Há uma grande diferença entre seguir a Cristo e apenas gostar de sua história. Uma fé que não te transforma é como um barco ancorado no porto seguro, mas inútil. A fé verdadeira é a que te tira do conforto, te coloca em movimento, te confronta, te quebra… e então, te refaz. Jesus não morreu para que vivêssemos vidas fáceis, mas para que fôssemos livres e liberdade, às vezes, dói.
Cristo não entregou sua vida na cruz para fundar mais uma religião. Ele não derramou sangue para que frequentássemos cultos frios e mantivéssemos corações mornos. Ele morreu para matar o velho eu. Para destruir o pecado em nós. Para nos chamar ao arrependimento e nos transformar dia após dia à sua imagem. Fé que não dói, que não confronta, que não muda não é fé. É só tradição, um ritual, só um alívio momentâneo de consciência.
A cruz não é confortável. A cruz é um convite à renúncia. Se a tua fé só confirma teus desejos, jamais te corrige, e te faz sentir bem enquanto tua alma continua presa, então é preciso voltar ao Calvário. É lá, aos pés de um Salvador crucificado, que a fé viva nasce não em bancos macios, mas em corações quebrantados.
Jesus não morreu para te deixar onde você está. Ele morreu para te levar para perto do Pai. E esse caminho é estreito, mas glorioso. Se tua fé te acomoda, ela te afasta. Mas se ela te transforma, então é sinal de que Cristo, de fato, vive em ti. E onde Ele vive, nada permanece igual.
Nenhum comentário:
Postar um comentário