Essa frase tirada de uma oração tem me tocado profundamente, viver inutilmente não significa apenas viver no pecado, mas viver sem propósito. É levantar-se todos os dias sem consciência do chamado.
É acumular coisas e seguidores, e ainda assim ser estéreo na eternidade.
É correr com pressa, mas sem direção; é ser luz colocada debaixo do alqueire, sal sem sabor, servo que enterra o talento.
Ele entendeu que o maior desperdício da existência é ter uma vida nas mãos e não entregá-la por inteiro a Deus. Ele cavalgou milhares de quilômetros, pregou em campos abertos, enfrentou fome, cansaço, solidão. Mas não viveu inutilmente.
Viveu com os olhos fixos em Deus e os pés permaneceram no caminho estreito.
Vivemos obcecados por relevância digital, conforto pessoal...
A ponto de nos esquecermos de que a eternidade ainda é o que mais importa. Não fomos chamados para simplesmente existir, mas para refletir a glória de Deus em cada gesto, palavra e decisão. O mundo não precisa de cristãos tamosos, mas de cristãos frutíferos.
Há um peso santo em viver com propósito. Um fardo leve, mas real. Cada vida ao nosso redor é uma chance de sermos úteis para o Reino. O vaso nas mãos do Oleiro só encontra seu valor quando está disposto a ser moldado. Não é sobre fazer grandes coisas, mas fazer o que Deus pediu com todo o coração.
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