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domingo, 18 de outubro de 2015

CINCO MILAGRES DE FILIPOS

“Eles responderam: Crê no Senhor Jesus, e tu e tua casa sereis salvos.” (Atos 16.31) Paulo recebeu um chamado especial por meio de uma visão em que um homem macedônio lhe pedia para ir para a Macedônia ajudar seu povo. Lucas escreve: “Quando ele teve essa visão, logo procuramos partir para a Macedônia, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho” (At.16.10). E a primeira cidade alcançada foi Filipos, uma colônia romana. Nessa cidade Deus operou poderosamente para levar pessoas a Cristo. Ali havia uma jovem possuída por um demônio de adivinhação. Ela perseguia Paulo e seus companheiros durante vários dias, pelas ruas de Filipos, gritando: “Estes homens são servos do Deus Altíssimo. Eles vos anunciam o caminho da salvação” (At.16.17). Paulo cansou-se disso e expulsou o demônio da moça. Este foi o primeiro milagre. Mas a moça era escrava e sua adivinhação dava um bom dinheiro aos seus senhores, que, vendo cessar a fonte de lucro, denunciaram Paulo e Silas perante as autoridades. Estas açoitaram e prenderam os dois no lugar mais seguro da prisão. Aí ocorreu o segundo milagre: mesmo muito feridos e algemados nas mãos e nos pés, Paulo e Silas cantavam hinos de louvor e oravam ao Senhor. Quando deu meia-noite houve o terceiro milagre: Deus mandou um intenso terremoto que abalou os alicerces da prisão, abrindo todas as suas portas e soltando todos os presos. O carcereiro já ia suicidar-se, para não ter a vergonha de ser executado publicamente por deixar os presos fugirem, mas então aconteceu o quarto milagre: nenhum preso fugiu! O carcereiro percebeu que isso estava relacionado com a pregação de Paulo e Silas. Então perguntou aos dois missionários: “Senhores, que preciso fazer para ser salvo?” (v.30). Eles responderam que ele e sua família precisavam crer no Senhor Jesus. Eles creram e foram batizados. Esse foi o quinto milagre; nascer de novo é um milagre operado pelo Espírito Santo no coração da pessoa que se arrepende de seus pecados e crê. Aconteceram coisas extraordinárias em Filipos, mas não há maior milagre que este, a salvação eterna de uma pessoa.

REQUISITOS MINISTERIAIS

“Enquanto cultuavam o Senhor e jejuavam, o Espírito Santo disse: Separai-me Barnabé e Saulo para a obra para a qual os tenho chamado. Então, depois de jejuar, oraram e lhes impuseram as mãos; e deixaram que partissem.”(Atos 13.2,3). São três os pré-requisitos para exercer o ministério cristão: a ocorrência de uma chamada, a existência de uma missão e o preenchimento de uma lista de qualificações espirituais e morais. O texto não diz explicitamente a quem o Espírito Santo falou, se à igreja ou aos cinco líderes mencionados no v.1, nem como falou; e não esclarece a maneira como se deu o chamado a Barnabé e Saulo. Mas os estudiosos de Atos entendem que Deus falou à igreja, e também (antecipadamente) a Barnabé e Saulo, certificando que queria estes dois últimos realizando uma obra específica, e que competia à primeira consagrá-los pela imposição de mãos e enviá-los. A chamada divina é uma convocação objetiva. O Espírito Santo comunica tal chamada tanto ao indivíduo como à igreja. Pela atuação direta do Espírito, a igreja é capaz de identificar quem é de fato chamado, e este também é capaz de identificar-se como tal. Infelizmente, esse critério não vem sendo observado por todos, e por isso temos muitos casos em que somente o indivíduo ''ouviu" a chamada, ou em que, aparentemente, nem ocorreu a chamada. Barnabé e Saulo foram chamados para cumprir uma missão específica. A palavra aqui traduzida por "obra" seria melhor vertida como "trabalho", que também chamamos de serviço, ocupação, tarefa, emprego. Não creio que Deus nos chame somente para estudar teologia, para meramente satisfazer uma curiosidade intelectual, ou mesmo para matar uma honesta sede de conhecimento. Parece que a proliferação desenfreada de cursos de teologia, a maioria dos quais do tipo "fundo de quintal", tem levado muita gente a pensar assim, mas este certamente não é o objetivo para o qual Deus chama pessoas. A igreja somente deve ordenar alguém, e este somente deve aceitar a ordenação, se for para um trabalho claramente indicado pelo Espírito Santo. Outro grande problema do ministério cristão é a o da integridade moral e espiritual. Barnabé era um homem bom, cheio do espírito Santo e de fé (At.11.24), e Paulo era irrepreensível (Fp.3.6). O NT registra várias listas de qualificações para que alguém exerça o ministério (At. 20.28-35, I Tm. 3.1-11, Tt. 1.5-9; 2.7,8, e I Pd. 5.1-9). Esta é uma área em que temos presenciado verdadeiras tragédias, pelo fato de as igrejas não exigirem dos que são ordenados ao ministério o preenchimento integral das qualificações bíblicas. Por pelo menos duas vezes Paulo diz que o pastor precisa ser "irrepreensível" (I Tm. 3.2 e Tt.1.6). O sentido original dessa palavra é que não deve ser possível levantar nenhuma suspeita sobre a integridade da pessoa que aspira o ministério. O que Deus considera essencial é caráter e não carisma. Preenchidos esses pre-requisitos ainda resta muito a fazer, mas se não forem cumpridos é melhor não fazer nada.

