É dentro de casa que a nossa espiritualidade encontra um dos seus maiores testes.
Podemos levantar as mãos, cantar, orar e falar com tanto amor com Deus. Mas Tiago nos confronta ao dizer que da mesma boca não deveriam proceder bênção e maldição. (Tiago 3:9-10)
Como temos falado com o nosso marido, com a nossa esposa, com os nossos filhos, com os nossos pais?
Como respondemos quando estamos cansados, contrariados ou quando ninguém de fora está vendo?
Às vezes somos pacientes com quem está longe e impacientes com quem está perto. Oferecemos nossa melhor versão para os outros, enquanto aqueles que dividem a vida conosco recebem nossas palavras mais duras.
Mas o fruto do Espírito precisa aparecer primeiro nos nossos relacionamentos mais próximos.
Deus não quer transformar apenas a maneira como falamos com Ele, mas também como falamos com aqueles que Ele colocou dentro da nossa casa.
A nossa família precisa experimentar o amor, a mansidão, a paciência e o domínio próprio que professamos diante de Deus.
Que a nossa adoração seja ouvida no altar, mas também reconhecida dentro de casa.
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