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quarta-feira, 21 de outubro de 2015
CRISTO
“É por causa da ressurreição dos mortos que estou sendo julgado por vós.” (Atos 24.21b).
Paulo já havia usado a mesma expressão na sua primeira audiência perante o Sinédrio, logo depois que foi preso (At.23.6). Foi um recurso de defesa, que visou dividir seus acusadores, já que uma parte deles, os saduceus, não cria na ressurreição, e outra parte, os fariseus, cria nela. Nessa ocasião a palavra de Paulo gerou uma grande discussão entre os membros do Sinédrio, e por isso Cláudio Lísias, o comandante romano, encerrou a reunião, porém manteve Paulo preso.
Entretanto, um grupo de mais de quarenta judeus fanáticos conspirou para matar Paulo quando ele viesse ao Sinédrio para uma nova audiência. A conspiração chegou aos ouvidos de um sobrinho de Paulo, o qual foi instruído pelo tio a denunciá-la ao comandante Cláudio Lísias. Este teve a sábia ideia de enviar Paulo a Cesaréia, onde ficava a sede provincial do governo romano, colocando-o, então, sob a custódia do próprio governador Felix. Foi numa nova audiência com seus acusadores, convocada pelo governador, que Paulo mencionou pela segunda vez ressurreição (Atos 24.1-22).
Mas a declaração de Paulo não era só um recurso de defesa, pois em vários de seus discursos e escritos, o apóstolo deixa claro que a ressurreição era a pedra de toque de sua fé e de seu ministério. Se Cristo não tivesse ressuscitado, sua igreja teria morrido no nascedouro, deixando de ser o movimento poderoso que impressionou o fariseu Saulo e o fez pensar que os cristãos estavam propagando uma fraude. Por isso os perseguiu ferozmente, até que ele próprio teve o seu encontro pessoal com o Cristo ressurreto.
Se Cristo não tivesse ressuscitado Paulo não teria tido aquela experiência maravilhosa e não teria sido chamado para ser missionário aos gentios. Uma declaração dele mostra como a ressurreição lhe era decisiva: “Mas se não há ressurreição dos mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, então a nossa pregação é inútil e também a vossa fé. Assim, somos considerados como falsas testemunhas de Deus, afirmando que ele ressuscitou a Cristo, a quem não ressuscitou, se de fato os mortos não ressuscitam.” (1Co.15.13-15).
“Mas, na verdade, Cristo ressuscitou dentre os mortos” (1Co.15.20), e por isso centenas de milhões de crentes estão hoje em todo o mundo adorando-o e proclamando sua graça.
CONTINUE LOUVANDO
Grite bem alto para o diabo “NÃO” e veja ele correr! Ele tem que se retirar. A presença dele não é permitida no lugar onde Deus é louvado. É só continuar louvando e andando.
“Mas, Max, estou andando há muito tempo”, você diz. Sim, parece assim. Deve ter parecido assim para os hebreus também. Josué não lhes disse quantas voltas eles teriam que dar ao redor da cidade de Jericó . Deus disse a Josué que as muralhas cairiam no sétimo dia, mas, Josué não falou isso para o povo. Eles simplesmente continuaram andando.
Nosso Josué (Jesus) não nos disse também. Por meio das palavras de Paulo em 1 Coríntios 15:58, Jesus nos exorta “mantenham- se firmes, e que nada os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil.” Continue andando! Quem sabe este não é o dia em que as muralhas caem!?
terça-feira, 20 de outubro de 2015
NOSSAS FORTALEZAS
Será que uma fortaleza pode encontrar solidez em você? Você sente nada além de desespero? Você pensa pensamentos de derrota? Uma fortaleza é uma falsa premissa que nega a promessa de Deus. 2 Coríntios 10:5 diz que “se levanta contra o conhecimento de Deus” Ela atenta a engrandecer o problema e reduzir a habilidade de Deus para resolvê-lo.
Deus jamais poderia me perdoar: isso é a fortaleza da culpa.
Más coisas sempre acontecem comigo: isso é a fortaleza da pena de si mesmo.
Eu preciso estar no comando: isso é a fortaleza do orgulho.
Eu não mereço ser amado: isso é a fortaleza da rejeição.
A maioria dos cristãos não reconhece fortalezas. Mas não precisamo ser como eles. Nossas ferrramentas são de Deus e temos poder divino para demolir fortalezas. Não é isso que você quer? Mantenha Deus no centro do palco. Desligue o computador e abra a Bíblia mais! E se vire a Deus para ajuda.
A ESPERA DE UM MILAGRE
A espera de um milagre – João 5.1-15
Introdução
O mundo é cheio de contradição e ilusão. O mundo em que vivemos é marcado por contradições e ilusões. Nunca se produziu tanta riqueza como se produz hoje, mas também nunca se viu tanta miséria como se vê hoje. Em alguns lugares, ou melhor, em cidades como São Paulo, se joga diariamente toneladas de alimentos no lixo, enquanto pessoas passam fome. Nunca se produziu tanto remédio, tanta tecnologia na área da medicina, nunca se formou tantos médicos, mas diariamente pessoas morrem nos corredores de hospitais e prontos socorros por falta de médicos e remédios. Certa vez li uma reportagem que dizia que o Brasil é um dos países que mais tem dentistas, mas também dos desdentados.
