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domingo, 17 de novembro de 2013
AMADOS
“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. I João 4:7
Se pudéssemos definir o estado emocional deste mundo, chegaríamos à conclusão de que é um mundo sem amor. É só sentarmos para assistir aos noticiários televisivos onde noticia após noticia revela um panorama de violências, discórdias, ódios, tragédias e mortes. Com todo avanço tecnológico, desenvolvimento industrial e econômico, pouco se tem melhorado, no que concerne à mudança no comportamento do homem. Nunca se cometeram tantas perversidades, maldades, como nestes tempos. Só no século passado ocorreram duas guerras mundiais, matando milhões de pessoas. O homem está cada vez mais perverso.
Por que o homem se encontra nesse estado espiritual? Por que muitos se têm odiado cada vez mais?
O homem se afastou do amor de Deus e se enveredou pelo caminho do pecado. O homem precisa conhecer o amor de Deus e experimentá-lo em sua plenitude.
Quem nunca experimentou o amor, não o conhece. Quem nunca foi amado não pode amar. Nossa capacidade de amar é maior e mais apurada quando recebemos amor. Quem não recebe amor é incapaz de amar ou o amor é difícil de ser estabelecido em sua vida. Só podemos suprir quando somos supridos, quando há reservas em nós, permitindo-nos doação.
Definindo os fundamentos do amor
É um sentimento de desejar sempre o bem de outra pessoa, não obstante às dificuldades de relacionamentos. No amor verdadeiramente ágape, não há restrições.
Os fundamentos do amor são: importar-se, doar-se (sacrifício), suprir as necessidades do amado, dar proteção, perdoar, renunciar…
O amor é um assunto inspirador, muitos poemas têm cantado suas belezas e também suas tristezas. São inúmeras as composições definindo o amor. (escritores seculares)
“Há um caminho melhor do que este. É o caminho do amor. O amor à semelhança da morte transforma tudo quanto toca. Os homens são atraídos pelo amor. As cousas semelhantes se atraem mutuamente. Os homens amam quando são amados, e odeiam quando são odiados”.
“Pois o limite de pedras não pode conter o amor, e o que o amor pode fazer, isso ousa tentar”. (Romeu e Julieta; Shakespeare).
“Não há nunca amor perfeito sem tortura e sem cuidado. Amar é Ter Deus no peito, outra vez crucificado”. (Augusto Gil, Porto, Portugal. 1873-1939).
“Todos nós nascemos para amar… Esse é o princípio da existência e sua única finalidade”. (Benjamim Disraeli).
“O amor concede em um momento o que o trabalho não poderia obter em uma era”.(Goethe)
“Se queres ser amado, ames”. (Hecato, Fragmentos, 550 a. C).
“O amor é o símbolo da eternidade. Apaga a memória de um começo e todo o temor de um fim”.(Madame Stael, Corinne).
“O químico que pode extrair de seu próprio coração os elementos de compaixão, de respeito, de anelo, de paciência, de lamento, de surpresa e de perdão, compondo-os em um só, pode criar aquele átomo que se chama amor”. (Kahlil Gibram).
Vários poemas bíblicos definindo o amor
“Ninguém tem maior amor do que este de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”.João 15:13.
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo”.I João 4:18.
“Não me instes para que te deixe, e me obrigues não seguir-te, porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei, eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. .Rute 1:16.
“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-los”. Cantares 8:7.
“Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”. Romanos 5:8
A grandeza do amor de Deus impeliu o apóstolo Paulo a escrever o seu poema imortal que está em I Coríntios 13. Creio que não há outro tão descritivo sobre o amor como o relatado nestas linhas Sagradas da Palavra:
As virtudes do amor. Vs. 4 O comportamento do amor. Vs. 5,6 A resistência do amor. Vs. 7; Cantares 8:6 A durabilidade do amor. Vs. 8 A grandeza do amor. Vs.13
A origem do amor
Deus é amor. Ele é a própria substância, a plenitude e a totalidade do amor. I João 4:8 Deus é a própria essência do amor. Ele ama por que é amor, não faz nenhum esforço para isso.
Portanto, só ama verdadeiramente aquele que nasceu de Deus, porquanto o “amor cristão” é uma qualidade eminentemente espiritual. (I João 4:7). Igualmente, aqueles que não amam não conhecem a Deus (I João 4:8) porque Deus é a própria essência do amor, sendo altruísmo puro.
sábado, 16 de novembro de 2013
OS VERDADEIROS ADORADORES
OS VERDADEIROS ADORADORES
Lucas 17.11-19
NÃO BASTA SER CURADO POR JESUS; PARA SER SALVO, O HOMEM PRECISA SE TORNAR UM VERDADEIRO ADORADOR.
Nesta história surpreendente, dez leprosos foram curados, mas, somente um foi salvo. Como podemos saber que este leproso se tornou um verdadeiro adorador, quais DETALHES desta história revelam isso para nós?
Frase de Efeito: Muito são curados; mas poucos são escolhidos.
1. O VERDADEIRO ADORADOR VOLTA PRA JESUS - vs 15.
Muitas pessoas, após serem curadas pelo poder das palavras de Jesus, vão-se embora para sempre. Somente os verdadeiros adoradores voltam-se para Jesus.
Muitos, ainda, não vêem a hora de "se mostrar para os sacerdotes". Somente os verdadeiros adoradores preferem se mostrar para Jesus.
2. O VERDADEIRO ADORADOR GLORIFICA A DEUS EM ALTA VOZ - vs 15.
Os verdadeiros adoradores são "escandalosos", proclamam as maravilhas de Deus em alta voz. Não são tímidos, envergonhados, reprimidos. Jamais se calam. Jamais negam a sua fé.
Os ímpios glorificam os seus ídolos em alta voz, enquanto muitos que se dizem cristãos, nem às portas fechadas conseguem dar um "Glória a Deus!".
3. O VERDADEIRO ADORADOR PROSTRA-SE COM O ROSTO EM TERRA AOS PÉS DE JESUS - vs 16.
Os verdadeiros adoradores são humildes de coração, colocam o rosto no pó da terra. Não se exaltam. Não exigem. Apenas adoram.
Os verdadeiros adoradores são homens e mulheres "do joelho calejado". Sabem que vieram da morte e, agora salvos, jogam-se aos pés de Jesus, sem pressa, sem outros compromissos importantes.
3. O VERDADEIRO ADORADOR NÃO SE CANSA DE AGRADECER A DEUS AS BÊNÇÃOS RECEBIDAS - vs 16.
Os verdadeiros adoradores são homens e mulheres que sabem expressar sua gratidão a Deus.
Em gratidão a Deus, eles fazem doações, se envolvem nas tarefas do reino de Deus, ajudam seus irmãos, socorrem os necessitados, buscam os perdidos, respeitam seus líderes, etc.
Conclusão:
Os verdadeiros adoradores são aqueles que voltam pra Jesus, glorificam a Deus em alta voz, prostram-se aos pés do Mestre e demonstram sua gratidão pelas graças recebidas.
São estes que ouvem de Jesus: "A tua fé te salvou".