O VINHO

O vinho da Bíblia tinha alcool? O VINHO NA BÍBLIA "A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." Provérbios 4:18. Exemplos da Tolerância de Deus É um conceito bíblico, expresso de forma clássica no texto acima, que a luz é progressiva, a santificação é obra de uma vida e o conhecimento aumenta a cada dia para o povo de Deus. Muitas verdades, que no passado eram conhecidas apenas parcialmente ou até virtualmente desconhecidas, foram crescendo e se tornando mais compreendidas pelos servos de Deus. Veja-se por exemplo que, da mesma forma que Deus tolerou o uso de bebidas fermentadas, suportou também a escravatura como um mal contingente, passageiro, mas é evidente na Escritura que o escravismo não era e nem é parte do plano ideal de Deus, que quer que todos os homens sejam irmãos e não busquem ser servidos mas servir. Embora tolerando, Deus deu leis para regulamentar a prática até que o ideal fosse atingido. (Êx. 21:16, 20; Ef. 6:9; Col. 4:1) Outros exemplos de práticas que Deus tolerou são o divórcio e a poligamia, que, conforme é declarado na Bíblia, não faziam parte do plano ideal divino. Por isso, Ele deu leis que regulamentavam e restringiam essas práticas tão em voga e até legalizadas nos dias bíblicos entre as nações pagãs. O Seu povo teria que aprender, depois de quatro séculos de escravidão e em estado semi-bárbaro, os rudimentos do “evangelho” até atingirem o ideal de Deus. (Ex. 20:7-11; Deut. 21:10-17; Mal. 2:12-16) O próprio Jesus refere-se ao divórcio como tolerado em razão da “dureza dos corações” dos israelitas, mas, disse o Salvador, no princípio não foi assim. Mat. 19:4-8. Males das Bebidas Fermentadas Deus também tolerou as bebidas fermentadas. É evidente pelas experiências com viciados que, segundo especialistas na área de recuperação de alcoólatras, a maneira mais segura de evitar o vício é “não tomar o primeiro gole”. Deus jamais sancionaria um hábito que, mesmo em seu moderado uso social é responsável pelas mais dramáticas e terríveis estatísticas no que se refere à degeneração da mente, corpo e espírito dos homens. Professos seguidores da palavra de Deus jamais admitiriam envolver-se com a guerra, pelos seus horrores e mortandade, e no entanto, apóiam o “uso moderado” de bebidas alcoólicas sem considerar que as mortes por imprudência nas estradas e no trabalho, montam um número anual maior do que o de muitas guerras. Sem falar em deficientes mentais filhos de ex-bebedores sociais e agora alcoólatras, lares esfacelados, invalidez, desemprego, aos centenas e milhares além de outros males. E tudo isso causado na maioria dos casos por pessoas que bebiam socialmente, somente nos “fins de semana” e possivelmente consideravam-se “moderadas”. Considerado doença pela OMS (Organização Mundial de Saúde), o alcoolismo ainda está em expansão porque muitos, até mesmo religiosos, sancionam doutrinariamente o seu uso. Brincar com um copo desse vírus é perigoso. É brincar com veneno! Portanto, devemos ter em mente que o uso de qualquer marca ou quantidade de bebida alcoólica é um perigo de crime contra si próprio e contra o seu próximo, e ainda ficar aquém do ideal da Escritura neste particular como veremos. A Bebida Alcoólica no Antigo Testamento Outro ponto importante que esclarece a questão do uso de vinho alcoólico e outras bebidas fermentadas naturalmente, bem como a tolerância de Deus quanto a essa prática, diz respeito aos hábitos e recursos alimentares dos tempos bíblicos. É claro que não dispondo das modernas técnicas de engarrafamento de sucos, sem geladeiras, sem conservantes como temos hoje e sem embalagens apropriadas, toda uma produção de sucos e sumos estavam sujeitas ao processo natural de fermentação. Os odres (recipientes de couro costurado), vasos de barro, madeira ou metal não impediam a ação das bactérias, tendo os antigos que conviver com as condições que dispunham nesta parte. Bebiam, pois, vinho sem fermentar quando ainda novo, recém espremido das uvas, chamado no Antigo Testamento de TIROSH ou vinho novo, esta palavra aparece 38 vezes no AT. A bebida consumida tempos depois e já fermentada naturalmente, ou que foi fabricada em processo de fermentação era denominada normalmente de SHEKAR (usada 23 vezes no AT). Para bebidas em geral, fermentadas ou não, era usado o termo YAIM indistintamente, e que aparece 140 vezes no AT. Portanto, a própria necessidade alimentar de uma bebida nutritiva e a carência de técnicas e recursos de conservação modernos, obrigava-os a terem na fermentação natural da bebida uma necessidade e mal necessário, uma vez que o grau alcoólico nestas bebidas, trazia embutido o problema do vício do alcoolismo, embriaguês e suas conseqüências morais, físicas e espirituais. Por isso o ideal era não usá-las a exemplo dos recabitas, povo abstêmio que vivia entre os israelitas, e cuja virtude e lealdade foi ressaltada pelo próprio Deus. Jer. 35:2-5. Por outro lado, a fermentação era um bem, pois tinha para as bebidas a função de provavelmente o único e universal processo de conservação para os sucos sem a deterioração total como é o caso de muitos xaropes vendidos hoje em dia. Era, pois, um mal necessário, mas um mal. Justifica-se, desse modo, o ideal de Deus na declaração do sábio em Provérbios 23:31 