Este texto mostra um pouco da contradição do mundo. Ao mesmo tempo em que estava acontecendo uma festa na cidade, onde a maioria das pessoas estava se preparando alegremente para participar da festa, havia ali também muitas pessoas impossibilitadas de participarem desta festa, era uma grande multidão de doentes, inválidos que estavam à beira de um tanque esperando por um milagre. Pessoas que viviam à margem da sociedade, enquanto alguns se preparavam para a festa, eles não tinham nem mesmo possibilidade de participarem da festa.
I. Este homem colocou a esperança em algo incapaz de solucionar o seu problema – v.3
1. Em um suposto tanque milagroso;
2. Esperava por um anjo movimentar as águas.
II. Este homem colocou a sua esperança em uma crendice popular – v. 4
1. Era uma tradição criada pelo povo de que naquele lugar descia um anjo e movia as águas;
2. O tanque dos dias de hoje são as grutas milagrosas, águas milagrosas, cruz e outros objetos. Esoterismo.
III. O sofrimento deste homem parecia não ter mais fim – vv. 5,6
Já esta a trinta e oito anos nesta situação;
Jesus sabia que ele estava naquela situação – v.6
3. Quer ser curado? É uma pergunta óbvia – mas necessária. É obvio que eu quero, estou esperando por isso trinta e oito anos, diria o homem a Jesus. Será que o homem doente esta preparado para ser curado? Ele estaria preparado para levar uma vida normal. Depois de curado ele teria que trabalhar, assumir responsabilidades.
4. Há pessoas estão passando por dificuldades, enfermidades, mas não querem ser curados; estão indo de mal a pior, sabem que precisam mudar de vida, sabem que está caminhando para a morte, mas não estão dispostas a mudarem de vida, ou melhor, serem mudados por Cristo.
5. Quer ser salvo? Quer mudar de vida? É a pergunta que Jesus faz a você que está sofrendo há muito tempo e está quase sem esperança.
IV. Mesmo no meio de muitas pessoas, este homem se encontrava sozinho, não havia ninguém que o ajudasse – v.7
Não havia um amigo que o conduzisse até o tanque. Às vezes, nos encontramos assim também, mesmo convivendo no meio de muitas pessoas, nos encontramos sozinhos, sem ninguém para nos ajudar.
Havia competição – quando a água se movia alguém pulava e não se preocupava com quem não conseguia pular na água, pensavam apenas em si mesmas;
Em trinta o oito anos não teve ninguém que olhasse para a situação daquele homem. Talvez isto também tenha acontecido com você. Você tem passado dificuldades, problemas diversos, e não encontra ninguém que possa lhe ajudar.
V. O problema daquele homem foi solucionado não pela crendice popular, mas pela manifestação da misericórdia de Deus – v. 8
Jesus realizou um milagre na vida do homem – levanta-te – e toma a tua cama.
Jesus foi a solução para vida daquele homem.
A cura foi instantânea – Jesus quando faz algo, faz por completo, Ele não mandou o homem ir para casa e esperar mais um pouco, mas resolveu o problema daquele homem ali mesmo. Ele não voltou para casa sendo carregado por outras pessoas, mas voltou carregando a sua cama v. 9.
Jesus é a base de nossa esperança. Não podemos colocar a nossa esperança em crendice popular, mas em Jesus Cristo, pois somente Ele tem o poder de nos curar, salvar e nos dar uma vida nova. E Ele mesmo convida a todos dizendo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).
Conclusão
Jesus reencontra o homem, confirma a cura e o adverte – v.14
- Você já está curado – viva agora não mais como um inválido, mas como alguém experimentou o poder de Deus. Em outras palavras, Jesus estava falando para ele, viva de modo diferente, você não foi curado para continuar vivendo de forma medíocre, mas para fazer a diferença.
Jesus encontrou com ele no templo, antes ele estava na beira de um tanque esperando por um milagre, agora ele está participando da festa, antes ele não tinha alegria, agora ele tem, antes ele era desprezado, agora anda dignamente na presença de outras pessoas.
Jesus que lhe tira da beira da estrada, dos becos, do misticismo, da ilusão e de um mundo cheios de contradições e lhe dar uma vida cheia de esperança, de alegria e paz.
- Não cometa mais pecado para que não lhe aconteça coisa pior. O que era pior na vida de um homem que passara trinta oito anos em cima de uma cama? A pior coisa que pode acontecer na vida de uma pessoa é está longe de Deus, afastada do Senhor, sem vida e sem esperança, perdido no mundo de ilusões e enganos. Sozinhos sem ter um amigo que o possa ajudá-lo.
