Em tempos onde muitos relacionamentos são construídos apenas pela emoção, precisamos voltar aos princípios.
Escolher alguém para dividir a vida vai muito além de afinidade. É uma decisão espiritual, emocional e ministerial.
O amor verdadeiro não se sustenta apenas em momentos bons. Ele precisa de maturidade, propósito, renúncia, diálogo e temor a Deus.
A pessoa certa não será perfeita. Mas será alguém disposto a crescer, amadurecer e construir ao seu lado.
Nunca escolha apenas alguém que faça seu coração acelerar. Escolha alguém que também ajude sua fé a permanecer firme.
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