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
O SAL
O SAL DA TERRA
Mateus 5.13
Tema Específico: Os efeitos da presença dos cristãos.
SOMENTE OS CRISTÃOS VERDADEIROS SÃO
CONSIDERADOS POR DEUS O SAL DA TERRA.
Não basta uma pessoa querer ser "sal", ou pensar e dizer que é "sal".
O sal verdadeiro é inconfundível, devido às suas QUALIDADES:
1. SUA CAPACIDADE DE CONSERVAR
O sal foi o primeiro conservante utilizado pela humanidade.
Todo cristão verdadeiro é um CONSERVADOR.
Ele crê na Bíblia e condena todas as formas de pecado que ela denuncia, não importando se a sociedade o considera politicamente incorreto, retrógrado, careta ou coisas semelhantes.
Ele repudia tudo aquilo o que a Bíblia denuncia, coisas tais como o adultério, a fornicação, a pornografia, as piadas indecentes, o homossexualismo, o ódio, a fofoca, etc.
2. SUA FACILIDADE EM DAR SABOR
Uma das grandes busca do ser humano é por sabor. Sabor na vida, na existência. E, nesta sua busca por sabor, enganado e iludido pelo Diabo, ele acaba experimentando vários "sabores" estragados, contaminados, venenosos.
Todo cristão verdadeiro tem o SABOR DE CRISTO e é capaz de dar um tempero especial à vida das pessoas ao seu redor.
3. SEU VALOR INTRÍNSECO
Não é à tôa que a palavra "salário" vem de sal, pois, nos tempos de Jesus, o sal era tão valioso que era usado como moeda.
Todo cristão verdadeiro tem VALOR INTRÍNSECO, pois o Espírito Santo de Deus produz em seu íntimo uma série de qualidades inigualáveis, conforme nos relata Gálatas 5.22:
- Amor
- Alegria
- Paz
- Longanimidade
- Benignidade
- Bondade
- Fidelidade
- Mansidão
- Domínio próprio
Conclusão:
Se algum cristão não é Conservador, não é capaz da dar sabor à vida das pessoas ao seu redor nem tem valor intrínseco, NÃO É CRISTÃO.
O cristão verdadeiro, aquele que um dia se arrependeu de seus pecados e abriu seu coração para Jesus, este, sim, tem estas qualidades e é considerado por Deus (e também pelos homens) o SAL DA TERRA!
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
O IMPOSSIVEL
O IMPOSSÍVEL
Existem coisas que são impossíveis para o homem, sabemos disso, porém, nenhuma é impossível para Deus. Certa vez um jovem chegou até o Senhor Jesus (Mateus 19: 16ss) e Lhe perguntou o que devia fazer para alcançar a vida eterna.
Jesus citou-lhe cumprir os mandamentos da lei de Deus e ele disse já fazer tudo aqui-lo; então o senhor lhe disse que, se quisesse ser perfeito, devia vender todos os bens e distribuir o dinheiro com os pobres, depois, O fosse seguir.
O jovem saiu arrasado, porque, sendo muito rico não tinha coragem de se desfazer dos seus bens. Foi então, que Jesus emitiu sua famosa frase:
“E outra vez vos digo que é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus” (Mateus 19: 24).
Conta-nos a Palavra terem os discípulos ficado grandemente maravilhados ao verem um praticante das leis de Deus sair assim e concluíram:
“Como pode, então, alguém ser salvo?” (Mateus 19: 25).
Ao que Jesus respondeu, fitando-os nos olhos:“Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível” (Mateus 19: 26).
Vemos Jesus ter mostrado àquele jovem ser coisa impossível se ir para o céu seguindo preceitos religiosos ao mesmo tempo, vemos Jesus dizer que, o impossível ao homem era possível a Deus; mostrando que SE Deus decidisse (até aquele jovem apegado ao dinheiro) poderia ir para o céu. Ele ou qualquer pessoa que Deus escolhesse!
Outro fato interessante que Mateus 20: 20ss diz a respeito do impossível e da eleição divina, está na resposta de Jesus dada à mulher de Zebedeu; quando ela lhe pede para assentar seus dois filhos um à direita e outro à esquerda d‟Ele no seu reino.
Observem bem a resposta do Mestre:
“... o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles para quem está preparado por meu Pai” (Mateus 20: 23).
Como podemos ver novamente, os lugares dos salvos no céu, já estão demarcados por Deus!
“Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis” (Gálatas 5: 17). A carne jamais aceita nenhuma decisão divina aceitará, sim, decisões religiosas até o fanatismo.
Ontem, em nossa reunião, uma irmã estava com dor de cabeça e descobrimos que o Espírito lhe ordenara insistentemente a orar pelo povo árabe e ela, ao invés, reagira humanamente, ficando preocupada com a situação da possível guerra no Oriente Médio. Logo que fez a intercessão sua dor de cabeça se foi!
A carne está sempre a favor da lógica e da religiosidade. É o que acontece quando vemos os atos católicos da Inquisição na Idade Média, os dos protestantes irlandeses em nossa épo
ca, atacando crianças católicas que iam à escola ou, os talibãs matando milhares de pessoas “em Nome de Deus”!
Nossa salvação, nosso lugar no céu, é uma escolha divina não nossa. Nenhuma religião irá nos dar salvação, é impossível entrarmos no céu por qualquer invenção nossa. SE o próprio Deus não quebrar todos os impossíveis a este respeito, iremos parar no inferno. Portanto, nossa salvação é decisão d‟Ele!
Dou graças ao meu Deus porque me escolheu e me deu aquela porçãozinha de fé, que me permitiu vencer a lógica e entregar minha vida a JESUS. Se Ele não tivesse feito isso, eu seria inimigo mortal de Deus, de tudo o que se referisse a Ele e amigo sincero do diabo, com suas mil e uma religiões e enganos.
Se é que alguém pode ser AMIGO SINCERO dele, vez que o diabo não é amigo de NINGUÉM!
Não sabemos quem é ou não um escolhido de Deus, até o momento no qual esta pessoa confessar, abertamente, entregar sua vida a Jesus. Enquanto ela não fizer isso, ficará sempre aquela interrogação: é ou não de Deus?
Por isso temos de pregar a Palavra e ensinar o Caminho da Verdade e da Vida a TO-DA criatura; para que as escolhidas, ao ouvirem a Palavra, tenham a fé despertada e se levantem, aceitem a Salvação por meio de Jesus e depois sejam convertidas num filho do Deus Altíssimo,.
Tudo é uma eleição divina. Deus tem de quebrar TODAS as barreiras e impossibilidades para seus escolhidos. Portanto, é uma questão de GRAÇA e se você ainda não foi convertido, pense: será que é um ESCOLHIDO dele?