Jesus é o nosso amigo fiel, nele nós podemos confiar e acreditar pos jamais ele nos deixará sozinhos, jamais nos abandonará.
O que você espera? Há quanto tempo você está esperando por uma resposta do Senhor? Mas hoje o nosso grande amigo, Jesus Cristo, que está trazer esperança ao seu coração, ele quer lhe dar vida e vida plena.
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MIGALHAS
“Jesus, porém, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. vE a mulher respondeu: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.” (Mateus 15:26-27)
Qual a sua impressão acerca da personalidade de Jesus? É possível imaginar Jesus Cristo como alguém insensível, capaz de ignorar e humilhar uma pessoa necessitada? Sabe, se eu tivesse que descrever Jesus utilizando apenas uma palavra, de certo que usaria a mais óbvia de todas, “Amor”, sim, pensar em Cristo é sinônimo de refletir sobre o amor, sobre carinho, atenção, bondade e outras características similares. Encanta-nos observar o modo atento e devoto com o qual Ele trata as causas de pessoas que aos olhos de muitos são simplesmente insignificantes, Jesus nos parece ser uma pessoa incapaz de ser arredia ou grosseira até mesmo com uma mosca que pousa sobre uma flor, até imagino o Mestre pedindo, “com licença, Sra. Mosca, a Sra. poderia fazer a gentileza de se retirar da minha flor?”.
Todavia, há uma história na Bíblia que parece ser uma exceção a essa regra, um relato que nos intriga e confunde por conta da estranha conduta adotada por Jesus perante uma pobre e necessitada mulher. O evento está descrito no capítulo 15 do Evangelho de Mateus, Jesus e seus discípulos passeavam pelas cercanias de Tiro e Sidom, na região da antiga Fenícia, quando foram interpelados por uma mulher cananeia que, desesperadamente, clamava por misericórdia em prol de sua filha, que estava miseravelmente atormentada, porém, ao contrário do amor que comumente demonstrava, Jesus apenas ignorou o chamado, ou, como relata o versículo 23, “não lhe respondeu palavra”. Cuidando, provavelmente, que sua voz era abafada pela multidão, a mulher insistia e gritava por atenção, entretanto, Jesus, demonstrando aparente insensibilidade, adverte dizendo, “eu não foi enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel”. Para uma mulher grega (siro-fenícia de nação, conforme Marcos 7:26) a resposta de Jesus era um verdadeiro balde de água fria, afinal, embora fosse uma necessitada, não era de Israel.
Porém, aquela mulher perseverou, seu orgulho era muito menor do que sua necessidade, então ela se prostra e clama por socorro, todavia, Jesus desfere o golpe de misericórdia e responde, “Não é lícito tirar o pão da mesa dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos”. Confesso, eu nem mesmo teria ficado para ouvir a terceira resposta, no segundo “não” já teria tomado ciência da minha indignidade e buscado outro recurso! O que é mais difícil de entender é o porquê de tamanha falta de cortesia e sensibilidade de Jesus, por que Ele ignorou a difícil situação daquela mulher? Por que não se importara com sua dor? Por que razão comparou o pedido de uma pobre mulher a um cachorro clamando por migalhas?
Quantas vezes você já se sentiu ignorado pelos céus? Parece familiar levar um pedido a Cristo e sentir que Ele “não lhe respondeu palavra”? Há quanto tempo você tem orado por uma causa específica e nenhuma resposta ou resultado é avistado? Não raras vezes nos desestimulamos em buscar a Deus porque depositamos expectativa de resposta e resultado nas orações segundo nossos próprios planos, esperamos a resposta imediata nos termos em que requeremos, porém, muitas vezes sem avisar, Jesus decide diferente do que pensávamos, assim, nos sentimos humilhados e ignorados.
Uma coisa é certa, Deus escolhe os meios e os fins, trata conforme Seu maravilhoso plano e Sua pré-ciência, não nos permite passar por provas além daquilo que possamos suportar. Antes de aparentemente destratar a pobre cananeia, Jesus já sabia qual seria sua reação, por isso agiu de modo que aquela mulher se sentisse cada vez mais impelida a buscá-lo, tanto é que no fim do diálogo aquela mulher já estava agarrada aos Seus pés. Sabendo que uma vida de oração fortalece a alma humana, Jesus em diversas situações age de modo que não entendemos, fazendo com que perseveremos em buscá-lo e aprendamos a nos sujeitar à Sua vontade, mesmo sem entendê-la.
Embora necessitada, aquela mulher por três vezes se deparou com um “não”. Na primeira investida Jesus não lhe respondeu palavra; na segunda, Cristo afirmou que não veio senão às ovelhas de Israel; na terceira vez Jesus, simplesmente, afirmou que não era correto tirar da mesa da família e entregar aos cachorrinhos. Como você reage ao ouvir um “não” da parte de Deus? É comum ouvirmos pregações enfatizando o fato de sermos “filhos do Rei”, de modo que tudo o que pedirmos nos será concedido, contudo, é necessário frisar que o fato de o Rei dos reis ser o nosso Pai dá a Ele a autoridade para nos dizer “não”! Uma resposta negativa de um pai também é uma prova de amor, sendo certo que Ele (e só Ele) sabe o que é melhor para seus filhos, Suas bênçãos visam sempre o que precisamos e não o que simplesmente queremos.