a 35: “ Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente...” Não se deve nem mesmo desejá-lo, olhando-o – NÃO OLHES! Porque “no seu fim morderá como a cobra e como o basilisco picará.” E, continua o sábio: “Olharás mulheres estranhas” e, “teu coração falará perversidades”. “Dirás: espancaram-me, bateram-me mas quando acordar beberei outra vez.” Que desfecho terrível para um simples olhar e certamente o primeiro gole! São esses os passos para o vício: olhar, experimentar e a despeito das conseqüências, beber outra vez! Não estamos sujeitos aos hábitos mantidos pela “dureza de corações” e atraso em que viviam os homens do passado. Não estamos obrigados a sofrer a limitação dos recursos de técnicas de conservação como eles; não precisamos nem devemos correr o perigo de consumir tais bebidas, mesmo porque, atualmente, em sua grande maioria, passam por processos industriais de fermentação e destilaria, o que aumenta artificialmente, e em muito, o teor alcoólico da bebida. Concluímos até aqui que, se as bebidas naturalmente fermentadas eram, na antiguidade, a única forma de se estocar sucos, sendo uma necessidade daqueles tempos, apesar de suas conseqüências prejudiciais à saúde, constitui-se, para nós hoje, um uso desnecessário, contrário ã luz que temos, temerário e perigoso, mais ainda considerando-se a destilação que aumenta o seu grau alcoólico. Certamente tal costume não concorda com o testemunho cristão e contraria o princípio bíblico, submetido ao qual todos os usos e práticas da igreja devem estar em harmonia sob pena de contradição: I Cor. 3:16, 17. Somos o templo de Deus e nada que o contamine, prejudique ou o ponha em risco deve ser usado. Referências Bíblicas Contrárias às Bebidas Fermentadas Veremos, agora, mais alguns textos que corroboram a recomendação de não usar bebidas fermentadas: 1. O vinho e a bebida forte fazem errar e desencaminhar até o sacerdote e o profeta. Isa. 28:7, 8. 2. Há uma maldição para os que seguem a bebedice. Isa 5:11, e outra maldição para os que dão bebida ao seu próximo. Hab. 2:15. 3. As bebidas alcoólicas são escarnecedoras e alvoroçadoras. Prov. 20:1. 4. O ideal é nem olhar para o vinho, pois é traiçoeiro, quanto mais usá-lo! Prov. 23:31, 32. 5. O beberrão cai em pobreza. Prov. 23:20, 21. 6. Não vos embriagueis com vinho, mas enchei-vos do Espírito. Ef. 5:18. A bebida alcoólica é incompatível com o Espírito Santo, conforme deixa claro a conjunção adversativa “mas”. 7. O bispo não deve ser dado ao vinho . I Tim 3:3; Tito 1:7. Mas o bom mesmo é não beber vinho devido ao escândalo que pode provocar em outros. Rom 14:21. A bebida está relacionada com as obras da carne. Gál. 5:21. 8. Normalmente, os que hoje são bêbados não começaram com a intenção de sê-lo. Cuidado! Os bêbados não entrarão no reino de Deus. I Cor. 6:10. 9. A bebida era incompatível com o serviço a Deus pois os encarregados de atividades no Santuário não podiam beber. Lev. 10:9. 10. Mesmo no conceito liberal da mãe do rei Lemuel (Prov 31:6) os que ministravam a justiça e os nobres não deviam beber. Prov. 31:4, 5. 11. Em Provérbios 31:6 acha-se a opinião da mãe do rei Lemuel e não uma posição divina sobre o assunto. Os amigos de Jó, embora piedosos, também deram opiniões religiosas equivocadas pelo que foram posteriormente repreendidos por Deus (Jó 42:7-9) 12. Miquéias adverte que um povo mau teria profetas falsos e mentirosos que defenderiam o vinho e a bebida forte. Miq. 2:11. 13. O vinho e o mosto tiram a inteligência. Osé. 4:11. 14. Pessoas dadas ao vinho são desleais, soberbas e não se contém. Hab. 2:5. 15. Aqueles que desejam fazer a vontade de Deus devem abster-se do uso, mesmo moderado, de bebidas alcoólicas, considerando as seguintes razões: a luz que temos, o ideal de Deus e os males e perigos desse hábito. A total abstinência é a posição a ser assumida por aqueles que estão preparando o caminho para a volta do Senhor como fez João Batista. (Luc. 1:15) 16. Entende-se, pois, que Jesus, nas bodas de Caná, transformou a água em vinho novo, sem fermentar (TIROSH no AT), o puro suco de uva, o vinho de melhor qualidade.. 17. Em função dos argumentos acima apresentados a passagem de Deut. 14:26 é mais uma cena do hábito tolerado por Deus apesar das conseqüências e por causa das contingências. 18. Em I Tim 3:8 é recomendada a moderação em reconhecimento ao perigo que a bebida oferecia, em vista da resistência que a proibição sumária poderia provocar. Esta opinião do apóstolo foi moldada para restringir um hábito, conforme o texto deixa claro e não para sancioná-lo. 19. Em I Tim 5:23 o vinho é recomendado para uso medicinal, conforme crença do apóstolo, usado pouco com água e não puro como bebida de prazer. Este texto não serve para defender o uso ou o vício da bebida. Conclusão Buscar, neste caso, exemplos bíblico para justificar o consumo da bebida equivale a apoiar também o divórcio fácil, poligamia e escravidão que foram, igualmente, alvo da tolerância de Deus. Coloca-se também a Bíblia, injustamente, como co-responsável pelas tragédias decorrentes da indulgência com as bebidas fermentadas. Os costumes e práticas dos antigos, alvo da tolerância de Deus, não refletem necessariamente a vontade divina. O verdadeiro cristão jamais defenderá tal hábito.