Mas pense e aja depressa, porque os dias do ANO ACEITÁVEL DA GRAÇA DO SENHOR, já estão se findando.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
MAS DE DEUS
“MAS Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores“. (Romanos 5:8)
É comum em nossos dias notícias e mais notícias, de fatos horrendos, de atos grotescos. E coisas desse tipo geram em nós um sentimento, uma reação. Em alguns revolta em outros incredulidade. “Não acredito nisso, eu não acho que ele seria capaz, onde vamos parar?”. Esses pensamentos permeiam nossa mente, a ponto, de em alguns casos, nos deixar mal. Como a investigação dos PMs mortos em SP, em que se suspeita do filho do casal. A nossa mente não consegue assimilar, não queremos acreditar que isso poderia ter acontecido. Não se chegou ao fim das investigações, porém este caso mexeu com o Brasil.
Relutamos em acreditar que uma criança seria capaz disso. Queremos ver que na humanidade ainda resta em certas pessoas o “bem”, que nascemos puros e que o mundo nos macula com o pecado. Seria até legal pensar assim, uma ideia que nos tira responsabilidade. Porém isso não é verdade, é uma visão distorcida que vai de encontro à palavra: “Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe.” (Salmos 51:5 – NVI). Todos pecamos, todos somos maus, somos farinha do mesmo saco! Criamos degraus e colocamos pessoas neles, vemos isso o tempo todo. Um assassino é tratado como alguém desprezível, alguém que não merece ser ajudado, que tem que passar a vida preso. E vemos ladrões e mentirosos em uma condição ruim, mas não tanto quanto o assassino. Isso me leva dizer algo que pode lhe chocar: Adolf Hitler não é em nada diferente de Madre Tereza aos alhos de Deus, em nada! Ambos são pecadores e carentes de Sua obra redentora, ambos feriram a santidade de Deus com seus erros. Aí querido leitor você pode indagar; “Como assim? Madre Tereza era alguém que tinha boas obras sociais, vivia uma vida abnegada em amor aos pobres. Como você pode colocá-la no mesmo patamar do Funhrer?” Simples, perante o Criador “Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo.” (Isaías 64:6 – NVI). Até nossa justiça é desprezível para Deus, se sabemos o que é justiça e ser justo.
“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,
Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência;
Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.
Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),
E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;
Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus”.
[Efésios 2:1-7]
No texto de Paulo aos Efésios ele fala de um quadro desolador, O HOMEM ESTAVA MORTO NOS SEUS PECADOS! Mortos não falam, não andam, não se mexem, nada desejam. Afinal, ele esta morto! Assim, não havia condição alguma de buscarmos ao Senhor, de querer sua vontade – “a mentalidade da carne é inimiga de Deus porque não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo.” (Romanos 8:7 – NVI). Vivíamos como esse mundo vive, andávamos no sistema, fazíamos parte dele. Não havia em nós nada de diferente dos demais, Deus não olhou pra mim e disse: “Oh, Isaque é alguém caridoso, ele dá esmola, respeita as leis, é um bom pai, um bom filho, nunca traiu a mulher. Quero-o no meu Céu, ele merece”. Não, terminantemente não! Somos miseráveis pecadores, merecíamos a eternidade distante da presença desse Justo Juiz, a sua ira seria mais que justa. “… éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.” (Ef 2:3 – NVI). Precisávamos que Ele tomasse a iniciativa, que ele nos buscasse indo ao nosso encontro como foi no Jardim. Carecíamos de um Salvador.
Depois de expor a primeira parte do quadro com nossa miserabilidade Paulo usa uma conjunção adversativa, que exprime uma ideia contraria a tudo que foi dito antes. É nessa hora que entra o “MAS”, e essa conjunção faz brilhar uma luz naquelas cores negras e frias, cria se um lindo contraste colorindo a obra, a obra da nossa redenção. Esse é o “MAS” de Deus.
“Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou. Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos).”
(Ef 2:4,5 – NVI)
Aleluia! Mesmo com nossos erros e ofensas, mesmo com nossos muitos pecados. Estando mortos, Ele nos vivificou em Cristo. Isso apenas por Sua Graça, Seu favor imerecido de nos dar a vida eterna e por sua misericórdia, que não nos recompensou de acordo com nossas ações. Com a ótica correta, conseguimos ver que não merecemos nada, que nossas obras não compram bênçãos. A medida que o homem conhece ao Senhor através de sua palavra, ele deve se sentir indigno diante do Deus Santo. Não há mérito em nós, tudo é Graça, é sempre Ele estendendo sua mão.
Saber isso não nos deixa confortavelmente deitados em uma rede descansando e aproveitando o momento. Esse conhecimento nos imputa responsabilidades. Se antes éramos escravos do pecado, hoje desfrutamos do privilégio de sermos servos do Rei. Se antes estávamos sobre o julgo de nossos desejos carnais, hoje seguimos o desejo do Nosso Senhor. Saímos de um senhorio e entramos em outro, continuamos sendo escravos! No término da obra, da grande obra, tem um recado deixado pelo Pintor, o propósito daquela tela é “Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.” (Ef 2:7 – NVI). Mais uma vez nós não somos o foco, essa pintura foi feita para a glória do Autor, para Seu próprio deleite.
Que ao olharmos pra esse lindo quadro possamos ver em cores frias e tristes nossas misérias contrastando com os azuis e amarelos da Graça do Senhor. Enxergar na aquarela de cores do Criador os tons que regeram essa pintura. Reconhecer que o autor é Soberano em sua obra cabendo a nós apenas render Glória. E sermos gratos por termos sido alcançados por Sua misericórdia.
A IGREJA
“Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e DEU também ao seu Marido, e ELE COMEU” (Gn 3.6).
Amamos fazer parte da maioria, e isso tem se tornado o veneno mortal que destrói a igreja da nossa era. Nada mais difícil para nós em nos contentarmos em ser o que temos que ser para a glória de Deus, sabendo que o mundo, e com isso a maioria, jamais viverá para esse propósito.
A “igreja” de hoje é como Adão. Mesmo sabendo das conseqüências em desobedecer a Deus, já que Deus falara diretamente com ele, Adão depois de Eva ter comido o fruto proibido por Deus, tomou e comeu também. Quanto não foi perdido naquele momento. Por que ele não a deixou sozinha naquela loucura? Por que participar de algo que você sabe ser a morte e ruína inevitável? Talvez tenha começado aí a inclinação de preferirmos nos unir a maioria a sermos obedientes a Deus sozinhos. Adão ficou com medo de ficar só? Medo de perdê-la? O que a “Igreja” teme perder ao se unir ao mundo num culto antropocêntrico quando ela podia desfrutar da glória da Verdade de Deus?
Alargamos as portas e o mundo entrou. O mundo ao entrar, a atração da maioria fez seu trabalho e nos tornamos a imagem do mundo. Escolha tão louca quanto a escolha de Adão. Era melhor ficar só no Éden na companhia do Altíssimo ( se é que isto é estar só) – do que ter Eva, e com isso perder tudo. Tudo pelo qual tinha sido criado – A GLÓRIA DE DEUS! Não é esta a louca história dessa geração que ENCHE templos VAZIOS de Deus e da Verdade? Escolhemos comer o fruto proibido por Deus junto com o Mundo do que perdê-lo. Perdemos Deus, perdemos a verdade, perdemos a glória da existência como homem e como igreja. Podemos ter ficado juntos com o Mundo como Adão conservou Eva, mas então iremos juntos em direção a MORTE. Depois de tanto tempo, já devíamos ter perdido o medo de sermos MINORIA na terra. Ter acreditado que a porta era estreita e o caminho apertado – mas que conduz a salvação.
