Quando Deus quer nos fazer crescer, muitas vezes Ele começa mexendo exatamente no lugar onde estávamos confortáveis. José recebeu um sonho, mas antes de viver o palácio precisou atravessar a cisterna, a casa de Potifar, a injustiça e a prisão. O processo não anulou a promessa. O processo preparou José para sustentá-la. Tem gente querendo viver algo maior sem aceitar a parte em que Deus confronta hábitos, quebra acomodações, muda rotas e nos obriga a amadurecer. Nem tudo que saiu do lugar significa que deu errado. Às vezes, Deus está permitindo o desconforto porque você já não pode continuar vivendo da mesma forma e chegar onde Ele quer te levar. José não saiu da prisão quando quis, saiu quando chegou a hora. E quando chegou, ninguém conseguiu impedir. O copeiro tinha esquecido dele, mas Deus não. Por isso, se algumas coisas estão mudando e você não entende, não tenha pressa em chamar de perda aquilo que pode ser preparação. Existem lugares dos quais Deus precisa nos tirar porque aquilo que Ele vai colocar nas nossas mãos exige mais maturidade, mais estrutura e mais dependência dEle. O poço não era o destino de José. A prisão também não. Eram partes de um caminho que terminaria no lugar que Deus já conhecia desde o começo. Deus não vai deixar você confortável onde Ele quer te fazer crescer. Gênesis 37 a 41.
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terça-feira, 11 de agosto de 2026
JOIO
A gente é rápido para decidir quem é trigo e quem é joio. Mas Jesus deixou um alerta em Mateus 13: a separação final não está nas nossas mãos. Discernir é necessário; sentenciar pessoas é outra coisa. Nem todo mundo que caiu é joio, e nem todo mundo que parece santo é trigo. Talvez, antes de olhar o campo do outro, a pergunta seja: que fruto eu estou produzindo? 🌾
CHUCHU
Há quase um ano eu falei dele e quase apanhei. E antes que alguém se ofenda de novo, eu amo chuchu. Com feijão batido e angu então, melhor ainda. O problema nunca foi o chuchu. O problema é quando a fé de alguém se parece com ele.
Tem gente que entra num ambiente e, pouco tempo depois, já está com o mesmo gosto de todo mundo. Se está perto de quem ora, ora. Se está perto de quem reclama, reclama. Se está perto de quem fofoca, fofoca. Se está perto de quem critica liderança, critica também. Se está perto de quem busca a Deus, parece fervoroso. Muda de ambiente e muda junto.
Isso não é adaptação. É falta de convicção.
Quem tem identidade não precisa virar cópia para ser aceito. Quem tem raiz não muda de essência toda vez que muda de companhia. Daniel viveu na Babilônia sem deixar a Babilônia entrar nele. José viveu no Egito sem esquecer de quem era. Jesus sentava com todo tipo de pessoa, mas nunca precisou parecer com elas para alcançá-las.
O mais perigoso é que o cristão chuchu quase sempre acha que está tudo bem, porque ele se encaixa em todo lugar. Só que uma fé que se encaixa em qualquer ambiente talvez ainda não tenha aprendido a permanecer firme em nenhum.
Você pode até dizer que tem opinião própria, mas observe uma coisa: quem define seu comportamento quando você chega num grupo novo? Sua convicção ou a aprovação das pessoas?
Porque fé verdadeira não pega o gosto da panela. Ela carrega identidade.
“Para que não sejamos mais meninos, inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina…” Efésios 4:14
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
VOCÊ
Se a madrugada encontrar você acordado, não deixe que o medo ocupe o lugar da fé.
Há momentos em que despertamos durante a noite por diversos motivos. Independentemente da causa, esse também pode ser um tempo precioso para buscar a presença de Deus em oração e descansar nas Suas promessas.
“O Senhor te guardará de todo mal; guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.” (Salmos 121:7-8)
Eu declaro que a paz de Cristo invada o seu coração, que toda ansiedade dê lugar à confiança no Senhor e que a presença de Deus fortaleça você e a sua família. Que o Senhor seja o guarda da sua casa, dos seus filhos, dos seus caminhos e de tudo aquilo que Ele confiou às suas mãos.
Nenhuma noite é longa demais para quem descansa na fidelidade de Deus. Ele permanece cuidando de você enquanto você confia nEle.
INIMIGO
O inimigo sempre vai te empurrar este título: fracassado.
Mas sabe de uma coisa?
O que você vive hoje, as tuas lutas e os teus vários problemas não definem a condição que o próprio Deus deu a você: mais que vencedor em Cristo Jesus, herdeiro de todas as promessas.
É nisso que você precisa crer e se apegar.
As lutas que você está vivendo vão passar; os problemas que você está enfrentando vão se resolver; todo cenário vai mudar, mas aquilo que você É EM CRISTO permanecerá!