Aquela pobre mulher reagiu da melhor forma, diante do “não”, iniciou sua resposta com um “Sim, Senhor…”. O “sim” diante do “não” representa sujeição e obediência, ela aceitou a vontade divina mesmo sem entendê-la, foi o reconhecimento de que o plano de Deus é soberano e desejável mesmo que não seja o nosso!
Na continuação do diálogo a mulher demonstrou ter alcançado o ápice da revelação do projeto divino para o homem, persistiu em busca da solução do seu problema e afirmou que “também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores”.
Aquela afirmação maravilhou a Jesus, a mulher entendeu que Deus é capaz de resolver todos os nossos problemas, operar curas, abrir portas de emprego, dar uma vida financeira saudável, cuidar dos nossos relacionamentos, derrubar muralhas e romper barreiras intransponíveis, porém, todas essas dádivas são verdadeiras MIGALHAS, isso mesmo, pequenos pedaços, porções mínimas que caem do céu em forma de bênçãos, pois lá há um grande banquete, uma mesa posta com toda sorte de presentes inimagináveis pelo coração e mente humanos!
Quando ficou claro para Jesus que a mulher entendeu Seu maravilhoso projeto, Ele, uma vez mais, quebrou o protocolo e agiu diferentemente do que normalmente fazia. Em diversas passagens Jesus nos ensina a priorizar a vontade de Deus em detrimento da humana, o Mestre ensinou os discípulos a orarem dizendo, “seja feita a Tua vontade” (Mateus 6:10), até mesmo Ele orou dessa forma, dizendo ao Pai, “que não seja feita a minha vontade, mas a tua” (Mateus 26:39), porém naquele dia Cristo olhou para uma pobre e necessitada mulher estrangeira e disse, “grande é a tua fé, seja feita conforme a tua vontade”. Apesar de parecer estranha e contraditória a fala de Jesus, o que ficou claro é que no coração da mulher havia um enorme desejo de receber uma bênção, e no coração de Deus repousava uma vontade imensa de abençoá-la, portanto, as vontades convergiram, de modo que pareceu fácil a Jesus determinar que fosse feita a vontade da mulher, pois ela havia alcançado um coração semelhante ao de Deus!
Entender o projeto de Deus é sinônimo de compreender que tudo de melhor que o homem receba nesse mundo não passa de MIGALHAS, fragmentos mínimos do verdadeiro banquete que está num plano exclusivamente espiritual, aguardando tão somente você decidir passar toda a eternidade se alimentando do melhor que Deus tem para oferecer. Agora, se você quiser detalhes sobre o que contém nessa farta mesa, sinto desapontá-lo, apenas poderei repetir o que disse o apóstolo Paulo em I Coríntios 2:9 e afirmar que “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”, portanto a escolha é sua, aceite o convite para um jantar especial ao lado de um soberano e amoroso Deus, ou continue se contentando apenas com migalhas.
Em Cristo.
UM VASO ESCOLHIDO
“Então ele disse: O Deus de nossos pais te designou de antemão para conhecer a sua vontade, ver o Justo e ouvir a voz da sua boca. Pois serás sua testemunha do que tens visto e ouvido para todos os homens.” (Atos 22.14,15).
Os capítulos 21 e 22 de Atos mostram como Paulo foi vítima de uma tentativa de linchamento em Jerusalém por parte de uma multidão de judeus. Seu crime foi pregar o evangelho. Salvo da morte pelo comandante romano, que o prendeu, Paulo pediu para falar ao povo em sua própria defesa. O apóstolo, então, contou a história da sua formação como um verdadeiro judeu, sua conversão e sua chamada para pregar aos gentios.
Nessa história Ananias teve papel importante, pois cumpriu a missão de receber Paulo como um novo crente, batizá-lo e investi-lo na missão de pregador aos gentios. Os dois versículos acima citados, em que Paulo resumiu o que Ananias lhe disse, incluem seu chamado, sua ordenação, seu apostolado e sua missão. Como o Senhor disse a Ananias, Paulo era um vaso escolhido por ele, para levar seu nome perante os gentios, reis e israelitas (At.9.15).
Em Gálatas 1.15, Paulo diz que Deus o separou desde o ventre da sua mãe, o chamou por sua graça e se agradou em revelar seu Filho por meio dele para que pregasse aos gentios. Paulo teve toda uma formação que o designou de antemão para cumprir esse propósito. No seu encontro com Jesus na estrada para Damasco, ele viu o Justo e ouviu a sua voz, requisitos para ser considerado apóstolo, como ele mesmo alega em 1 Coríntios 9.1 e 15.8 e 9.