A igreja quis construir pontes para o mundo – a intenção inicial podia ser até influenciar o mundo. Mas as pontes não tem uma mão única, mas mão dupla. Não foi a Igreja que invadiu o mundo através destas pontes, mas por essas pontes o mundo invadiu a igreja.
Por que insistimos se está claro que isso conduz tudo a perdição? Porque achamos que está tudo bem, afinal estamos nos tornando grande multidão. Se somos pragmáticos não há mais nada que possa nos interessar. Mas uma pergunta sempre ecoará sobre nossas cabeças. POR QUE CONTAR PESSOAS? Não há dúvidas de que um homem com Deus é a MAIORIA. Melhor um Jeremias do que toda a população de Jerusalém que está fadada por sua obstinação ao cativeiro babilônico. A Palavra de Deus nos diz: “UM SÓ HOMEM dentre vós perseguirá mil, pois o Senhor, vosso Deus, é quem peleja por vós, como já vos prometeu” (Jz 23.10).
Então por que contar pessoas? Por que mensurarmos o valor das coisas contando cabeças? Um homem com Deus se torna maioria, embora existam milhares do outro lado. Ficamos com a força da multidão e não percebemos que os muitos que nos ajudam podem ser muitos, e de fato são MUITOS, para que Deus possa nos ajudar. Esses muitos são nosso empecilho e não nossa benção. Deus disse a Gideão “É demais o povo que está contigo, para que eu possa entregar os medianitas nas suas mãos”. (Jz 7.2) – Deus desejou diminuir as fileiras. A vitória do Reino de Deus não depende delas. Conforme aconteceu com Gideão que não pôde fazer nada, até que FORTALECEU SEU EXÉRCITO, REDUZINDO O NÚMERO DE SOLDADOS. Teremos que perder a paixão pela maioria, parar de contar pessoas… Havia o perigo de Israel dizer que sua própria mão o livrou – e é nossa própria mão que tem transformado o igreja num monstro enorme, feita de pedaços de cadáveres, um FRANKENSTEIN – enorme, mais um monstro – fruto, como na história de Mary Shelley, de um homem querendo gerar vida e força a partir de pedaços mortos, que além de mortos não podem se encaixar – fruto do homem querendo fazer o que só Deus pode fazer, DAR VIDA. Deus quis que Gideão reduzisse o número de soldados. De trinta e dois mil, para trezentas pessoas – muitos diriam, que fracasso esse grupinho. Mas Deus diz: “Um só homem dentre vós perseguirá mil!!!!” – E Deus fortaleceu o exército o diminuindo. Mas as hostes de Deus são infinitas – Um perseguirá mil por quê? “Pois o Senhor, vosso Deus, é quem peleja por vós!”
Se você desejasse criar uma nação poderosa para cumprir um propósito, como você começaria? Escolheria uma raça de homens fortes, organizados, constituídos por laços antigos? Quando DEUS FUNDOU a nação de Israel, Ele chamou apenas um homem. Um para Deus basta para formar uma grande nação – Ele chamou ABRAÃO. Chamou Abraão SOZINHO e o ABENÇOOU!! Aí está a diferença. Cremos nas escolhas de Deus. Cremos que de um ele faz uma nação? “Ele é quem peleja por vós, como já vos prometeu”.
Quatrocentos anos de cativeiro. Geração após geração nascida e acostumada com a vida de escravos. Escravos do maior Império que a terra conhecera até então. Como tirar aquele povo inteiro do cativeiro? Como enfrentar tão grande poder? Tão grande e temido exército? Ah! Se pudéssemos entender hoje. Quando Deus quis DERROTAR O ORGULHOSO Faraó, não recrutou um exército. Não preparou armas, arcos, bigas, lanças, multidão… Apenas chamou UM homem – Apenas Um! Moisés! Como podemos denominar isso? O MINISTÉRIO DE UM ÚNICO HOMEM. É isso que Deus tem utilizado por gerações e gerações. Então, porque continuamos contando pessoas? O exército, o ministério de UM HOMEM tem sido mais utilizado por Deus do que multidão de soldados treinados e comandados por grandes oficiais.
O filisteus eram uma nação poderosa. Trabalhava o ferro, criava armaduras e armas letais. Dominavam povos e os escravizavam. Entre estes povos estava Israel. Debaixo das garras mortais da força filistéia. Deus irá libertar seu povo de novo. Quantos ele levantará? Quantos ele treinará e dará armas mais poderosas para poderem fazer frente a tão grande poder dominador? Me responda: quantos israelitas seriam necessários para destruir o poder filisteu – que SANSÃO não pudesse, tendo sido levantado por Deus para fazer? Deus levanta um SANSÃO, e isso lhe basta!
Saul era um homem valente e grande guerreiro. Seu filho Jônatas também. Davi disse sobre eles quando morreram:”A tua glória, ó Israel, foi morta sobre os altos! Como caíram os valentes!…” (2Sm 1.19) – Saul era valente, Jônatas era valente e com eles estava grande exército de valentes. Mas o quê é dito para nós? SAUL E SEUS EXÉRCITOS mataram os seus milhares, porém DAVI destruiu seus DEZ MILHARES!!
Então por quê continuar a contar pessoas? Por quê estreita é a porta e poucos entram por ela? Por quê o caminho é apertado…? Deus pode, Deus quer OFERECER GRANDE VANTAGEM AOS INIMIGOS e, apesar dessa grande vantagem, VENCÊ-LOS!! Por quê contar pessoas? Isso não te dá vontade de mandar a multidão para casa como Gideão?
“Um só dentre vós perseguirá mil…” – Por quê??? “Porque Deus é quem peleja por vós, como vos prometeu!” – Por quê mercadejar o evangelho para atrair a multidão quanto temos essa promessa? Diante disso, O QUE SIGNIFICAM MULTIDÕES DE HOMENS? Se Deus envia um homem (Abraão, Moisés, Gideão, Sansão, Davi…) ou um pequeno povo, meu irmão – O PODER DELE REALIZARÁ O SEU PROPÓSITO.
O segredo para a pureza da igreja é acreditar na Palavra de Deus, não mercadejá-la. CONFIAR!! “O Senhor, vosso Deus, é quem peleja por vós, como já vos prometeu”. (Js 23.10) – Confiem na divina promessa. A mesma feita a Josué. Com essa promessa no coração Deus diz a nós: “Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra…” (Js 1.6).
A igreja não precisa se mundanizar para que Deus realize o seu propósito. Então por que contar pessoas?
terça-feira, 12 de novembro de 2013
O ADULTÉRIO
O adultério é um câncer destruidor. A quantidade de famílias destruídas por esse pecado é absurdamente impressionante.
