Lembro-me de ler uma entrevista com Billy Graham, já em sua fase idosa, em que lhe foi perguntado o que ele mudaria, se fosse iniciar novamente a sua vida adulta. Ele respondeu que oraria mais, estudaria mais e viajaria menos.
Paulo inicia a sua carta a Filemom dizendo que se alegra pela fé e amor percebidos nas vidas dos irmãos. Assim, ele afirma: “Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações”.
Paulo tinha uma vida de oração. Frequentemente em suas cartas ele afirma que lembra-se dos irmãos em oração. E são muitos irmãos, muitas igrejas e muitas situações. Nessa carta a Filemom, ele diz que se lembra deles “sempre” durante as orações.
Paulo era o apóstolo da oração. Ele orava, ensinava o povo a orar, escrevia orações e pedia orações. Jesus foi um modelo de oração, nos ensinando a orar e passando noites em diálogo com o Pai. A igreja primitiva, tomada pelo Espírito Santo, passou a gastar mais e mais tempo em oração.
Lembre-se de duas coisas. Primeiro, não somos convidados apenas para orar, mas para ter uma vida de oração. Ore ao iniciar e terminar o dia. Ore quando tiver motivos de gratidão. Ore durante os momentos de aflição. Ore, lembrando-se de amigos e irmãos. Ore nos cultos e em sua casa. Ore por uma pessoa, família, povo ou nação até que Deus responda.
Segundo, a oração promove em nós um forte desejo de agradar a Deus. A oração não muda a vontade de Deus, forçando o Senhor a fazer o que desejamos. Ao contrário, a oração prepara o nosso coração para entendermos e abraçarmos a vontade do Senhor.
Portanto, ore, mesmo sem vontade de orar. Ore, até que tenha vontade de orar. Ore ao longo de todo o seu dia, pois Deus responde as orações.
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