Nesse mesmo encontro, perguntou a Jesus: “Senhor, que devo fazer?” (At.22.10), pois agora estava totalmente sujeito ao seu senhorio. Cristo lhe disse: “Vai para Damasco, onde te será dito tudo o que precisas fazer.” (At.22.10). Três dias depois recebeu a visita de Ananias que o curou da cegueira temporária, batizou-o e impôs-lhe as mãos, ordenando-o como ministro de Cristo aos gentios, missão que o próprio Jesus confirmaria numa nova visão, desta vez no templo de Jerusalém, dizendo: “Vai, porque eu te enviarei para longe, aos gentios.” (At.22.21).
Assim como fez com Paulo, o Senhor continua chamando homens e mulheres para serem vasos escolhidos, instrumentos da sua graça para abençoar o mundo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
INVESTIMENTO
O homem foi criado por Deus com a finalidade de glorificar e exaltar o poder, a majestade e a soberania divina na condução do Universo. É obrigação humana reconhecer o senhorio de Deus sobre todas as coisas que ele fez. O homem recebeu uma investidura do Senhor, para cuidar da terra; isso é, foi constituído administrador dos bens terrenos (Gênesis 1.26), os quais Deus considerou bons. “E Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (Gênesis, 1.31). Há sobre o homem uma investidura designada por Deus.
Chama-se investidura o ato de se atribuir ou delegar oficialmente a alguém uma responsabilidade. Um juiz tem, por investidura, a função de julgar, um administrador tem a função de administrar, assim como o legislador, de legislar. Investidura é o ato que separa alguém, dando-lhe autoridade para exercer um mandato. Ninguém exerce legítima ou legalmente uma função, se não tiver investidura para tal. Trata-se de uma espécie de concessão. A Bíblia relata o caso dos judeus que tentaram expulsar demônios, imitando a Paulo. Resultado: como não tinham investidura, foram desacatados e violentamente agredidos pelo endemoninhado. (Atos, 19. 13-16).
A investidura não é apenas um privilégio para regozijo de alguém; ela exige compromisso e resultado, da mesma forma como qualquer empreendimento exige resultado de seu administrador. Como virá o resultado? Resultado provém de investimento.
Se investidura é mandato, é um ato que autoriza, investimento é a forma de perseguir os melhores resultados. O investimento requer habilidade e bom senso para a aplicação dos recursos que estejam ao alcance daquele que tem investidura; requer esforço para a consecução dos objetivos propostos; demanda tempo disponível para trabalhar, a fim de que ele consiga uma colheita satisfatória Àquele que o separou para a tarefa.
Toda investidura obriga investimento. Jesus contou a parábola dos talentos: “... chamou seus servos e confiou-lhes os seus bens. A um deu cinco talentos; a outro, dois; e a outro, um; a cada um de acordo com a sua capacidade” (Mateus 25. 14-15). O texto relata que, depois de ter viajado durante algum um tempo, aquele senhor retornou para ver como iam os bens deixados aos cuidados dos três administradores. O que recebera cinco talentos operou com eles e trouxe dez talentos como resultado; o segundo apresentou também o dobro do que lhe fora confiado; porém, o que recebera um talento só apresentou problema, queixa contra o patrão e nenhum resultado. Os dois anteriores foram premiados regiamente, mas o infrutuoso, que não soube valorizar a investidura, além de perdê-la foi considerado inútil e dispensado como um condenado (Mateus 25. 14-30).
Qual deve ser a preocupação do cristão neste mundo? Que estamos fazendo com os talentos que nos foram confiados? Qual o resultado de investimentos será apresentado, quando o Senhor retornar? Recebemos investidura, dada por Jesus, que disse: “Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos” (Mateus, 28. 19-20).
A investidura nos levará à indispensável apresentação dos resultados, não se pode abrir mão do investimento e, dessa forma, é precioso o tempo de que dispomos. O descuido com o tempo chama-se falta de vigilância, o que trará prejuízo na prestação de contas. Meditemos!
QUE ATIRE A PRIMEIRA A PEDRA
Um dos versículos mais usados contra aqueles que combatem as heresias e outros tipos de erros no meio cristão é o de João 8.7: "Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra nela". Parece que basta citá-lo de forma isolada para impedir que se faça qualquer exposição sobre as atitudes contrárias aos princípios bíblicos praticadas por pessoas que fazem de tudo para acobertar os seus atos pecaminosos. Como mencionei em meu perfil no Facebook, é "uma anomalia desesperadora", que chega a ser um anacronismo hermenêutico, visto que despreza todo o contexto na interpretação.
Como também afirmei na mesma postagem, "uma 'regrinha' básica de interpretação diz que para se aplicar um texto aos dias de hoje ou a uma situação contemporânea, necessita-se primeiro saber em que contexto foi dito ou escrito, bem como o significado pretendido pelo autor. Portanto, antes de disparar versículos isolados, que tal olharmos primeiro o que eles significam à luz do contexto em que estão incorporados?". É à luz disso que gostaria de analisar em poucas palavras o tão propalado versículo abusivamente citado na hora em que alguém é confrontado em alguma falta.