Pois é, para nossa tristeza, uma pesquisa encomendada pelo Datafolha revelou que 71% dos brasileiros se dizem favoráveis à dissolução do casamento. Dentre os católicos, o índice sobre para 74%. Até mesmo os evangélicos formam maioria quanto à aprovação do divórcio: são 59% entre tradicionais e pentecostais.
Infelizmente os casos de divórcio e adultério entre os evangélicos se multiplica a olhos vistos. A cada novo dia ouvimos relatos de pessoas que afirmam terem traído seus cônjuges. Ora, como afirmei no Facebook o que me assusta não é o fato de muitos cristãos cometerem este tipo de pecado. O que me assusta é triste realidade de que muitos “cristãos” em nome de uma graça barata, permanecem na prática deste pecado. A quantidade de gente que diz que pecou, sem contudo abandonar a vida adulterina é impressionante. Sei de casos de pastores que traíram suas esposas, abandonaram seus lares passando a viverem junta da adultera e acham que não estão errados, mesmo porque, Deus os perdoou do adultério cometido.
Caro leitor, um principio claro das Escrituras é o seguinte: Pecou? Confesse sua transgressão e abandone seus pecados e o Sangue de Jesus o purificará de todas as suas iniquidades. Agora, o que não dá para aceitar é você dizer que se arrependeu do seu adultério e continuar vivendo e se relacionando com a pessoa com que pecou.
Outro dia soube de uma moça, casada que se apaixonou por um músico de sua igreja. Pois bem, em nome do “amor”, a mulher abandonou os filhos, o marido e passou a se relacionar com o amante. Ao ser confrontada pela Igreja, respondeu: “Eu sei que eu errei, mas , pedi perdão a Deus e Ele me perdoou.” Diante da sua resposta o pastor lhe disse: “Se reconhece o seu erro, abandone seu amante e reconcilie-se com seu marido.” Ela respondeu dizendo: “Isso não. Deus já me perdoou e agora eu vou viver em novidade de vida com o meu novo amor.”
Prezado amigo, lamentavelmente parte da igreja relativizou as Escrituras. Sei de casos de pastores que traíram suas esposas, saíram de casa, divorciaram-se, casando com as adulteras e continuam no ministério. Há pouco fiquei sabendo de um líder eclesiástico que trocou a esposa pela nora e continua a frente da igreja.
Ora, isso é uma vergonha não é verdade? Ouso afirmar que pessoas que pecam e em nome de uma espiritualidade barata continuam na prática do pecado não nasceram de novo.
“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado… todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado” (1 Jo 3.9; 5.18).
O Bispo J.C. Ryle certa feita disse:
“Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, não comete o pecado como um hábito. Não peca mais com seu coração, sua vontade e toda a sua inclinação natural, como o faz a pessoa não-regenerada. Havia um tempo em que ela não se preocupava com o fato de que suas atitudes eram pecaminosas ou não, um tempo em que não se entristecia após fazer o mal. Não havia qualquer luta entre ela e o pecado; eram amigos. Agora a pessoa nascida de novo odeia o pecado, foge dele, combate-o, considera-o sua maior praga, geme sob o fardo da presença dele em seu ser, lamenta quando cai diante da influência do pecado e deseja intensamente ser completamente liberta dele. Em resumo, o pecado não lhe causa mais satisfação, tampouco é algo para o que ela se mostra indiferente. O pecado tornou-se para a pessoa nascida de novo uma coisa abominável, que ela detesta. Ela não pode evitar a presença do pecado. Se disser que não tem pecado, não haverá verdade em suas palavras (1 Jo 1.8). Mas a pessoa regenerada pode afirmar com sinceridade que odeia o pecado e que o grande desejo de sua alma é não mais cometê-lo, de maneira alguma. O indivíduo regenerado sabe, conforme o disse Tiago, que “todos tropeçamos em muitas coisas” (Tg 3.2). Todavia, ele pode afirmar com sinceridade, diante de Deus, que tais coisas lhe causam tristeza e aflição diariamente e que toda a sua natureza não as aprova”
Isto posto, concluo dizendo:
O adultério sempre foi e sempre será fonte de marcas, mágoas, dores e desgraças. A separação e falência conjugal são hoje uma gravíssima epidemia que tem vitimado milhões de pessoas em toda planeta. Isto posto, tenho plena convicção que como crentes em Jesus não nos é possível tratarmos com naturalidade comportamentos adulterinos. Antes pelo contrário, temos por dever confrontar de forma clara e objetiva este comportamento imoral. Além disso, cabe a nós chorarmos diante do Senhor, pedindo perdão pelos pecados de uma nação que teima em desrespeitar os valores da decência e moralidade.
Pense nisso!
A IGREJA
Tema da mensagem: A Igreja
Texto básico: Mateus 16.18
Introdução: O que é a igreja? Não é o templo. Não é a organização juridicamente registrada, embora templo e registro possam ser necessários.
Tópico 1 - Origem do termo. Igreja vem de "eclesia", palavra grega que significa assembléia ou, conjunto de pessoas qualificadas que se reuniam para determinado fim. Eclesia é também traduzida como os "chamados para fora". A palavra surgiu por volta do ano 800 antes de Cristo para designar os cidadãos atenienses que se reuniam em praça pública para tratar dos interesses da cidade. Foi aí que surgiu o conceito de democracia.
Jesus usou essa palavra, "eclesia", para se referir ao conjunto dos salvos, também chamado de "corpo de Cristo".
Tópico 2 - Aplicando à igreja o sentido original da palavra.
" Pessoas qualificadas": só os cidadãos podiam fazer parte da assembléia ateniense. Só os cidadãos do céu fazem parte da igreja, ou seja, só os salvos por Cristo têm a qualificação necessária. Os escravos não podiam participar. Aqueles que ainda não foram libertos por Cristo, não fazem parte da igreja. Quem é escravo do Diabo não faz parte da igreja.
" Conjunto de pessoas": O conceito de igreja não admite o isolamento. A igreja é o conjunto dos salvos. Não um bando, mas uma família, um rebanho, com organização e liderança.
" Pessoas reunidas para determinado fim". Vemos aqui a idéia de uma missão. A igreja não é um clube social. É um exército com uma missão. Cada igreja "local" é uma agência de salvação. Este é o nosso fim, ou seja, nossa finalidade, nosso objetivo. A igreja não é uma casa de espetáculos, mas um oásis para os sedentos. A igreja não é (ou não deveria ser) um auditório, onde a maioria só assiste. Cada um deve atuar na obra. Sem ação, a assembléia será inútil.
Conclusão: Sobre tudo o que a igreja é deve haver a unção do Espírito Santo. Ele prepara a igreja para o encontro triunfal com Cristo.
domingo, 10 de novembro de 2013
JUSTOS,PECADORES E REMIDOS
JUSTOS,PECADORES E REMIDOS
JUSTOS, PECADORES E REMIDOS
Ontem, uma missionária levantou uma questão que tínhamos deixado passar por baixo. Alegou não sermos “pecadores remidos” como há muito vínhamos propalando, mas: JUSTOS! E ela está com a mais absoluta razão!
