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domingo, 15 de fevereiro de 2026

CONVERSAR

 Conversando entre amigos, falávamos sobre o quanto nossa geração precisa aprender e reaprender a conversar sobre relacionamentos. Não os superficiais, baseados em curtidas e aparências, mas aqueles que sobrevivem aos dias difíceis, que crescem no terreno firme da fé.


E pensando sobre o que escrever sobre essa frase, pensei sobre como, muitas vezes, as tempestades que enfrentamos nos relacionamentos não são sinais de fracasso, mas oportunidades de amadurecimento.


É isso. Sem Cristo, as crises destroem. Com Ele, as elas ensinam. Sem Cristo, as diferenças viram abismos. Com Ele, viram pontes. Quando Ele é o centro, não existe essa de “desistir fácil”, porque o amor deixa de ser sentimento e passa a ser aliança. Cristo ensina a amar mesmo quando não sentimos nada (sei que pode surgir alguns pra querer contrariar isso). Ensina a perdoar mesmo quando o orgulho grita. Ensina a recomeçar mesmo quando tudo parece perdido.


O problema é que a maioria tem falado muito sobre amor, mas pouco sobre renúncia. Falam de relacionamentos ideais, mas se esquece que relacionamentos reais exigem cruz. E não tem como andar com alguém de verdade se você não estiver disposto a morrer pra si mesmo todos os dias. Por isso, precisamos de conversas sinceras como essa que tivemos.


Precisamos nos lembrar de que não é sobre encontrar alguém perfeito, mas sobre estar disposto a crescer juntos, sustentados por Aquele que é perfeito.


Se Cristo for o centro, a tempestade pode até vir, mas ela não afunda o barco. Pelo contrário, ela revela a profundidade das raízes. Quando Deus ocupa o lugar certo, até as dores se tornam degraus. E amar deixa de ser uma luta de egos… para se tornar uma jornada de fé.

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