Há algo assustador acontecendo em nossa geração: muitos já não têm vergonha do que Deus chama de pecado.
A Bíblia não trata a maldade como uma simples questão de personalidade, preferência ou “jeito de ser”. O pecado é rebelião contra o Deus santo. E quando a consciência é repetidamente silenciada, aquilo que antes causava vergonha começa a parecer normal.
Paulo advertiu: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem chamam mal” (Isaías 5:20). O problema não é apenas fazer o que é errado, mas chegar ao ponto de perder a capacidade de reconhecer que é errado.
Vivemos em uma cultura que frequentemente celebra o orgulho, normaliza a imoralidade, relativiza a verdade e chama de intolerância qualquer tentativa de confrontar o pecado. Mas o cristão não foi chamado para adaptar a verdade de Deus ao espírito da época.
Jesus não morreu para nos tornar confortáveis em nossos pecados. Ele morreu para nos libertar deles.
A graça não diz: “continue como está”. A graça diz: “arrependa-se e viva.”
Por isso, antes de apontarmos para a corrupção do mundo, precisamos permitir que a Palavra de Deus examine o nosso próprio coração.
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração.”
Salmos 139:23
Que Deus nos livre de uma consciência tão cauterizada que já não consegue sentir o peso do pecado.
O mundo não precisa de cristãos confortáveis com o pecado. Precisa de cristãos transformados pela verdade, quebrantados pela graça e corajosos para permanecer firmes.
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