De fato fomos “remidos”, mas, se ficarmos amarrados a este epíteto permitiremos ao diabo colocar uma idéia errônea em nossa mente: a de que “de qualquer maneira” ainda sermos pecadores diante de Deus. E isto é totalmente errado e perigoso!
Deus vê os justificados pelo Sangue de Jesus como JUSTOS, nem mais nem menos! Aliás, Ele mesmo certa noite, quando eu lutava contra a reincidência de uma insônia, me curou totalmente, simplesmente fazendo brotar em meu coração a idéia contida na palavra: JUSTO!
Quando percebi o próprio Deus me ter chamado de JUSTO, não tive mais problemas para dormir e o diabo perdeu mais uma. Com o tempo a idéia de “pecadores remidos” que a lógica nos impinge, deve ter feito estragos na minha fé; a ponto de eu me ter esquecido do próprio DEUS me ter considerado: JUSTO!
O caso é que, quando Deus nos perdoa e limpa com o Sangue de Seu Filho, nos vê completamente: prontos, puros e justos! Ele nos vê como projetou nos fazer; não ainda em fase de construção, como nossa mente é levada a crer ante as solicitações da carne imperfeita.
Podemos ver isso em:
...“sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3: 24).
“E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1a Corintos 6: 11).
“... para que, sendo justificados pela sua graça, fôssemos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna”(Tito 3: 7).
A Palavra nos informa mais que, quando Deus perdoa um pecado se esquece dele, aquele pecado deixa de existir!
“E não ensinarão mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até o maior, diz o Senhor; pois lhes perdoarei a sua iniqüidade, e não me lembrarei mais dos seus pecados” (Jeremias 31: 34)!
Portanto vamos deixar totalmente de lado a idéia de “pecadores remidos” e assumir a totalidade das nossas bênçãos em Cristo Jesus pela fé. Porque não haverá poder neste mundo ou em nenhum outro, capaz de impedir Deus de fazer o que determinou fazer a nosso respeito!
Pensemos mais profundamente. Quando nascemos de novo (isto é, quando somos “batizados com o Espírito Santo”) nos tornamos “novas criaturas”. Portanto, os pecados cometidos pela velha criatura que fomos, não podem mais recair sobre nós! Simplesmente, porque há uma lei que diz “cada qual morrerá pelo seu próprio pecado” e Jesus já morreu por nós!
Quanto aos pecados que eventualmente cometermos é só pedir perdão e eles não existirão mais. Se tornarmos a pecar, será sempre a primeira vez que faremos aquilo ante Deus! É Ele quem quer assim.
As bênçãos do Evangelho são imensas. Tão grandes, que o diabo procura minorá-las para nos tirar da Graça para a Lei. Mas, não se deixem enganar, não deixe que ele tire de sua cabeça o capacete da salvação. Ele é seu! Foi Deus quem lho deu.
sábado, 9 de novembro de 2013
PAIS & FILHOS
DEVERES DOS PAIS
“Pais, não tratem os seus filhos de um jeito que faça com que eles fiquem irritados. Pelo contrário, vocês devem criá-los com a disciplina e os ensinamentos cristãos.” Efésios 6:4
O bom relacionamento entre pais e filhos é fundamental para que a Palavra do Senhor seja inculcada em suas mentes. É preciso que laços de amizade profunda existam no relacionamento, e que sejam exemplos vivo de servos, homens e mulheres cheios do Espírito, tementes, praticantes da santa doutrina e irrepreensíveis em vossos caminhos. Jamais se deve esquecer, que o maior exemplo para os filhos estão dentro dos lares, são os próprios pais.
Os pais foram investidos pelo Senhor de compromisso muito sério, no que tange à criação e educação de filhos. Antes de tê-los é preciso analisar toda uma problemática que envolve uma criação segundo o coração de Deus; é inconcebível criar filhos para servir ao mundo. Infelizmente nos dias difíceis, nos quais vivemos a necessidade de manter o lar, certo status leva os pais abuscar trabalho, a conseqüência, filhos jogados nas mãos de babás e ou empregadas domésticas em sua grande maioria infiel ao Senhor, são portas abertas, e o diabo aproveita com grande astúcia, participando ativamente da formação moral e espiritual das crianças. Elas são jogadas diante de uma televisão, com programação infantil altamente espiritualizada e erótica.
Os resultados: Desobediência; falta de amor a Deus; respondões; dados aos costumes do mundo entre outros males.
Será que, uma casa bonita, móveis perfeitos, carro novo, vida social, dinheiro, etc. justificam a falta de cuidado espiritual para com os filhos? Deixá-los sob os cuidados das trevas? No tempo certo o Senhor há de cobrar dos pais a falta de zelo pelos pequeninos.
Analise esta condição imposta aos pais no passado e veja se o vosso agir é condigno
“Portanto, amem o SENHOR, nosso Deus, com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças. Guardem sempre no coração as leis que eu lhes estou dando hoje e não deixem de ensiná-las aos seus filhos. Repitam essas leis em casa e fora de casa, quando se deitarem e quando se levantarem. Amarrem essas leis nos braços e na testa, para não as esquecerem; e as escrevam nos batentes das portas das suas casas e nos seus portões.” (Dt 6.5-9)
Os dias são maus, precisamos estar atentos a todos os aspectos; pois o diabo está ao redor esfomeado com um leão, a procura de alguma alma a ser tragada. Lute, para que vossos filhos não sejam destruídos pelo inimigo. Pague o preço por suas vidas!
A seguir, vejas algumas orientações colhidas da Santa Palavra, faça segundo a vontade de Deus.
1) DEVERES PRINCIPAIS
A) Ensinar a Palavra - Dt 6.7 “Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”.” mais: Dt 6.20; 21.19
B) Treinar - Pv 22.6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Mais: Is 38.19; Lm 2.19
C) Prover - 2Co 12.14 “... Não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos.”
D) Criar - Ef 6.4 “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Mais: Cl 3.21
E) Controlar - 1Tm 3.4,12 “E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito”
2) OUTROS DEVERES
A) Amar - Tt 2.4 “a fim de instruírem... a amarem ao marido e a seus filhos.”
B) Levá-los a Cristo - Mt 19.13,14 “Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse.”
C) Treiná-los para Deus - Pv 22.6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.” Mais: Ef 6.4
D) Falar-lhes sobre os juízos de Deus - Jl 1.3 “Narrai isto a vossos filhos, e vossos filhos o façam a seus filhos, e os filhos destes, à outra geração.”
E) Falar-lhes sobre os grandes feitos de Deus - Sl 78.4 “Não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.” Mais: Ex 10.2
F) Ordenar-lhes que obedeçam a Deus - Dt 32.46 “disse-lhes: Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei.” Mais: 1Cr 28.9
G) Abençoá-los - Gn 48.15 “E abençoou a José, dizendo: O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia.” Mais: Hb 11.20
H) Apiedar-se - Sl 103.13 “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem.”
I) Governá-los - 1Tm 3.4,12 “E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito.”