Em primeiro lugar, os doutores da lei - escribas e fariseus - tinham a intenção de pegar Jesus em uma armadilha, qual seja a de descumprir a legislação mosaica, para poderem, então, acusá-lo de traição à fé judaica. Portanto, ao se dirigir daquela forma aos acusadores da mulher apanhada em adultério, essa era a perspectiva que o Mestre tinha em mente: a intenção maléfica engendrada pelos ditos representantes da lei.
Em segundo lugar, faltou, no episódio, a presença da outra parte, que, pelo sistema legal, deveria sofrer a mesma punição: o apedrejamento. Em outras palavras, não estava havendo imparcialidade na acusação. Por quê? Estaria ele sendo "protegido" pelos doutores da lei? Teria escapado? O que estaria por trás dessa ausência? Seria ele um dos membros do grupo de escribas e fariseus? São conjecturas. O certo é que, como parte, não foi trazido juntamente com a mulher acusada.
Em terceiro lugar, quando Jesus sugeriu que quem estivesse sem pecado atirasse pedra na mulher não quer dizer que ele concordasse com o pecado dela, mas tal sugestão nos leva, pelo menos, a duas conclusões: a) como judeu, cumpriu a exigência da lei ao propor que fossem adiante. Ou seja, desvencilhou-se de imediato da armadilha farisaica. Mas não deixou de ser justo, quando os pôs no mesmo barco da pecadora: "Aquele que de entre vós está sem pecado", e b) ao mesmo tempo, expôs os propósitos maus dos doutores da lei, que certamente estariam incorrendo nas mesmas praticas que condenavam, mas se "protegiam" uns aos outros mediante o "poder" que dispunham.
Em quarto lugar, ao despedir a mulher, já que os escribas e fariseus não estavam em condições morais para cumprir o preceito legal, Jesus deixou claro o que pensava, disposto a atraí-la ao Reino com a sua bendita graça. Ele não afirmou: "Siga em frente e viva a sua vida" ou "Vá e se divirta à vontade", mas vaticinou de forma explícita: "Vai-te, e não peques mais". É óbvio que encontrou arrependimento naquele coração humilhado e despedaçado diante dos representantes da religião.
Em quinto e último lugar, eu diria que o texto seria melhor aplicado àqueles que escurraçam as ovelhas, quando elas pecam; àqueles que, como tiranos, não restauram as suas feridas, não as fortalecem, mas preferem esmigalhá-las sob os pés; àqueles que, pelo "poder" que têm, protegem-se uns aos outros de seus pecados e vivem em rasgada hipocrisia diante da religião professante. É a esses que o texto deve ser endereçado, que não têm escrúpulos até em matar as ovelhas, mas querem misericórdia, quando são apanhados nas mesmas faltas.
FÉ
Essa narrativa é significativa, pois marca a única vez que Jesus sai do território de Israel. Jesus está em Tiro e Sidom. Região dos fenícios. Flávio Josefo diz que dos Fenícios, os de Tiro são os que mais têm os piores sentimentos contra os judeus.
Estando fora dos limites palestinos, uma mulher siro-fenícia vem ao Seu encontro buscando a libertação da sua filha que estava endemoninhada. Jesus entende que a mulher tem um problema grave. Os discípulos também entendem, e pedem a Jesus que libere uma palavra sobre ela, cure a sua filha e livre-se da importunação.
Porém, a missão de Jesus é para as ovelhas perdidas da casa de Israel. Então, Jesus, no processo, decide despertar uma fé verdadeira nela. Que fosse para além de fronteiras e tradições.
Jesus gerou fé por meio do silêncio. A Mulher apresenta a sua situação: uma filha terrivelmente endominhada. Jesus não responde nada. Fica em silêncio. Um falta de resposta constrangedora. O silêncio de Jesus poderia ter gerado incredulidade, paralisação ou afastamento, mas, ao contrário gerou fé verdadeira.
C.S. Lewis, em seu livro a Anatomia de uma dor, escrito após ter perdido sua esposa para o câncer diz: Volte-se para Ele, quando estiver em grande necessidade, quando toda forma de amparo for inútil, e o que você encontrará? Uma porta fechada na sua cara, ao som do ferrolho sendo passado duas vezes do lado de dentro. Depois disso, silêncio. Bem que você poderia dar as costas e ir embora. Quanto mais espera, mais enfático o silêncio se torna. Não há luzes nas janelas. Talvez seja uma casa vazia. Será que, algum dia, chegou a ser habitada?
