E quando a maturidade da alma chega, compreendemos que a leveza está justamente nisso: em cuidar sem se apegar, em viver intensamente sem desejar controlar. As pessoas que passam pela nossa história não são propriedade, são presentes. Os lugares por onde andamos não são conquistas eternas, são degraus. Até a saúde, o vigor e a juventude precisam ser acolhidos com humildade, pois a vida não nos dá garantias. Quanto mais entendemos a efemeridade, mais aprendemos a agradecer. Nada nos pertence, mas tudo pode ser vivido com amor. E o amor, esse sim, tem sabor de eternidade, mesmo quando nasce do que é passageiro.
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terça-feira, 8 de abril de 2025
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