J) Corrigi-los – PV 23.13 “Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.” Mais: Pv 13.24, 19.18, 29.17; Hb 12.7
L) Não Provocá-los - Ef 6.4 “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.” Mais: Cl 3.21
3) ORAÇÃO PELOS FILHOS
A) Por seu bem-estar espiritual - 1Cr 29.19 “E a Salomão, meu filho, dá coração íntegro para guardar os teus mandamentos, os teus testemunhos e os teus estatutos, fazendo tudo para edificar este palácio para o qual providenciei”.” Mais: Gn 17.18
B) Pela santificação - Jó 1.5 “Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente.”
C) Quando enfermos - Mc 5.23 “E insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá.” Mais: Jo 4.46-49; 2Sm 12.16
D) Sempre - 1Ts 5.17 “Orai sem cessar.”
Irmãos amados, agindo segundo esta orientação do Senhor, com certeza os filhos serão cheios do Espírito Santo, servos úteis ao Senhor e saberão dizer não ao mundo e seus prazeres.
E verás o Senhor honrando a Sua palavra:
“Quando velhos não se desviarão...”
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
O DNA DE DEUS
DESCOBRINDO O DNA DE DEUS EM VOCÊ
“A prática do amor é arte de nos ligarmos a Deus de modo intenso...
“A prática do amor é arte de nos ligarmos a Deus de modo intenso, sincero e primordial, não para obter algum benefício, mas por causa do Senhor mesmo e da vontade de ter comunhão com ele, em resposta ao seu amor”
O amor é o mais poderoso
Sentimento do gênero humano. Como tudo provém de Deus, que também sabe amar e gosta de amar (1Jo 4.7). Ninguém consegue conhecer plenamente as quatro medidas do amor de Cristo – “qual é a largura, e o comprimento, e a altura e a profundidade” (Ef 3.18). Elas fazem parte do insondável amor que ronda todos os atributos de Deus. Na verdade, não há nenhuma medida disponível para medir o amor, a sabedoria, o poder, a santidade, a misericórdia e a glória de Deus. São atributos maravilhosos demais e sobremodo elevados que não podemos atingir (Sl 139.6).
O exemplo de cima
Para chegar perto do conhecimento do amor de Deus, convém recordar que:
1. Deus ama – “Deus amou ao mundo de tal forma que deu o seu Filho unigênito.” (Jo 3.16.)
2.Deus faz declaração de amor – “Com amor eterno eu te amei.” (Jr 31.3.)
3. Deus prova o seu amor - “Dificilmente haverá quem morra por um justo. Talvez haja alguém que se atreva a morrer por um homem do bem. Mas Deus demonstrou seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, quando éramos ainda pecadores.” (Rm 5.7-8, na tradução da Comunidade de Taizé.)
4. Deus nos ama antes de ser amado – “Nós amamos porque ele nos amou primeiro.” (1Jo 4.19.)
5. No final das contas, Deus é amor – “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (1Jo 4.8.)
O lugar privilegiado do amor
1. Na opinião de Jesus
Os fariseus compilaram 1226 regras de comportamento (613 preceitos, 365 proibições e 248 mandamentos). Quando um doutor da lei perguntou a Jesus qual dessas regras deveria ser chamada de “o grande mandamento”, o Senhor respondeu de pronto que o amor de Deus “é o grande e primeiro mandamento”. Mesmo sem ser consultado a respeito do mandamento que deveria vir em seguida, Jesus adiantou: “O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt 22.34-40.) Para encerrar o assunto, o Senhor explicou: “Todas as mil e tantas regrinhas que vocês têm nascem destas duas leis e se cumprem se vocês lhes obedecer.” (Mt 22.40, BV.)
2. Na opinião de Paulo
A mais bela apologia do amor é da palavra de Paulo e foi endereçada a uma igreja cujos membros viviam em ciúmes, contendas e divisões. Para ele, o amor é o “caminho que ultrapassa a todos” (1Co 13.1-13, EP) e é mais importante que o dom de falar em línguas, o dom de profetizar, a capacidade de fazer coisas espetaculares por meio da fé e a prática heróica da caridade desacompanhada de afeto. Apesar de grande importância da fé – sem ela “é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6) – e da esperança – que é a “âncora da alma” (Hb 6.19) –, das três virtudes teológicas (fé, esperança e amor), a maior delas é o amor (1Co 13.13).
O mandamento do amor
O amor é muito mais do que um sentimento espontâneo. Ele é uma obrigação. Não se pode esperar indefinidamente a vontade de amar. É preciso abrir o coração, forçar e cultivar o amor. É preciso remover as pedras que estão no caminho do amor. É preciso destruir seja lá o que for – tanto a antipatia inicial (aversão) como a apatia pessoal (impassibilidade) – para se achegar ao amor. Se tal coisa não fosse possível, os mandamentos do amor que estão nas Escrituras Sagradas seriam figuras de retórica.
1. É para amar a Deus com força total: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.” (Mc 12.30.)
2. É para amar o próximo com a mesma intensidade e sinceridade com que se ama: “Amarás teu próximo como a ti mesmo.” (Mc 12.31). O “próximo” é qualquer pessoa com qual nos encontramos.
3. É para amar o cônjugue com amor sacrificial: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela.” (Ef 5.25.) A obrigação é também da esposa: “As mulheres idosas devem ser mestras do bem a fim de instruírem as jovens recém casadas a amarem ao marido e a seus filhos.” (Tt 2.3-4.)
4. É para amar o irmão em Cristo com dedicação e intensidade: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (Jo 13.34.) Paulo (Rm 12.10), Pedro (1Pe 1.22) e João (1Jo 3.18) bateram na mesma tecla de amor fraternal.
5. É preciso amar o inimigo e orar por ele: “Amai os vossos inimigos e orai pelo que vos persegeum.” (Mt 5.44.)
Amor e comportamento
O ser humano age em função do amor, seja ele qual for, o amor permitido ou o amor proibido. O amor está na frente de seus atos, dirigindoo e encorajando-o, tanto para o bem como para o mal. A Bíblia contém exemplos convincentes a este respeito.
1. Quando era jovem, Salomão amou ao Senhor (1Rs 3.3) e, por esta razão, andou nos preceitos de seu pai Davi e ainda construiu em sete anos o templo de Jerusalém, para o qual recrutou o serviço de 180 mil trabalhadores (30 mil cortadores de madeira no Líbano, 70 mil carregadores, 80 mil trabalhadores de pedra nas montanhas) e 3.500 capatazes, todos sob sua direção (1Rs 5.13-18). Quando era velho, o mesmo Salomão se apegou pelo amor às suas mulheres estrangeiras e, por esta razão, elas lhe perverteram o coração e ele construiu para as esposas idólatras vários santuários dedicados a deuses estranhos em Jerusalém (1Rs 11.1-8). Esses templos só foram derrubados mais de 300 anos depois, por ocasião de 18° ano do reinado de Josias, por volta do ano 623 a.C. (2Rs 23.13).
2. Judas amou o dinheiro e então criticou asperamente a homenagem de Maria a Jesus por causa dos trezentos denários (o valor do perfume) e entregou Jesus aos principais sacerdotes por causa de trinta moedas de prata (Jo 12.1-8. Mt 26.14-16).
