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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

FIGUEIRA

 AINDA QUE A FIGUEIRA NÃO FLORESÇA


"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação". (Habacuque 3:17,18)


Dedico o devocional de hoje àqueles que esperam no Senhor, mas se encontram diante de figueiras que não florescem. Lembrem-se de que Deus não nos convida primeiramente a ver, mas a crer. Ele nos chama a caminhar pela fé, mesmo quando os sinais visíveis parecem ausentes.


À semelhança de Habacuque, nossa tendência é buscar, com maior intensidade, o livramento do sofrimento diário. Isso é natural, pois não é fácil sofrer. E, por vezes, perguntamo-nos por que o Senhor não faz o problema cessar imediatamente.


Devemos nos lembrar de que o Altíssimo vê além da linha do horizonte. Desejamos a solução momentânea, enquanto Ele promove um livramento eterno. E, por um mistério da vida sob o governo soberano de Deus, os maiores aprendizados não ocorrem nas savanas tranquilas, mas nos desconfortáveis desertos.


É certo que não devemos buscar nem desejar o sofrimento. Todavia, precisamos compreender que há um propósito maior que a dor. Assim, “ainda que a figueira não floresça...” nos ensina que todos os planos de Deus, mesmo em meio ao sofrimento e ao caos, são planos de amor.


Por sua infinita graça, podemos, marcados pela fé no Eterno, afirmar como Habacuque que “ainda que a figueira não floresça… eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação”. Reconhecer isso nos concede profunda paz, alegria indizível e uma santa convicção que ecoa à alma aflita: há Deus!



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