Dói perceber Jesus em silêncio. Porém o silêncio não pode nos fazer perder a visão de Deus. O silêncio fez a mulher aproximar-se de Jesus. Existem momentos na vida que estamos gritando a um Jesus distante. Que não conhecemos de perto. Que não olhamos nos olhos. Que não percebemos a sua presença. O silêncio de Jesus é pedagógico: quer nos ensinar a aproximação. Transforma grito em palavra. Silêncio, no evangelho, é aproximação.
Jesus gerou fé por meio de uma migalha. Parece estranho a mulher querer uma migalha. Mas quando estamos perto de Jesus, suas palavras fazem sentido. Ele diz que não era bom tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. Isso gerou na mulher um desejo e uma fé que queria comer as migalhas da mesa de Jesus.
A palavra usada para se referir aos cachorrinhos é Kúnaria. Existiam três tipos de aplicações que poderiam ser feitas a esta palavra. Primeiro, às mulheres da vida. Segundo, aos cães vira-latas da rua. E, terceiro, aos cachorrinhos de colo, aqueles que comem da mesa de seus donos. Jesus usa essa última aplicação para sua expressão: tirar dos filhos e dar aos cachorrinhos.
Ela entendeu!
Jesus fala em tom de graça e não de exclusão. A mulher capta a mensagem e o tom, ela está diante da mesa, não de um homem rico, mas da mesa do Rei dos reis, e as migalhas são como pão da mesa. Então diz, no processo da fé, que até os cachorrinhos comem da mesa de seus donos. Jesus conseguiu o que queria. A mulher agora tem uma fé verdadeira que não fosse só para um instante de cura, mas para toda vida.
Algumas pessoas estão deixando de comer pão da mesa de Jesus porque não querem começar pelas migalhas. Jesus oferece migalhas para ensiná-la que melhor do que o que se come em Suas mãos, são as mãos que oferecem a comida.
Ela conseguiu tirar os olhos das mãos e colocar em Jesus. E, no final, come pão. Tem sua filha liberta. A mulher comeu pão porque quis migalha. A migalha que cai da mesa se torna pão quando nos contentamos com o que Jesus nos oferece e temos fé para receber o que quer que venha Dele.
Jesus gerou fé por meio do encontro com Ele. A fé da mulher nasceu e cresceu no processo. Ela começa chamando Jesus de Filho de Davi e termina chamando de Senhor. Ela conhecia Jesus como Filho de Davi. O messias político que veio libertar Israel da opressão Romana. Ela O conhecia como profeta poderoso em palavras e milagres. Mas depois do encontro, o chama de Senhor. Agora ela O conhece como Soberano sobre todas as coisas.
O encontro com Jesus transformou pedido em oração. Ela começa fazendo um pedido a um homem poderoso e termina orando ao Senhor Deus. A fé que Jesus instala em nós como bem, muda a maneira como nos relacionamos com Ele. A partir do encontro a relação com Jesus não é mais de palavras decoradas ou condicionadas por alguma coisa, mas oração livre e sincera.
No encontro, a visão da mulher sobre Jesus mudou. A fé a fez vê-Lo como realmente é. Senhor e soberano que pode ficar em silêncio e oferecer migalha para produzir fé.
E você! Quer entrar no processo de tornar-se uma pessoa de fé?
VOAR
Você é capaz de coisas que nem imagina. Quem diria há muitos anos atrás que algum dia o homem seria capaz de voar? Quem arriscaria pensar que o ser humano conseguiria pisar a Lua? Tudo é impossível até alguém sonhar mais alto. Quando uma pessoa transforma seu sonho em um objetivo e luta com determinação por ele, está dando o passo certo para o conseguir. Muitos duvidarão inicialmente se o plano for ousado demais, mas a fé é mais forte que qualquer receio e quem não se deixa amedrontar ganha sempre alguma coisa.
SEPARAÇÃO CONJUGAL
Se, há muito tempo ou recentemente, as brigas conjugais estão sendo constantes na sua vida, ao ponto de produzir em um ou em ambos o desejo pela separação, a superação demanda sabedoria, paciência e fé.
1. Use a memória a seu favor. Use a memória do amor para trazer à lembrança os bons tempos do casal, como os passeios de mãos dadas, as brincadeiras um com o outro, os sonhos tornados reais, as gargalhadas que ecoavam no horizonte, entre outras recordações registradas nos álbuns do coração. Peça a Deus para fazer que os bons tempos voltem. Ele é o Deus da esperança.
2. Lembre também que, num momento da vida, você jurou, por livre e espontânea vontade, que o seu casamento seria para sempre. Na verdade, o relacionamento conjugal é sempre para sempre, com ou sem votos. Na prática, ninguém se separa, mesmo que não haja filho ou filhos na história. Uma separação não resolve problemas: cria outros. Então, peça a Deus para fazer valer o juramento um dia livremente oferecido. Ele é o Deus das promessas.
3. Seja paciente. Espere. Quem ama espera. Talvez o outro esteja com alguma dificuldade profunda, perceptível ou não, no seu corpo ou na sua mente. Talvez o outro esteja trazendo para o relacionamento cadáveres que devia ter sepultado na infância e que agora assombram. Peça a Deus paciência para perceber e para esperar, para não desistir do outro. Deus é o Senhor da misericórdia, que quer ver presente também nos nossos relacionamentos conjugais..