NOITE

Na noite de ontem, assisti a um filme pela 5º vez. Acredito que você também já deva ter assistido ou no mínino ouvido falar. O nome do filme é: “A procura da Felicidade” de Will Smith. Este filme baseado em uma história real, é um grande exemplo para todos aqueles que desejam alcançar resultados em sua vida, seja ela; profissional, pessoal, ministerial e familiar. Gosto de pensar neste filme como uma visão organizacional o qual já ministrei para centenas de empresas: a visão de juntar a necessidade com a possibilidade. Todo líder ministerial passou ou ainda passará por necessidades em seu ministério. Talvez, a necessidade de mudança em sua equipe, mudança de templo, mudança de cobertura espiritual, mudança com o sistema de trabalho, etc. O importante é entendermos que a necessidade faz parte de qualquer igreja ou organização. Entretanto, é justamente em meio às necessidades, que surgem as grandes possibilidades. No filme “A procura da Felicidade” Chris Gardner, interpretado por Will Smith, passou por uma fase muito difícil. Chris não estava tendo sucesso em seu empreendimento e como conseqüência, viu seu relacionamento com a sua esposa chegar ao fim. Chris precisou cuidar de seu filho sozinho, e com muita necessidade financeira, foi despejado de sua casa, sendo obrigado a se abrigar em um Albergue. Chris, diante de várias necessidades, precisou tomar uma decisão; arriscar em um estágio não remunerado e tentar no final do estágio um emprego consolidado e melhorar de vez a sua vida, ou continuar com seu empreendimento que estava cada vez mais o levando a ruína. No final, Chris se tornou um dos maiores ícones de sucesso dos Estados Unidos. Talvez, se ele não tivesse passado por necessidades em sua vida, não teria alcançado o sucesso que alcançou. A necessidade de Chris gerou uma possibilidade. Todo líder precisa saber identificar este cenário em sua vida. As necessidades que surgem, é apenas uma oportunidade para que o líder possa diagnosticar possibilidades em sua volta, as quais, muitas vezes, são ignoradas, pois não chamam a atenção por causa do comodismo momentâneo. A bíblia conta uma história fantástica a respeito deste tema. A história de Saul e Davi nos mostra o quanto à necessidade gera grandes oportunidades. A bíblia fala que Saul desobedeceu a Deus, e como conseqüência, perdeu o seu reinado (1 Samuel 15.). Houve uma necessidade de encontrar outro rei para substituir Saul, e Deus o encontrou. O Senhor encontrou um jovem que nem os seus pais e seus irmãos sabiam que dentro de sua casa havia um grande guerreiro, capaz de matar um leão e um urso. Davi se tornou uma grande possibilidade em meio a uma grande necessidade. Muitos líderes ficam lamentando perdas que acontecem em seus ministérios e, ao invés de enxergarem possibilidades para suprirem a estas perdas, preferem colocar a culpa nas circunstancia ou algo do gênero, quando ainda não acontece algo pior, “a desistência do chamado ministerial”. É justamente nos momentos mais difíceis da vida de um líder, é que surgem as grandes possibilidades para o sucesso. Havia uma necessidade de enfrentar e matar o gigante Golias. Davi observou a necessidade e logo visualizou uma grande oportunidade para sair do anonimato e iniciar uma vida de sucesso. A necessidade que Israel tinha naquele momento, era a grande chance de Davi para mostrar suas habilidades e forças que, até então, estavam escondidas. (1 Samuel 17). O gingante, para muitos, era um problema, mas, para Davi, uma possibilidade de sucesso. Como você tem enxergado os seus problemas ministeriais? De zero a dez, quanto você está motivado a superar esta grande necessidade em seu ministério? Quando Deus me deu a visão do Ganhe+1 P/ Jesus, passei por uma grande dificuldade em minha vida. A caminho da última reunião antes do lançamento do seminário, sofri um grave acidente na rodovia. Meu carro, que havia acabado de comprar, colidiu com outro carro a 110km, provocando a morte da outro pessoa que estava dirigindo o automóvel. Fiquei mais de uma hora na rodovia esperando por socorro. Ainda dentro de meu carro, perguntava a Deus o porquê Ele permitiu o acidente. Muitas dúvidas internas começaram a emergir dentro de mim. Já no hospital, enquanto tentava entender o que havia acontecido, Deus me enviou um homem para me posicionar a respeito do acidente. Este homem me disse: O diabo tentou parar o projeto do seminário tentando te matar. Ao sair do hospital, fiquei três dias em meu quarto tentando entender o ocorrido e com medo de continuar com o projeto. A minha dúvida era: continuar com o projeto do Ganhe+1 P/Jesus e passar por dificuldades e necessidades, ou visualizar possibilidades que contribuiria para o avanço do Reino de Deus em minha cidade. Em meio a tantas dúvidas e questionamentos, Deus me falou: saia do seu quarto e vá até ao seu escritório, ali falarei com você. Em meu escritório, Deus me deu o capítulo que ainda faltava no livro Ganhe+1P/Jesus, o tema do capítulo é: “Vencendo o seu maior Desafio”. Através deste capítulo, Deus me curou de todo trauma e esclareceu todas as minhas dúvidas. Percebi que todos os conquistadores possam por dificuldades e necessidades, e que o maior desafio de um líder não está fora e sim dentro. O livro Ganhe +1 P/Jesus era para ser apenas um projeto para minha igreja, más, hoje, se tornou uma grande ferramenta para despertar a consciência de milhares de pessoas em todo o Brasil a respeito do chamado que Deus tem para cada pessoa. Deus não me entregou uma matemática, e sim uma mudança de consciência a respeito de seu chamado. Se ainda você não leu o livro Ganhe + 1 P/ Jesus, sugiro que leia, com certeza, você será muito impactado. Clique aqui para adquiri-lo: http://www.portalcpm.com.br/categoria-produto/livros/ Hoje, você também poderá fazer uma escolha: continuar com o projeto de Deus em sua vida e, em meio a necessidades visualizar possibilidades, ou abandonar ao seu chamado ministerial e deixar de viver o que Deus tem para você. Todo líder tem o direito de escolha. Com você não é diferente! Que o Espírito de Deus neste momento lhe ajude a vencer o seu maior desafio “Sua luta interna”. Lembre-se: O maior desafio de um líder não está fora e sim dentro dele.

