Envelhecer não é apenas acumular anos.
É sobretudo perder a necessidade de provar quem se é!
Com o tempo muitas máscaras caem…
A urgência de agradar diminui.
Comparações perdem a força!
Descobrimos que nem toda batalha merece ser travada e nem toda ausência precisa ser preenchida…
Talvez a maior beleza da maturidade seja essa, deixar de viver para corresponder às expectativas dos outros, e enfim encontrar coragem para habitar a própria verdade.
Há uma liberdade que só o tempo ensina!
A de dizer “não” sem culpa…
E escolher a própria paz em vez da aprovação.
Compreendendo que vulnerabilidade não é fraqueza, mas humanidade.
E envelhecer não é tornar-se menos, é tornar-se mais inteiro…
Permitindo que a essência, tantas vezes escondida pelo medo, finalmente ocupe o lugar que sempre lhe pertenceu.
No fim, talvez o tempo não nos transforme em outra pessoa…
Talvez ele apenas retire, camada por camada, tudo aquilo que nunca fomos!
Nenhum comentário:
Postar um comentário