O SÁBIO E O INSENSATO
“O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe” (Prov 10:1).
O capítulo 10 do livro de Provérbios faz diferença entre o sábio e o insensato. Mais do que implicações internas, do coração, nos fala sobre as consequências externas, nos relacionamentos e testemunho.
Em uma esfera familiar, o filho que é sábio alegra os seus pais, e o insensato é motivo de tristeza (v.1). Quanto à responsabilidade no trabalho, o sábio trabalha e sabe poupar, mas o insensato é tomado pela preguiça e envergonha os que caminham com ele (v.5). Quanto ao zelo doutrinário, o sábio tem a Palavra perante ele, mas o insensato a deixa de lado, e enfrenta a ruína espiritual (v 😎. Sobre as palavras, o sábio entende o momento de calar, mas o insensato fala demais, sem ponderação (v.19-21).
São, portanto, quatro áreas aqui destacadas: as relações familiares, o compromisso com o trabalho, o zelo doutrinário e o cuidado no falar. Que preciosos alertas!
Seja sábio em seus relacionamentos, avaliando se seus atos e dinâmica de vida produzem alegria ou tristeza à sua família. Seja sábio em seu trabalho, dedicando-se de forma responsável e perseverante. Seja sábio em seu zelo pelo ensino bíblico, colocando todas as coisas da vida perante a Palavra, e procurando nela discernimento. Seja sábio em suas palavras, ouvindo mais do que falando, e ponderando antes de emitir opiniões.
Cada uma destas quatro áreas apresenta desafios diferentes. Possuem, entretanto, algo em comum. O sábio tem o temor do Senhor e, assim, busca ter uma vida compatível com a Palavra. O insensato guia-se por si mesmo, seus desejos e os desejos de outros, decidindo seus passos como convém ao seu coração.
Procuremos ser sábios! Para tal, é preciso pausar, tirar algum tempo de forma regular para avaliar a vida e o coração perante Deus, sua Palavra, em oração e sinceridade de alma. Que Ele nos faça sábios, homens e mulheres com os corações ensináveis!
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