FLORES

Uma Coroa de Flores Estávamos voltando das férias quando vimos uma coroa de flores junto a um poste da nossa rua. Logo percebemos o que ela significava: alguém tinha morrido ali. Querendo saber se era uma pessoa conhecida, paramos para ler o pequeno cartão que acompanhava a coroa. A mensagem era de partir o coração: “Querido papai, gostaria de ter estado com você para ajudá-lo quando você caiu. Por favor, olhe por nós. Amamos você e sentimos sua falta. Você estará sempre em nossos corações”. Que tragédia! O pai de alguém tinha caído na rua – talvez atropelado por um automóvel ou por ter sofrido um ataque cardíaco. Os membros da família estavam desolados e expressaram seus sentimentos colocando uma coroa de flores e uma mensagem no local da sua morte. De certa forma conseguimos entender como se sentiam. Amavam seu pai e sentiam muito sua falta. Queriam tanto que apenas um deles pudesse ter estado lá para confortá-lo e amenizar sua dor mesmo que a morte dele fosse inevitável! Mas agora era tarde demais. Sentimos sua falta! É comum colocar uma coroa ou um buquê de flores, uma mensagem ou uma cruz no local onde uma pessoa morreu inesperadamente. Para os que perderam um ente querido, o lugar do acidente torna-se quase um local sagrado. Porém, a mensagem junto ao poste na nossa rua revelava algo mais, algo que estava errado. A pessoa que a tinha escrito alimentava a esperança de que o espírito do pai continuava ali e poderia ler aquela mensagem, apreciar sua preocupação e, de alguma forma, como espírito, cuidaria da sua família. Muitos anos atrás, o rei Davi perdeu um filho ainda pequeno. Enquanto chorava a morte da criança, ele expressou uma profunda verdade: “Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Samuel 12.23). A morte significa separação daqueles que amamos. Não podemos nos comunicar com os espíritos dos que já morreram. A Bíblia proíbe terminantemente qualquer tentativa nesse sentido (Levítico 19.31). Os que morrem deixam este mundo. Seus corpos são sepultados, mas seus espíritos continuam vivendo numa outra vida. Há somente dois lugares Existem apenas dois destinos após a morte: um lugar de alegria e bem-aventurança e um lugar de tormento. Todos nós merecemos o lugar de tormento, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Mas, por amor a nós, Deus mandou Seu único Filho, Jesus Cristo, para ser nosso Salvador e para morrer pelos nossos pecados na cruz do Calvário (veja 1 João 4.14; 1 Coríntios 15.3). Para experimentarmos o perdão de Deus, precisamos declarar-Lhe que nos arrependemos dos nossos pecados (veja Atos 3.19), que cremos que Jesus morreu em nosso lugar e que derramou Seu precioso sangue por nós. Você já fez isso? Se cremos em Jesus como Salvador e perdemos um ente querido que era salvo podemos ter a certeza de que nos reencontraremos na presença de Deus. Esta é uma perspectiva muito reconfortante. Mas se ainda não pedimos perdão a Deus teremos de pagar o preço pelos nossos próprios pecados – no inferno! A vida é muito incerta para corrermos riscos: “Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que trará à luz” (Provérbios 27.1). Peça ainda hoje a Jesus para ser seu Salvador e Senhor da sua vida, para gozar com Ele a alegria eterna no céu!

