mesmo suprida com a mulher logo em seguida, de forma que fica claro que o homem deve estar ligado à sua mulher e a mulher ao seu homem. Tal união faz dos dois indivíduos “um mais completo”. As palavras chave muito têm a ver com o que estamos falando porque o requisito para que o presente de Deus ao homem fosse eficaz era que essa mulher não somente fosse auxiliadora, como também correspondesse à altura daquilo que ela estava recebendo. Com isso podemos concluir que tanto a mulher como o homem, são um para o outro na mesma proporção um par de presentes mútuos, um para o outro. Mesmo sendo diferentes eles se ajudam e se correspondem. Corresponder está ligado à equivalência, ou seja, de igual valor um para com o outro, ninguém é mais importante e sim o conjunto, um não pode viver sem o outro. Auxiliar está ligado a dar assistência ou ajudar, ou seja, uma ajudadora “idônea” como diz a tradução Bíblica Revista e Corrigida, idônea neste caso referindo-se a algo adequada para o homem. Eva então é o melhor de Deus para Adão, assim como sua esposa é o melhor de Deus para você homem, e o seu marido é o melhor de Deus para você mulher. No texto de Mateus em destaque, notamos que José só recebeu Maria por esposa porque entendeu que a união deles era propósito de Deus e que juntos eram melhores e juntos poderiam servir aos planos de Deus, juntos e não separados. Faço votos que você sempre veja o seu cônjuge como alguém que te completa e que sem ele você está mutilado. Sinta a necessidade de estar com ele, viver com ele, sorrir com ele, chorar com ele, enfim, se alegrar ao lado dele até que a morte os separe. Conselho para o dia: Valorize o seu casamento, invista tempo em manutenção e cuidados, conversar sempre ajuda a crescer e resolver problemas ocultos. Não somos adversários de nossos cônjuges e sim um time.

PRIORIDADES

Trabalho, estudo, igreja, família, com tantas coisas pra se fazer quais têm sido nossas prioridades na vida? Ou melhor, qual tem sido a ordem das nossas prioridades? Preciso trabalhar porque do meu trabalho depende o sustento da minha família, preciso estudar porque anseio um cargo melhor na empresa em que eu trabalho e tenho um plano de carreira à ser conquistado. Preciso passar mais tempo com a minha família, passear mais, viajar mais e em meio a tudo isso preciso… preciso de tempo para adorar a Deus. E de todas essas coisas das quais todos nós precisamos a principal esta escrito em Mateus 06.33 que diz: Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas. Quando falo sobre organizar nossas prioridades não estou querendo dizer com isso que devemos abandonar nossa família ou que não podemos almejar uma melhor colocação profissional, é lícito que nos dediquemos ao nosso trabalho, estudos , família desde que haja um equilíbrio e nenhum deles tome o lugar que só pertence ao Senhor. Por isso a necessidade de organização das prioridades na vida do cristão é tão importante porque devido a correria do dia a dia facilmente a ordem delas podem ser trocadas . Quantas coisas enchemprioridades na vida os nossos olhos, quanta ambição há em nós por diversas coisas. Mas será que essa mesma ambição tem sido direcionada para o que é certo? Ou seja, primeiramente para o reino, como nos ensina a palavra de Deus. Quais têm sido os nossos planos para a nossa vida espiritual, o que almejamos dela? Será que estamos correndo atrás dela com o mesmo empenho que corremos para conquistar algo que é passageiro e não eterno? Temos abraçado de imediato o chamado do Senhor ou temos fugido daquilo que Ele tem reservado para nossas vidas? As vezes adiamos o plano de Deus para nós porque a ordem das nossas prioridades está invertida em relação ao que nos ensina a palavra de Deus, ficamos tão cegos pelo que queremos que esquecemos que um dia confessamos que Jesus é o nosso Senhor, então se Ele é o nosso Senhor, consultá-lo e saber o que Ele quer pra nossas vidas teria que ser a nossa prioridade antes de tomarmos qualquer decisão, mas infelizmente nem sempre é assim. As vezes o medo nos impede de colocar o Reino em primeiro lugar, medo de novas responsabilidades, medo por pensar que não somos capazes mas a palavra também diz: Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio. II Timóteo 01.07 Seja qual for o motivo que tem feito com que as suas prioridades na vida não estejam de acordo com a palavra de Deus, ainda há tempo de revê-las e de colocar cada uma delas em seu devido lugar: Porque o Senhor tem um propósito em sua vida e talvez para que esse propósito venha se realizar é preciso que você dê o primeiro passo organizando as suas prioridades na vida. Todavia, como está escrito: “Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam”;1 Coríntios 2:9