Continuamos oferecendo o melhor de nós, não porque o mundo retribui, mas porque isso nos mantém alinhados com a própria verdade. O que damos molda o nosso interior. O gesto sincero nos transforma antes mesmo de tocar o outro. Por isso, nada se perde. Mesmo quando o retorno não vem, a alma se fortalece, o caráter se aprofunda, a consciência se expande. Dar o que somos é uma forma de permanecer fiel à própria essência. E essa fidelidade gera paz. No fim, não somos medidos pelo que recebemos, mas pela qualidade do que oferecemos. É isso que atravessa o tempo, que constrói sentido e que permanece quando tudo o mais se dissolve.
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