MUITOS

1, 2, 3... Muitos! Continuamente somos registrados, contados e classificados. Censo, número de consumidores, estatística de usuários, levantamento de dados... As contagens mostram que somos muitos, que o mundo está cada vez mais cheio de gente e que as pessoas podem ser classificadas de muitas maneiras diferentes. Mas isso é tudo o que o homem consegue: tentar colocar ordem no caos, atribuir sentido a um todo que parece não fazer sentido algum. Você conhece a velha pergunta: “Por que nasci?” Sim, por quê? Faz sentido nascer, viver e morrer? Não devemos nos admirar se tudo fica sem sentido quando nos desligamos de Deus. Ele tem um plano para nossa vida. Não podemos esperar encontrar sentido na vida se vivemos contrariando Seus projetos. Mas continuamos tentando. Somos teimosos. E o resultado é um mundo que parece um formigueiro, cheio de pessoas andando em todas as direções, menos na única direção certa, que é aquela que Deus quer. Uma, duas, três... muitas. Não é possível contar todas as pessoas que vivem sem sentido na vida. Você é uma delas? A boa notícia é que o sentido da vida pode ser encontrado, que há razão para viver. Foi para isso que Jesus morreu e ressuscitou. Crendo nEle podemos chamar a Deus de Pai e nos tornar infinitamente valiosos para Ele. Nossa vida adquire sentido. Para Deus não sumimos na multidão. Ele não apenas nos conta e nos registra. Ele pensa em nós. Em cada um de nós. Não somos minúsculos grãos de areia perdidos no espaço. Somos amados por Deus. Aproveite essa chance! Não se esconda. Busque a Deus

sábado, 17 de outubro de 2015

TUDO A VER

Quando olhamos para o mundo atual verificamos que a situação das famílias é uma das crises constantes em qualquer parte do mundo. Isto acontece nos países que vivem a modernidade líquida em que o conceito de família se dissolveu e o importante é apenas o indivíduo. Muitas vezes, nessas sociedades, os filhos são problemas ao invés de serem aquilo que diz a Palavra, recompensa do Senhor. Estes, por sua vez, não obedecem aos pais e não os honram na velhice. Os pais não sabem cumprir seus papéis. Os relacionamentos não são duradouros e as pessoas são descartáveis. Em países em que a pobreza é enorme, os filhos são vendidos e são objeto de tudo quanto é exploração. Em alguns, são entregues a líderes religiosos para serem educados, mas na verdade são também explorados. Também neste caso, os pais não sabem cumprir seus papéis. Embora os relacionamentos sejam duradouros, muitas vezes só subsistem por causa da opressão social. Diversas mulheres são repudiadas sem qualquer motivo apenas para que seus esposos possam ter novas mulheres. No Brasil não é muito diferente a situação de crise. Basta vermos quantos conflitos entre pais e filhos existem e como o número de divórcios aumenta a cada ano. A violência doméstica é uma realidade triste. Além disso, a família sofre ataques de diversos tipos, seja por meio de leis que tentam mudar sua configuração, ou dos meios de comunicação que tentam impor sua forma de pensar contrária à Palavra de Deus. Tudo isso deve ser encarado como realmente é, uma ação contra Deus, pois a família é um projeto Seu. Ele tem as respostas sobre as dificuldades do ser humano. Ele criou a família e tem a solução para a convivência. Nele encontramos o que precisamos. É com a oração que venceremos esta luta. É de joelhos que veremos as famílias de nosso país serem restauradas e impedidas de se desfazerem. Sem oração não há solução. Com oração, tudo é possível. Que nestes 100 dias você se comprometa com Deus não apenas a orar, mas a ser melhor membro de sua família e cumprir de forma correta o seu papel. Oremos: I) Por mais oração nas famílias; ´ 2) Pelo socorro de Deus à situação de crise em que está a família no Brasil e no mundo; 3) Pela restauração das famílias de nosso país; 4) Para que as famílias que permanecem nos padrões bíblicos sejam guardadas por Deus de se desfazerem; 5) Para que nós mesmos sejamos melhores membros de nossas famílias e cumpramos corretamente nossos papéis.