4. Seja sábio. Pode ser que o grande problema de agora seja o resultado apenas de um mal-entendido. Boa parte dos atritos não passa de um ruído na comunicação. Esclareça o problema, que talvez não resista a uma conversa de minutos. Peça a Deus sabedoria. Ele é o Deus da sabedoria e pode nos fazer pessoas sábias.
SABER
Aqui está o que você precisa saber sobre as muralhas de Jericó. Elas eram imensas. Elas embrulhavam a cidade como um traje de armadura. Aqui está o que você precisa saber sobre os habitantes de Jericó. Eles eram ferozes e bárbaros. Eles seguravam todos os ataques e repeliam todos que invadiam. Até o dia em que Josué apareceu. Até o dia que seu exército marchou até lá. Até o dia que tudo estremeceu. Até o dia que a magnífica cidade de Jericó caiu.
Mas aqui está o que você precisa saber sobre Josué. Ele não trouxe abaixo as muralhas. O tremor que sacudiu as muralhas largas e impenetráveis? Deus fez isso por ele. E Deus fará isso por você! Seu Jericó é seu medo, sua raiva, sua amargura, sua culpa pelo passado. É o que fica entre você e seus Dias de Glória. E suas muralhas precisam cair! A vida sempre trará desafios. Mas Deus sempre trará força para encará-los.
domingo, 18 de outubro de 2015
CINCO VERDADES SOBRE O PERDÃO
- O perdão é um princípio fundamental para a vida cristã; uma das coisas que mantém muitos em cativeiro hoje.
- A maioria está muito bem com o princípio do perdão, mas nunca realmente executam o seu pleno significado em sua vida.
- A falta de perdão na vida de uma pessoa é uma escravidão destrutiva que causa contenda, divisão, depressão, opressão, doença, divorcio e até mesmo condenação.
Definição de Perdão: Conceder indulto gratuito ou remissão de qualquer ofensa ou dívida; desistir de toda reivindicação.
A palavra grega traduzida como "perdoar" significa literalmente cancelar ou remir.[post_ad]Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação.
1. O perdão é uma ordem não uma sugestão. Mateus 6:14-15
- Isto é fato depois que o Senhor ensinou Seus discípulos a orar.
- Este é um princípio espiritual
- Deus não quer falar conosco até que reconciliemos nossas diferenças com o outro. (Mateus 5:24)
- Prov. 19:11 “O entendimento do homem retém a sua ira; e sua glória é passar sobre a transgressão”
- Prov. 24:29 "Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra"
- Colossenses 3:12-13 “Revesti-vos pois, como eleitos de Deus, santos, e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro: assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também”
2. Não há limite para o perdão. Mateus 18:21-22
- Jesus não disse para perdoar 490 vezes e parar, é ilimitado.
- Quantas vezes você quer ser perdoado?
- 1 Coríntios 13:5 - O amor não guarda rancor.
- 1 Pedro 4:8 - O amor cobre uma multidão de pecados.
- Devemos aprender a perdoar como Deus perdoa.
- Salmo 103:12 “Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões”.
3. A falta de perdão nos mantém em cativeiro. Mateus 18:23-35
- Impede o perdão do Pai.
- Fomos perdoados de uma dívida que nunca poderíamos pagar, qualquer dívida para nós é minúscula em comparação ao que recebemos.
- Ele foi entregue aos torturadores. V.34 - A falta de perdão abre a porta para doenças físicas e mentais e fortalezas demoníacas.
- Pode limitar ou até mesmo bloquear as bênçãos em nossa vida.
- Podemos bloquear nosso próprio perdão. Mateus 6:14-15 - Se não perdoamos, não podemos ser perdoados.
- Provérbios 28:13 “Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”
- A falta de perdão é um pecado que bloqueia a prosperidade.
- Nos deixa amargos e os nossos corações endurecidos.
- Hebreus 12:15 “Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”
4. O perdão é um ato volitivo.
- Não um sentimento, mas uma decisão.
- É contínuo (passado, presente e futuro).
- É do espírito - e não a carne, não a alma.
- Você deve ser capaz de ver o seu agressor como um espírito vivo, não um inimigo, não como um desafio no caminho da vida, não como um obstáculo no seu caminho para o paraíso.
5. A conciliação é sempre a resposta.
- Não podemos permitir quaisquer áreas de falta de perdão em nossa vida.
- Devemos manter nossa consciência limpa e manter-nos em comunhão com os demais.
- Não insistir na falta de perdão
- Ordena a sua alma para estar sujeita ao seu espírito.
Conclusão: Romanos 12:14-18
14 Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis.
15 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
16 Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos;
17 A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens.
18 Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.
"Sempre perdoe seus inimigos - nada os aborrece mais"
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