Coloque todo seu coração e o seu foco apenas nessa verdade!
SOLTEIROS
Não estamos solteiros apenas porque “esta geração não sabe mais amar”. Às vezes, romantizamos o passado como se o problema estivesse somente no tempo em que vivemos. Mas a Escritura nos conduz a olhar mais profundamente: o problema fundamental do coração humano não é a geração; é o pecado.
O mundo mudou, os relacionamentos mudaram, a tecnologia mudou, mas a inclinação do coração continua a mesma. Jeremias declara que “enganoso é o coração” (Jr 17:9). Por isso, não precisamos simplesmente de um amor parecido com o dos anos 90; precisamos de corações transformados pela graça de Deus.
O amor bíblico não é sustentado pela nostalgia, pela intensidade dos sentimentos ou pela ausência de dificuldades. Ele é sacrificial, perseverante e orientado pela aliança. Cristo não amou a sua Igreja porque ela era perfeita. Ele a amou para torná-la santa. (Ef 5:25-27)
Talvez o grande problema de nossa geração seja desejar alguém que ame profundamente, enquanto nós mesmos ainda queremos ser amados sem morrer para o nosso ego. Queremos compromisso sem sacrifício, fidelidade sem renúncia e intimidade sem responsabilidade.
O Evangelho nos ensina algo muito mais profundo: antes de procurarmos alguém que satisfaça nossos desejos, precisamos ser confrontados por Aquele que conhece perfeitamente o nosso coração. O amor verdadeiro não começa quando encontramos a pessoa certa; começa quando Cristo transforma a pessoa que somos.
No fim, não precisamos voltar aos anos 90. Precisamos voltar à Palavra.
“Não precisamos de um amor dos anos 90; precisamos de corações do século 21 rendidos ao Cristo eterno.”
CAFÉ
A gente vive dizendo:
“Vamos marcar um café.”
“Essa semana está corrida.”
“Depois a gente combina.”
“Quando as coisas acalmarem.”
Mas… quando é que a vida acalma?
A verdade é que a gente ficou especialista em estar ocupada. Corre pra trabalhar, corre pra resolver problema, corre pra cuidar de todo mundo… e vai deixando para depois justamente as pessoas que fazem bem pra nossa alma.
Tem amizade que não precisa de evento, viagem, presente caro ou ocasião especial. Precisa de presença.
Precisa de uma mesa, duas xícaras, uma conversa sem pressa e aquela pergunta que quase ninguém faz hoje em dia:
“E você… como está de verdade?”
Provérbios 17:17 diz: “Em todo tempo ama o amigo.”
Peça a Deus pessoas que não estejam perto só quando tudo está bonito. Pessoas que saibam rir com você, mas que também saibam sentar do seu lado quando a vida apertar.
E cuide dessas amizades também.
Porque tem gente esperando o “momento certo” para marcar um café… e talvez o momento certo seja agora.
A vida passa depressa demais para a gente continuar adiando quem faz bem ao coração
RELACIONAMENTO
Há pessoas que querem aliança, mas continuam vivendo como independentes. Querem relacionamento, mas não querem responsabilidade. Querem alguém ao lado, mas não querem ajustar o próprio comportamento.
Isso precisa ser confrontado!
Se você decidiu estar comprometido, o seu estilo de vida precisa testemunhar o seu compromisso.
Homem, se você escolheu uma mulher para caminhar contigo, não continue vivendo como se ninguém tivesse direito de conhecer as suas decisões, os seus movimentos e as suas prioridades.
Mulher, se você escolheu um homem para construir contigo, não continue alimentando uma mentalidade de independência absoluta, como se o compromisso não exigisse consideração, transparência e responsabilidade.
Compromisso não é apenas mudar o estado civil; é mudar a mentalidade!
Você não pode querer os benefícios de uma aliança enquanto mantém os hábitos de quem não tem aliança.
Não é perda de liberdade.
É maturidade para administrar a liberdade dentro da aliança.
Quem entra numa relação séria precisa entender: já não vive somente para si. Suas escolhas passam a afetar outra pessoa, sua casa e o futuro que está construindo.
Pare de exigir comportamento de pessoa comprometida enquanto continua vivendo com atitudes de pessoa independente!
Há relacionamentos que não estão destruídos por falta de amor, mas por falta de maturidade, alinhamento e entendimento de aliança.
Eu profetizo: que toda mentalidade de solteiro incompatível com a aliança seja quebrada!
Que Deus levante homens e mulheres maduros, responsáveis, transparentes e conscientes do peso da aliança que carregam.
Quem decidiu construir uma vida a dois precisa abandonar comportamentos que pertencem à vida de quem decidiu caminhar sozinho.
CHAMA
Há algo assustador acontecendo em nossa geração: muitos já não têm vergonha do que Deus chama de pecado.