VIDAS

Lute por vidas, Apaixone-se por missões "Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim" (Is. 6:8). E você, o que tem feito em prol da evangelização? A população do mundo cresce de forma assustadora. Calcula-se que no início da Era Cristã, havia cerca de 250 milhões de pessoas em todo o globo; em 1650, esse número aumentou para 500 milhões; em 1850, um bilhão; em 1940, dois bilhões; em 1975, 4 bilhões. Atualmente o número de habitantes na terra já ultrapassa seis bilhões. Desse total, dois bilhões ainda não foram alcançadas pelo Evangelho. E você, quantas almas já conquistou para o Reino de Deus? Há aproximadamente 250 países no mundo. São cerca de seis mil línguas faladas em todo o planeta. Embora já se tenha traduzido a Bíblia para quase duas mil línguas, e esteja andamento mais ou menos esse mesmo total, 20% dos povos ainda não tiveram acesso à Palavra de Deus; e, não obstante todo o esforço empreendido em favor da evangelização, 50% da população mundial não recebeu sequer um simples folheto. E você, que aceitou a Cristo, já aceitou também o seu IDE? Missões está no coração de Deus. Ele tinha um único filho, e fez dele um missionário! E hoje, quantos dos que se tornaram seus filhos pela graça, estão incumbidos nesta maravilhosa tarefa? Faz-se mister que tenhamos paixão ou fervor pelas almas perdidas. Pessoas como Whitefil, que num êxtase de paixão pelos povos, assim clamava a Deus: "Se não queres dar-me almas, retira a minha!". Pessoas como John Knox, que implorava a Deus pelo seu povo: "Dá-me a Escócia ou eu moro!". Pessoas como Makenzie, que numa ardente prova de amor pelas almas, assim implorava aos céus: "Ó Senhor, manda-me para o lugar mais escuro da terra!". Pessoas como Henrique Martin, que ajoelhado numa praia da Índia, desta forma se expressava: "Aqui quero ser inteiramente gasto por Deus". Você precisa fazer alguma coisa. Como parte da igreja de Cristo, você tem o dever de fazer algo pelo Evangelho de Cristo. Você pode fazer! Vá! Se não pode ir, contribua para quem vai. Incentive a quem quer ir. Ore por quem já foi. Faça alguma coisa... Apaixone-se por missões!

GRAÇA

“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 6:23 A salvação é um dom gratuito, não depende dos méritos humanos. A vida eterna não é dada por Deus por nenhuma obra que tenhamos feito, nem bem nem mal, mas segundo a Sua própria vontade e autoridade. A salvação é resultado da graça de Deus, e para alcançá-la é necessário reconhecer que somos pecadores e entender que por causa do pecado estamos condenados à morte física e espiritual. E se através da nossa boca confessarmos que Jesus Cristo é nosso Senhor e Salvador, que Ele morreu em nosso lugar, e ressuscitou, viveremos para sempre assim como Ele. Confissão: Senhor Jesus, eu aceito a Tua oferta de amor. Reconheço que vieste me buscar. Encontraste-me perdido e condenado, mas pagaste o preço da minha salvação na cruz do Calvário. Ali levaste meu pecado, minha culpa, minha condenação e minha maldição. Jesus Tu és o Filho do Deus vivo, o Salvador do mundo. Obrigado pela Tua maravilhosa graça e perdão. Amém.

ATO PROFÉTICO

Mais uma moda “gospel”. Chama-se “ato profético”. Consiste, basicamente, em se fazer um ato simbólico do qual Deus se obriga a torná-lo realidade, já que quem promove tais atos o faz declarando fazê-lo em nome de Jesus. Povos aborígines já faziam a mesma coisa desde a idade da pedra: tentavam controlar a ação dos deuses por meio de simbologias e representações acompanhadas de muitas orações e sacrifícios. Mas isso é coisa do passado. Hoje somos muito mais evoluídos, esclarecidos e sábios. O que se fazia na idade da pedra eram rituais de feitiçaria, fruto de mentes ignorantes e supersticiosas. Hoje tudo mudou! O que se faz nas igrejas dos tempos atuais são tentativas (ops! Tentativa não, porque foi declarado, já está decretado e consumado pela fé... suriandas) de mover as mãos de Deus por meio de atos proféticos e representações acompanhadas de muita oração e jejum. Viu como ficou mais chique? Além da chiqueza, que outra diferença há? Alguém replicará dizendo que os profetas do Antigo Testamento também realizavam atos simbólicos. E eu pergunto: quem eles simbolizavam? Nada mais do que Cristo. Mesmo vivendo numa aliança enferma eles não manifestavam a patologia patética da igreja hodierna, que mesmo vivendo no tempo de uma nova e eterna aliança vive a generalizada enfermidade do relacionamento baseado em atos proféticos em lugar daquele a quem os atos dos profetas de verdade prefiguravam. Enquanto os profetas anunciavam Jesus para que o mundo o reconhecesse quando Ele viesse, os “atos proféticos” das igrejas nebulam a imagem de quem Cristo realmente foi, para que ninguém o conheça como Ele é, mas somente como esses falsos profetas desejam que Ele seja. Os verdadeiros atos dos verdadeiros profetas bíblicos apontaram para o sofrimento e dor que Cristo passaria por amor aos seus escolhidos. Os atos, ou feitiçaria, dos falsos profetas de hoje apontam para as regalia$, mordomia$ e conquista$ materiai$ que a ambição incita por amor a deus (Mamom). Os profetas bíblicos falavam o que Deus mandava dizer. Os profetas de hoje dizem pra Deus o que fazer. Fazem de Deus seu escravo. Mas como Deus não é escravo, nem escravo pode ser Deus, tais profetas nem Deus tem, não é em Deus que eles crêem. Enquanto isso as igrejas vão canonizando feiticeiros por profetas e superstições por cristianismo.

