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terça-feira, 2 de junho de 2026

LUZ

 Uma lamparina acesa na madrugada, antes do nascer do sol, ilumina o quarto. Depois da alvorada, o seu lume perde a força.

A maior inimiga da luz, portanto, não é a escuridão, mas uma luz mais intensa.
Ilumine o entendimento de alguém e percepções antigas ficam ultrapassadas.
Galileu e Copérnico trouxeram luz e os sistemas geocêntricos minguaram.
Koch acendeu um farol as superstições sobre a tuberculose deixaram de existir.
Martin Luther King apontou um facho de luz sobre o racismo e as tochas da Ku Klux Klan para nada serviam senão revelar o caráter obscuro de quem se escondia sob máscaras.
Que brilhe sobre nós uma luz fortíssima sobre nossos preconceitos; que brilhe sobre nós mais luz e veremos que a vida vale mais que mil argumentações; que brilhe sobre nós mais luz e as fronteiras que nos separam por classe, religião, etnia, se tornarão ridículas.
Ninguém passe a vida em guerra contra as trevas, para expulsar as sombras da alma basta buscar mais luz; quem almeja vencer dependências químicas e emocionais deve esperar que o esplendor do sol do meio-dia brilhe revelando o valor de sua vida.
Só o holofote da verdade é capaz de anular a penumbra que envolve a superstição; sempre que a estrela da justiça estiver no meridiano, as mensagens de igrejas alienantes deixarão de acorrentar as pessoas pelo medo e pela culpa.

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