A Bíblia não trata a maldade como uma simples questão de personalidade, preferência ou “jeito de ser”. O pecado é rebelião contra o Deus santo. E quando a consciência é repetidamente silenciada, aquilo que antes causava vergonha começa a parecer normal.
Paulo advertiu: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem chamam mal” (Isaías 5:20). O problema não é apenas fazer o que é errado, mas chegar ao ponto de perder a capacidade de reconhecer que é errado.
Vivemos em uma cultura que frequentemente celebra o orgulho, normaliza a imoralidade, relativiza a verdade e chama de intolerância qualquer tentativa de confrontar o pecado. Mas o cristão não foi chamado para adaptar a verdade de Deus ao espírito da época.
Jesus não morreu para nos tornar confortáveis em nossos pecados. Ele morreu para nos libertar deles.
A graça não diz: “continue como está”. A graça diz: “arrependa-se e viva.”
Por isso, antes de apontarmos para a corrupção do mundo, precisamos permitir que a Palavra de Deus examine o nosso próprio coração.
“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração.”
Salmos 139:23
Que Deus nos livre de uma consciência tão cauterizada que já não consegue sentir o peso do pecado.
O mundo não precisa de cristãos confortáveis com o pecado. Precisa de cristãos transformados pela verdade, quebrantados pela graça e corajosos para permanecer firmes.
SER
Algo profundamente humano: a necessidade de ser aprovado pelos outros pode se tornar uma prisão. Quando nossa paz depende da opinião alheia, entregamos às pessoas um poder que elas nunca deveriam possuir.
Mas o evangelho vai ainda mais fundo. O problema não está apenas na opinião dos outros, mas no coração que deseja ser visto, admirado e reconhecido. A Escritura diz: “Quem teme ao homem arma ciladas” (Pv 29:25).
Passamos grande parte da vida tentando controlar a imagem que os outros têm de nós, quando sequer conseguimos controlar aquilo que pensam. Podemos explicar, agradar e justificar — e ainda assim seremos incompreendidos por alguém.
Por isso, a maturidade cristã não consiste em fazer com que todos tenham uma boa opinião sobre nós, mas em aprender a viver diante de Deus.
Paulo afirma: “Se procurasse agradar a homens, não seria servo de Cristo” (Gl 1:10). Isso não é arrogância nem desprezo pela correção. É liberdade: colocar cada voz humana em seu devido lugar e reconhecer que somente Deus possui autoridade final sobre nossa consciência.
Dostoiévski toca nessa ferida ao comparar a opinião dos outros àquilo que não possui importância real para nós. E o cristão pode ir além: se minha identidade está em Cristo, por que permitir que a aprovação humana determine meu valor?
Cristo foi rejeitado, humilhado e desprezado pelos homens, mas permaneceu perfeitamente obediente ao Pai. O caminho de Cristo nunca foi o da aprovação popular, mas o da fidelidade.
Ame as pessoas. Receba correção. Seja humilde. Mas não transforme a opinião dos homens no tribunal da sua existência.
Viva diante daquele que conhece completamente o seu coração.
“Quem teme ao homem arma ciladas, mas o que confia no Senhor está seguro.” — Provérbios 29:25
CAOS
Deus enviou Elias para a terra rochosa, agreste e solitária do Riacho de Querite. Ele não tinha templo para adorar nem uma comunidade de fé para lhe dar força. Passariam-se anos até que ele desfrutasse da comunhão com judeus fiéis. Preparação por meio da separação. O silêncio e a solidão intencionais são lições fundamentais na escola da “Coragem Inabalável”.
Jesus encontrou o seu “Querite” nos dias de obscuridade em Nazaré e nos dias de quietude no deserto. Para reunir forças para a cruz, ele buscou momentos a sós no Jardim do Getsêmani. Se Jesus precisou de uma solidão como a de Querite, quanto mais nós? O convite de Deus é irresistível. Como diz o Salmo 46:10 (na versão MSG): “Abandonem o caos! Olhem bem para mim, seu Deus Altíssimo, que está… acima de tudo.”…” Quando foi a última vez que você “abandonou o caos” para ficar a sós com o seu Pai?
HOMEM
Um homem sério, que busca construir algo sólido, espera principalmente duas coisas de sua parceira: respeito e paz.
Sem isso, não há conexão verdadeira, estabilidade emocional ou um relacionamento saudável.
A atração física pode chamar a atenção, mas não sustenta um homem que não encontra paz e respeito.
Homens não permanecem em ambientes onde se sentem desvalorizados, pressionados ou em constante conflito emocional.
Relacionamento vai além de aparência ou desejo: é sobre o ambiente. O homem precisa encontrar em casa um lugar de honra e tranquilidade.
Muitas mulheres acreditam que amor ou atração bastam, mas o que realmente sustenta um homem é o ambiente que ele vive ao lado da parceira.