AMOR PERFEITO

E nós conhecemos (compreendemos, reconhecemos e temos consciência, pela observação e pela experiência) e cremos (dependemos, confiamos e nos apoiamos) no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece (e prossegue) no amor permanece (e prossegue) em Deus, e Deus, nele. 1 João 4:16 A maioria das pessoas consegue crer que Deus as ama se elas pensam que merecem isso. O problema surge quando você sente que não merece o amor de Deus e, contudo, precisa desesperadamente dEle. O amor de Deus por você é perfeito e incondicional. Quando você falha, Ele permanece amando você porque Seu amor não é baseado em você, mas nEle. O pecado o separou de Deus, mas Ele o amou tanto que enviou seu Filho, Jesus, para morrer por você e para que Ele pudesse derramar seu grande amor sobre sua vida. Se você pode acreditar que Deus, que é tão perfeito, o ama, então pode acreditar que é digno de amor! Quando isso acontece, você pode aceitar-se a si mesmo de uma nova maneira que transformará sua vida. Você é especial, tem dignidade e valor. Creia nisso, receba isso e seja tudo o que você pode ser em Cristo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

OLHE PARA JESUS

Josué 5:14 diz “Então Josué prostrou-se com o rosto em terra, em sinal de respeito” Ele era um general cinco estrelas. Quarenta mil soldados o saudavam à medida que ele passava. Dois milhões de pessoas admiravam ele. Porém, na presença de Deus, ele caiu de rosto e louvou. Nunca somos tão fortes ou poderosos que não precisamos adorar a Deus. Aqueles que não adoram a Deus não têm a ninguém mais a recorrer a não ser eles mesmo. O coração sem adoração encara Jericó sozinho. Não vá a seu Jericó sem antes ir a seu Comandante. Deixe ele lhe lembrar de seu poder que a tudo alcança. Em Hebreus 13:5 ele deu a você esta promessa: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei” Olhe para Jesus para confortar você. Desvie o seu olhar para longe de Jericó. Você já concentrou muito o seu olhar para lá. Seu Jericó pode ser forte, mas seu Jesus é mais forte. Deixe ele ser sua força.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

PROFESSORES

Em casa, os mais novos que nós aprendem conosco. Na escola, os alunos aprendem conosco, mesmo que tenham as nossas idades. No trabalho, se queremos ser bons, fazemos como os outros fazem. Os vizinhos aprendem conosco lições de cidadania, civilidade e paternidade ou maternidade. Ensinamos os outros a ganhar dinheiro e até a ganhar a vida. Ensinamos os outros a conviver, que é a mais pesada das tarefas humanas. Somos todos professores, pelo que precisamos decidir que tipo de professores seremos. Dedicados ou relapsos? Profundos ou superficiais? Apaixonados ou displicentes? Em nossa trajetória, tivemos professores assim dedicados, profundos e apaixonados. É para eles que devemos olhar. Alguns deles eram chamados pelo título de "professor", "professora" ou mesmo de "tio" ou "tia", e diante deles nos assentamos ou por suas mãos nos deixamos levar. São benditos. Os caminhos que seguimos foram eles que nos apontaram. Benditos sejam. Se ensinar formalmente é o nosso ofício, com ou sem o título de "professor", "professora", agradeçamos a Deus pelo encargo e peçamos a ele sabedoria para fazer bem o que fazemos com alegria. Se o nosso ensino é informal, peçamos a Deus que não nos deixe esquecer que temos alunos invisíveis, professores invisíveis que somos. Peçamos a Deus sabedoria para viver de modo que possa ser imitado. Se somos íntegros, seremos seguidos. Se somos dúbios, serviremos de modelos. É grande o peso da vida. Já que imitamos e somos imitados, busquemos deixar um legado que estimule a solidariedade e a sabedoria, esses dons que buscamos para nós mesmos. Peçamos a Deus que nos capacite para sermos mestes a serviço do bem, especialmente quando nos chamam de professores.