3. Pilatos amou sua posição de governador (Jo 19.12- 16) e então passou por cima de seu senso de justiça (quatro vezes ele declarou em público: “Não vejo neste homem crime algum”) e por cima do dramático apelo de sua mulher (“Não te envolvas com este justo”) (Lc 23.4, 14, 15, 22; Mt 27.19).
4. Demas amou este mundo (“apaixonou-se”, na NTLH) e então abandonou o apóstolo Paulo (2Tm 4.10), depois de cooperar com ele no evangelho (Cl 4.14, Fm 1.24).
Amor sob disciplina
A capacidade de amar faz parte da constituição física e psíquica do ser humano. A necessidade de amar e de ser amado é tremenda e irresistível. Como a queda dividiu a raça humana entre o bem e o mal, a capacidade de amar foi duramente atingida.
1. Ama-se mais facilmente o que não se deve amar – o que pertence aos outros (seus bens, seu cônjugue etc.), o mundo é “o conjunto que nele há”, isto é “o sistema de rebelião e orgulho que busca destruir a Deus e seu governo” (A Bíblia de Genebra) ou “o conjunto de forças maléficas que se fecham para Deus e para Cristo e que procuram demover-nos de fazer a vontade de Deus.” (nota de rodapé de tradução ecumênica da Bíblia).
2. Ama-se mais dificilmente o que se deveria amar – aquele que nos amou primeiro, o próximo, o irmão em Cristo, o cônjugue, o inimigo.
3. Chega-se então à conclusão de que a prática do amor precisa estar sob disciplina. A capacidade de amar é espontânea, mas a direção do amor e a intensidade do amor são práticas que devem ser aprendidas e cultivadas.
Colocando em prática:
1. Você já conhece a largura,o comprimento, a altura e a profundidade do amor de Cristo?
2. Qual é “o grande e primeiro mandamento?”
3. Qual é o “segundo mandamento?”
4. Você precisa aprender a amar pessoas e coisas que agora não ama?
5. Você precisa aprender a não amar pessoas e coisas que agora ama?
PEDRO CESARIO NETO
AMAR A DEUS
AMAR A DEUS
“Amai a Deus sobre todas as coisas...” é o PRIMEIRO mandamento da Lei de Deus e corinhos das igrejas estão repletos de declarações de amor ao Senhor muitas vezes tão melosas quanto as que as mulheres fazem aos namorados, noivos ou maridos; deixando-me com a sensação de o amor a Deus, ali, ser puro SENTIMENTO da alma.
Foi depois de observar muitas dessas declarações feitas por irmãos (principalmente irmãs!) que comecei a ficar desconfiado daquilo NÃO poder ser amar a Deus de verdade! (Principalmente, porque que não SENTIA, em mim, aquelas emoções tão decantadas em prosa e verso). E isso me inquietou bastante a ponto de perguntar ao Senhor o que era amá-Lo.
Então, Senhor me respondeu exatamente isto: “Quem FAZ a minha vontade, este é quem me ama”!
Aí estava a resposta: FAZER!
Nem precisava ter perguntado, porque isto já está bem claro na Bíblia, em Mateus 7: 21:
“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas AQUELE QUE FAZ a vontade de meu Pai, que está nos céus”!
Então, compreendi que as pessoas vivem confundindo emoções (sentimentos da alma) com o verdadeiro AMOR (= fazer a vontade de Deus). Não adianta passar dias e noites se derretendo aos pés do Pai, DECLARANDO amor a Ele se, nem por um segundo EXECUTA o que Ele manda!
Por exemplo, Jesus, antes de subir, deu a seguinte ORDEM aos irmãos:
“Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e imporão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados”, Marcos 16: 15-18.
Muitos irmãos VÃO e até PREGAM o Evangelho a toda criatura; mas, não FAZEM tudo o mais que o Senhor lhes ordena naquele versículo! Arranjam mil e uma desculpas para esconderem suas incredulidades ou vergonha de se exporem! Eles são, exatamente, os que só ficam nas letras mortas, diante da necessidade urgente dos que os buscam, agrilhoados e feridos pelo diabo!
As igrejas regurgitam de pessoas que agem exatamente como eles: FALAM, FALAM, mas, não praticam um só ponto do que Deus deseja: libertar, curar, dar VIDA aos escolhidos.
Tais irmãos se auto-enganam com religiosidades, procurando aparecer como pios, mas, NÃO SÃO nem pios nem santos; mesmo que passem horas e horas aos pés do Senhor; esta é a conclusão bíblica a respeito!
E o importante a ressaltar é que eles, muitas vezes, reclamam porque o Senhor não os ajuda, nem os ouve!
“Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós”, (Lucas 6: 38).
DAR é se fazer algo. Estas pessoas querem RECEBER de Deus, mas, não querem DAR um só passo de fé, em defesa daqueles que Deus ama e lhes envia em busca de SOCORRO! Que Deus lhes abra os olhos!
MARANATA!
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
AS SETE FACES DO AMOR DE DEUS
AS SETE FACES DO AMOR DE DEUS
1. Amor sem interesses. (Não pelo que somos; que temos; ou que fazemos) 2. Amor sem discriminação. (Deuteronômio 10:17) 3. Amor sem falsidade. (Hebreus 13:8) 4. Amor com fidelidade. (II Timóteo 2:13); 5. Amor compromissado. (Números 23:9); 6. Amor com intensidade. (Jeremias 31:3); 7. Amor sacrificial. (João 3:16)
A declaração do amor de Deus em Isaías 43
A prova do amor. Vs.2 O preço do amor. Vs.3,4 Os olhos do amor. Vs.4 A declaração do amor. Vs.4 ( Jer 31:3)
Deus é amor e tem se manifestado aos homens de diversas maneiras: Através de sua criação, da provisão, da saúde, e da vida. O amor de Deus foi personificado e provado na pessoa e na obra de Jesus Cristo, que veio e morreu pelos nossos pecados. Romanos 5:8,9
O amor de Deus nos dá a verdadeira razão de viver em um mundo de paz, fraternidade, sem ódio, sem violência.
Você já pensou quanto você é especial, amado e valorizado por Deus? Você tem correspondido a esse amor de Deus em sua vida?
Deus ama porque é Pai e seus propósitos para nós são sempre os melhores e os maiores.
Feche seus olhos por um momento e contemple apenas com seu coração, o Pai amoroso que te atrai para seus braços. Junto a Ele há plenitude de amor, de esperança e de vitória.
Abra seus olhos agora e contemple aqueles que o rodeiam. Lembre-se que assim como você, eles também são alvos desse amor ilimitado e infinito. O amor de Deus é assim, grandioso, em seu coração não há limite de lugares, todos são bem vindos. Não há exclusividade, mas há um lugarzinho especial dedicado a cada um de nós, onde os entrelaçados laços de afetos são estabelecidos do coração de Deus para o nosso.
Sabe você não pode ficar de fora. Venha e mergulhe nas águas desse amor, envolva-se e deixe que todo o teu ser seja tomado e aí, você aprenderá e decidirá a amar como Ele ama.
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