Se você quer um homem presente, construa paz.
Se você quer um homem fiel, ofereça respeito.
Se você quer um homem comprometido, seja alguém que edifica, não que destrói.
Um homem não prospera em meio à confusão emocional constante.
Por isso, mais do que chamar atenção, é essencial entender o que mantém um homem firme em um relacionamento.
Respeito não é submissão, é sabedoria na convivência.
Paz não é silêncio forçado, é equilíbrio emocional no lar.
Quando isso existe, o amor amadurece. Quando falta, tudo se desgasta aos poucos.
Que cada mulher entenda: não é o corpo que mantém um homem sério, mas o ambiente que ela constrói ao redor dele.
ENXURRADA
“Estando as nuvens cheias, derramam o aguaceiro sobre a terra; caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará” (Ec 11.3).
Nossa vida pode ser comparada a uma jornada. Nesse sentido, somos como monçoneiros. Há uma torrente inescapável e inevitável que a todos arrasta, sem dar qualquer opção: o tempo. Talvez não haja nada que seja tão paradoxal na experiência humana quanto ele. É responsável pelos maiores horrores que o ser-humano pode sentir, como a vertigem de se ver arrastado para uma catarata rumo ao abismo sem fim. Contudo, também conduz a paragens magníficas, produzindo em seu percurso momentos maravilhosos e marcantes, a tal ponto de, às vezes, antevendo algo prazeroso à frente na margem, querermos que o tempo passe logo, que a torrente corra célere, a fim de experimentarmos logo aquilo que ansiamos.
É certo que tudo está sujeito ao tempo, menos Aquele que o criou. Mesmo os seres espirituais que mantiveram seu estado de perfeição original veem o “tempo” à sua forma toda peculiar. Embora no mundo em que vivem não haja astros e estrelas, nem mesmo, a rotação de um planeta que estabeleça a unidade diária, as coisas que estão à frente lhes reservam maravilhosas surpresas. Já os que caíram, estão acorrentados à sequência de acontecimentos que leva ao juízo. No caso dos seres morais físicos, nós, a linha do tempo faz com que as coisas sejam irreversíveis. Quanto a isso, percebemos o prejuízo da existência sob a maldição do pecado de Adão: há males consumados que nos sobrevêm que não admitem qualquer mudança, como a sequela de um acidente, por exemplo.
Contudo, quanto às coisas boas e prazerosas, tendem a ser experiências momentâneas e passageiras. Ainda que as boas situações permaneçam, nos acostumamos a elas e rapidamente perdem o brilho, como que desbotadas nas abundantes águas da enxurrada. Além disso, ficam para traz, nas margens da realidade. Arrastados para a frente pela torrente do tempo, o máximo que podemos fazer é olhar para trás e lembrar delas, cada vez mais distantes e difíceis à visão. Assim, todo benefício, forma de prazer e alegria, tornam-se simplesmente história. Tais momentos não podem ser preservados ou revividos. Inevitavelmente, ficam para trás. Podemos experimentar outros, novos e diferentes, é verdade, mas nunca os mesmos.
Olhando para nossa vida, o tempo é essa enxurrada que varre todas as coisas em seu curso. Observamos, contemplamos pasmados, levar embora alegrias, momentos felizes, pessoas queridas assaltadas pela morte ou pela variação repentina de situações e circunstâncias relativas à existência neste mundo. Nossa vida sofre constantes mutações, sempre em função do tempo. Tudo o que se foi, se foi para sempre na existência deste mundo. Contudo, a figura de um rio caudaloso deve também nos ensinar que o curso do rio já foi pré-determinado. Embora todos sejamos arrastados pela torrente, cada uma corre em seu próprio leito, algo definido pelo Senhor. Não há como experimentar rio alheio. Cada curva, corredeira, transbordo, erosão, assoreamento, seca, todo o seu curso, bem como, tudo o que se passará enquanto somos arrastados, tudo já está determinado.
O homem não teme exatamente os acontecimentos, mas sim o que eles representam em função do tempo. Teme-se o que é irreversível, o que é inevitável, o que é repentino e o que é desconhecido. Todo homem sem Cristo teme tais coisas, mais do que qualquer coisa. Por isso, se conclui: viva intensamente seus momentos de alegria, invista tempo no conhecimento de Deus, pois este é o único valor que não se fixa nas margens do tempo. Não se trata de experiência pontual, fincada em um ponto da realidade. O crente tem uma visão positiva do tempo. Para ele, a enxurrada é benéfica. É, na verdade, um caminho. Certamente o arrasta à cachoeira final, mas que o lançará na eternidade com Cristo. Há a vertigem, aquela de um salto, um frio na barriga, o desconhecido do sabido, mas nunca vivido, que marca o momento quando somos lançados deste mundo para a eternidade. Tenha um abençoado dia na presença de Jesus